Eternal Darkness – J. F. Johns [Opinião]

99e524e9dd50c21c003f2db9ae89aa3c26f17Título Original: Eternal Darkness 
Publicação: 2015
Editor:
ISBN: 9788460840442
PVP: 9,35€
A minha classificação: 4,5/5 estrelas

Sinopse: The world is divided between humans and cyborgs.
Scarlet Lock is neither.
She is a soldier created to kill on command. But her memory has been erased and when she awakens in a government facility she soon discovers that this new world is a dangerous place, full of government secrets and cruel experiments performed in the name of progress.
With the help of a group of cyborgs, Scarlet will fight to uncover the truth and transform the future of the new world she now lives in.
Eternal Darkness is full of suspense, action and romance and will make readers question what it means to be human.

Opinião: Geralmente, não sou muito fã deste tipo de livros, sobre robôs e de ficção-científica, mas não posso deixar de dizer que este livro foi uma enorme surpresa!
Muitos de vocês devem saber que já li “Quando as Estrelas Caem” e “Cinder” (opiniões aqui e aqui) e eu dei por mim a não gostar muitos destes livros (talvez por ter expectativas altas em demasia), e por conta disso, tinha algum receio de não gostar de “Eternal Darkness” também… Mas adivinhem? ADOREI-O! Vou ser corajosa agora – pois sei que muitas pessoas terão vontade de me “bater”, depois do que vou dizer haha – mas eu considero este livro ainda melhor que os anteriores livros mencionados.
Então, se gostam de fição-cientifica, se gostaram de As Crónicas Lunares (Cinder, Scarlet e Cress) e de “Quando as Estrelas Caem”, irão de certeza adorar este livro, e recomendo-vos a todos! E para aqueles que têm a mesma opinião que eu sobre estes livros, deveriam dar uma oportunidade a “Eternal Darkness”, como eu fiz.
Claro, existe um ponto negativo para Portugal: Quem não sabe inglês ou não gosta de ler em inglês, não terá a oportunidade de ler este livro, sendo que só está disponível em inglês!

Este livro, em geral, é um livro de 5 estrelas, porém, e por ser teimosa, classifiquei-o com 99e524e9dd50c21c003f2db9ae89aa3c26f174,5 estrelas apenas porque queria ter visto ao menos um beijo entre os meu casal favorito. Mas como em breve haverá um segundo livro, tenho esperança de que haja finalmente um beijo! Tirando este ponto, adorei mesmo o livro.
Como disse, “Eternal Darkness” surpreendeu-me mesmo muito. Scarlet é uma personagem fantástica, com um bom desenvolvimento a nível de personalidade, ao longo do livro. O Sam e o Eric são outros personagens que adorei. Aliás, é impossível não adorar estes três personagens, principalmente o Eric, que é engraçado e que lembrou-me um pouco do Barney (da série de televisão “Foi assim que aconteceu”) e do Jace (da série de livros da Cassandra Clare “Caçadores das Sombras”), por ser tão convencido e vaidoso, mas de forma tão engraçada, que não se consegue não gostar até desta caraterística, e é esta a principal razão porque gosto tanto dele! O mesmo não posso dizer da Madeleine, que é arrogante. Não gostei muito dela, a nível de personagem, pois qualquer bom livro tem que ter sempre aquela personagem mázinha ou arrogante, claro! haha Mas todas as cenas e diálogos dela com o Eric foram engraçados, ao ponto de não conseguir parar de rir!

A história do livro, a ideia em si, está muito bem pensada, construída e escrita. Gostei imenso de conhecer este mundo dividido entre humanos e cyborgs (humanos mas com partes do corpo substituidas por parte roboticas), em que um Novo Governo reina. Fiquei curiosa com este livro desde a primeira página, e o final foi simplesmente.. Não há palavras! Só posso dizer que deixou-me ainda mais curiosa e com vontade de ler o segundo livro, que infelizmente ainda não foi publicado. Mas estou mesmo muito curiosa para ver o que se segue.

