A Educação de Felicity (Academia Etiqueta #1) – Marion Chesney (Opinião)

24750104Publicação: 2015
Editor: ASA
ISBN: 9789892330167
Preço Editor: 15,50€
Minha classificação: 3 em 5 estrelas

Opinião: “A Educação de Felicity” é o primeiro livro da série “Academia de Etiqueta”, em que duas irmãs, com uma idade já avançada para esperarem arranjar um pretendente nas temporadas, além de estar falidas, decidem abrir um pequeno negócio, que neste caso é ensinar boas maneiras a raparigas complicadas da sociedade. Neste primeiro livro, a rapariga que lhes é apresentada é Felicity, uma jovem da nobreza, que age e gosta de se vestir como um homem, e que nunca conquistou a atenção de nenhum homem em anteriores temporadas, precisamente pelo seu comportamento.
Ao longo da história, vemos as irmãs a tentarem domá-la, prestes a desesperaram, pois Felicity é de facto bastante complicada e tenta de todas as formas escapar às mãos das mulheres que a mãe contratou, para torná-la numa verdadeira senhora, de forma a arranjar um noivo na próxima temporada. Temos ainda o Marquês, que é talvez o único homem que desespera também, e que abomina Felicity pelo seu comportamento.

A “Sinopse” é deveras boa, e chamou-me logo à atenção, quando vi os livros nas livrarias! Porém, comecei a ler o livro, um livro de apenas 200 e poucas páginas, e só ao fim de 2 dias, é que consegui entrar na história, pois de inicio não me agradou muito, não me despertou a atenção. E não é de facto um ótimo livro. É bom, agradável de se ler num fim de semana e faz-nos rir, mas não passa disto.

Um ponto que me fez gostar deste livro, e talvez o único, é a presença das irmãs ao longo do percurso da mudança de Felicity. Ambas são divertidas, e apesar de muito agarradas uma à outra, pois só faltava serem siameses!, ambas são diferentes também. Uma é mais delicada, mais simpática e discreta, enquanto que a outra é mais rude, directa e sincera, e é talvez quem consegue pôr Felicity na ordem.
Existe romance neste livro, como não poderia deixar de ser, mas é um romance deveras estranho aos meus olhos. Não é mau, eu gostei de algumas partes, mas a forma como o casal acabou por ficar junto, assim do nada, sem ter nenhuma relação sequer de amizade antes, é estranho, pois estou habituada a ver romances desenvolvidos, não romances que aparecem num abrir e fechar de olhos, se é que me entendem! Não mencionei o nome dos personagens, pois seria spoiler, obviamente!

Relativamente a Felicity, esta é de facto uma personagem desesperante, irritante, e que eu não gostei, por algum motivo. É egoísta e impulsiva. Não consigo mencionar uma única coisa boa nela, honestamente.

Mas em suma, não desgostei deste livro, e talvez venha a ler o próximo livro desta série, pois adorei mesmo as irmãs Tribble!
Algo que, por mais estranho que pareça, é a melhor parte deste livro é a estética deste! Tanto a capa, que é linda, como as folhas interiores, cheias de desenhos de flores a emoldurar cada página, chamam à atenção de qualquer um, e nisto tenho que dizer, que não importa se o livro é mau ou bom, a editora ASA sabe sempre escolher um design magnifíco!

Sinopse: “Numa época em que as mulheres da nobreza só dispõem de duas opções – casar ou esperar que um parente rico morra – as irmãs Tribble não têm sorte nenhuma. Não só ainda não encontraram o amor como, após anos de bajulação a uma intratável tia velha, veem o seu nome apagado do testamento aquando da sua morte.
As românticas Amy e Effie Tribble sonhavam com ricos jantares de carne assada e batalhões de criados aduladores mas agora estão oficialmente na penúria. Ironicamente, é neste cenário desolador que lhes ocorre uma ideia brilhante: colocar a sua educação esmerada ao serviço das jovens mais “difíceis”, apresentá-las à sociedade e arranjar-lhes casamento.
Não contavam que a sua primeira cliente fosse Lady Felicity Vane, cuja rebeldia ameaça enlouquecer a sua própria mãe e arruinar o projeto sentimental de Amy e Effie. A jovem prefere caçar com os amigos a pensar em casar. Mal ela sabe que o seu suposto pretendente é o homem que mais a irrita (e que mais irritado se sente por ela). Felicity nunca admitirá que o seu coração treme ao ver Charles Ravenswood, principalmente porque o elegante marquês parece não ter paciência nenhuma para as suas extravagâncias. O clima entre ambos é tão tenso que, se soubessem o que as irmãs planeiam, o resultado seria, no mínimo, desastroso…”

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