Podem encontrar o livro para venda nos seguintes links:
https://www.amazon.com/Eternal-Darkness-1-J-Johns/dp/8460840441/ref=sr_1_3?ie=UTF8&qid=1472596950&sr=8-3&keywords=eternal+darkness
https://www.amazon.es/Eternal-Darkness-J-F-Johns/dp/8460840441/ref=sr_1_2?ie=UTF8&qid=1472596837&sr=8-2&keywords=eternal+darkness

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[FILME] Esquadrão Suicida (2016) – Opinião

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Título original: Suicide Squad 
Gênero: Ação, Fantasia
Data de lançamento: Agosto/2016
Elenco Principal: Margot Robbie, Jared Leto, Will Smith, Cara Delevingne, Jai Courtney, Joel Kinnaman, Karen Fukuhara, Viola Davis, Jay Hernandez, Adewale Akinnuoye-Agbaje,
A minha classificação: 9/10

Sinopse: O governo dos Estados Unidos ordena o recrutamento dos piores criminosos para uma importante missão, que visa acabar com uma entidade misteriosa e aparentemente impossível de se derrotar. É justamente isso que o governo precisa, de bandidos que praticamente não têm nada a perder. Mas será que eles estão dispostos a arriscarem suas vidas em nome da lei?

Opinião: Um dos melhores filmes que vi este ano. Talvez o meu favorito da DC até agora. E uma grande parte de eu ter adorado este filme deve-se, obviamente, às atuações de Margot Robbie e de Jared Leto como Harley Quinn e Joker, respetivamente.
Margot demonstra mais uma vez estar preparada para qualquer desafio, depois de alguns papéis fantásticos como o de Jane (A Lenda de Tarzan), e não consigo imaginar melhor atriz (a nível fisico) para interpretar a “companheira” do Joker. 

Jared Leto foi uma enorme revelação, pelo menos para mim, que nunca tinha visto um filme com ele (apesar de saber que este já fez uns 2 ou 3 antes). Antes de ver o filme, não conseguia imaginá-lo a representar o Joker como o Heath Ledger o fez. Claro que o Heath Ledger sempre será o meu Joker favorito! Mas Jared Leto fez um ótimo trabalho e dei por mim a gostar imenso dele. Se não tivesse uma carreira com sucesso no mundo da música, com certeza teria em Hollywood. Como já ouvi imensas mulheres dizerem “Não conseguia imaginar um Joker sexy, até ver Jared”. Claro que este Joker é mais extravagante. Mais abaixo deixarem links sobre artigos que a Magazine HD publicou sobre o guarda-roupa da Harley Quinn e do Joker, que para mim foram os melhores figurinos do filme.

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Também Viola Davis (a Annalise de How to get away with murder) esteve fantástica, tal como o resto do elenco. Mas estes três atores foram os meus favoritos, sem dúvida. Já sobre a personagem de Viola Davis, a Amanda Waller, não posso dizer o mesmo haha

Quanto ao filme… Os efeitos estão ótimos, tal como o guarda-roupa (figurino) e a imagem (fotografia, ou algo do género. Não me recordo o nome dado à parte visual do filme). A história em si, tal como o guião, está engraçada (o que me recordou um pouco “Deadpool” da Marvel) mas também bem produzida. O único defeito/parte que não gostei e que tenho que apontar é a ausência de cenas. Cenas que apareceram no trailer, em fotos divulgadas ao longo do ano, e também a aparição do Joker (Jared Leto) que muitas pessoas, como eu, pensavam que iria ter destaque mas que no entanto pouco apareceu. O Joker é o meu personagem favorito da DC, mas penso que não sou a única a achar incomoda esta parte. Afinal de contas, ele está destacado como sendo parte do elenco principal e acho que teria sido uma boa aposta trazer mais cenas para o filme, em vez de exclui-las, pois o ator confirmou numa entrevista que gravou imensas cenas e que grande parte delas foram postas de parte.
Só resta rezar para que estas cenas e outras, apareçam no futuro DVD, que espero que não demore muito a sair!

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Alguém já viu o filme? Partilhem comigo as vossas opiniões! Se não, aproveitem o fim de semana, e corram para o cinema!

Esquadrão Suicida | O sensual guarda-roupa de Harley Quinn – Magazine HD 
Esquadrão Suicida | As loucas indumentárias do Joker – Mazagine HD 

TRAILER

[FILME] Belle (2013) – Opinião

99e524e9dd50c21c003f2db9ae89aa3c26f17Título original: Belle
Género: Drama, Histórico, Romance
Data de lançamento: Maio de 2014
Elenco Principal: Gugu Mbatha-Raw, Sam Reid, Tom Felton, Sarah Gadon, Tom Wilkinson
A minha classificação: 10/10

Sinopse: Dido Elizabeth Belle (Gugu Mbatha-Raw) é a filha do capitão britânico John Lindsay (Matthew Goode) com uma escrava africana. Após a morte da mãe, Dido vai morar na Inglaterra com o tio, Lorde Mansfield (Tom Wilkinson), para ser criada como uma dama da aristocracia. A jovem se apaixona pelo advogado John Davinier (Sam Reid), mas esse relacionamento irá enfrentar os preconceitos da sociedade inglesa.

Opinião: Não consigo pensar numa razão que me impeça de dar um 10 a este filme. Não é certamente dos meus filmes favoritos, mas a forma como o realizador agarrou nesta história e a transformou num filme alcançou a “perfeição”, por isso dou 10 estrelas a este filme.

Poderia começar por dizer que adoraria ter visto mais romance neste filme, porém nãoGugu Mbatha-Raw Sarah Gadon considero que este filme tenha sido produzido para se focar no romance entre uma mulher

Acho que faz falta este tipo de filmes. Filmes que mostrem que somos todos pessoas, que o que importa é o que somos e não a nossa cor ou o nosso estatuto social/hierárquico. Infelizmente, a sociedade que vemos neste filme, ainda existe nos dias de hoje. Não com tanta “força”, mas ainda existe. E foi principalmente por isto que adorei o filme.
As imagens são fantásticas, tal como o guarda-roupa, o elenco e obviamente, o guião num todo. O facto de este filme ser baseado numa história real, só torna o filme ainda melhor.

Recomendo, sem dúvida! Para fãs de história politica, monárquica, ou de outros assuntos como a Escravidão, este filme é ótimo. E para quem gosta de filmes como “Maria Antonieta”, “A Duquesa” ou “Orgulho e Preconceito”, de certeza que irão adorar este filme, porque também eu sou fã de história passadas em outros séculos e este filme está de parabéns em relação à caraterização da época, como à forma como tratou deste assunto tão negro e marcante.

Trailer 

[FILME] A Lenda da Tarzan – Opinião

iuyTítulo original: The Legend of Tarzan 
Gênero: Aventura, Ação
Data de lançamento: Julho de 2016
Elenco Principal: Alexander Skarsgard, Margot Robbie, Christoph Waltz, Samuel L. Jackson, Djimon Hounson
A minha classificação: 8/10 estrelas

Sinopse: Releitura da clássica lenda de Tarzan, na qual um pequeno garoto órfão é criado na selva, e mais tarde tenta se adaptar à vida entre os humanos. Na década de 30, Tarzan, aclimatado à vida em Londres em conjunto com sua esposa Jane, é chamado para retornar à selva onde passou a maior parte da sua vida onde servirá como um emissário do Parlamento Britânico.

Opinião:  Não me lembro de um único filme da Disney (lançado enquanto eu era criança) que eu não tenha visto. Tarzan foi um filme totalmente diferente para mim, pois escapava ao conjunto de filmes das princesas Disney, mas não deixava de ser um filme que adorei e que até hoje continua a passar-me uma mensagem.
E como começa a ser hábito adaptar um desenho animado para algo mais “real” (neste caso com atores e não desenhos), “Tarzan” não foi exceção. O trailer prometia, e terminei a ver o filme com as minhas expectativas, que eram altas quando o comecei a ver, superadas.

O filme é algo de especial! Penso que ao contrário das outras adaptações de filmes, de desenho animados, da Disney, “A Lenda de Tarzan” é sem dúvida uma das melhores até agora, e talvez a minha favorita. Há algo de mágico e diferente. A mensagem continua a envolver qualquer pessoa que veja o filme: Não tem uma frase bonita como “a beleza vem de dentro”. Não. Neste filme, vemos mais uma vez que os humanos muitas vezes são os
monstros e que não devemos voltar-nos contra a natureza, pois até mesmo os mais selvagens são seres vivos e merecem ser tratados com respeito.

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Algo que eu receava um pouco neste filme era a hipótese de os animais falarem. Não me recordo se o filme original da Disney, trouxe-nos macacos que falam, mas a ideia de o fazerem num filme, com imagens reais e personagens de carne de ossos, deixou-me com receio em relação ao filme. Mas nada disto apareceu no filme, para meu alívio, e cheguei até a surpreender-me com a forma fantástica que o realizador e toda a equipa conseguiram fazer com que os animais agissem de forma a comunicar. Achei que isto foi o mais belo neste filme, pois vemos a natureza de uma forma pura, e achei ainda mais fantástica a atuação de Alexander Skarsgård como Tarzan, que foi mesmo fantástica, pois toda ela permitiu-me ficar completamente apaixonada e envolvida pela história.
Também Margot destacou-se e não imagino uma atriz melhor para o papel de Jane! O romance entre Jane e Tarzan é lindo e acho que esta dupla de atores representou bastante bem este amor único e muito peculiar.

Gostaria de ter visto um pouco mais do passado de Tarzan, apesar de ser conhecido pela maioria da minha geração. Gostaria de ter visto mais da Jane a relacionar-se com os animais. Acho que faltou isto, para eu considerar este filme um filme de 10 estrelas.

Considero este um daqueles filmes cuja opinião é difícil de dar, pois o filme é especial e fantástico por várias razões, mas principalmente pela sua imagem e pela forma como construíram as cenas da natureza. É um filme que recomendo para qualquer pessoa que adore animais, que adore a Disney. É um filme que qualquer um deve ter no seu CV cinematográfico!

Trailer

Harry Potter e a Pedra Filosofal (Harry Potter #1) – J.K. Rowling [Opinião]

23506567Título Original: Harry Potter and the philopher’s stone
Publicação: Março 2016 (re-impressão na nova edição) 
Editor: Editorial Presença 
ISBN: 9789722325332
PVP: 13,90€
A minha classificação: 5/5 estrelas

Sinopse: “Harry Potter é antes de mais o fenómeno editorial de 1999. É-o porque demove crianças de jogos de computador e de infindáveis horas frente ao televisor. É-o porque está traduzido em cerca de 30 idiomas. É-o porque tem angariado os mais importantes prémios de literatura infanto-juvenil. É-o, por fim e entre outras inúmeras razões, porque ocupa há meses consecutivos os primeiros lugares das mais importantes listas de vendas mundiais. Mas Harry Potter, o personagem dos livros de J. K. Rowling, não é um herói habitual. É apenas um miúdo magricela, míope e desajeitado com uma estranha cicatriz na testa.
Estranha, de facto, porque afinal encerra misteriosos poderes que o distinguem do cinzento mundo dos muggles (os complicados humanos) e que irá fazer dele uma criança especialmente dotada para o universo da magia. Admitido na escola Howgarts onde se formam os mais famosos feiticeiros do mundo, Harry Potter irá viver todas as aventuras que a sua imaginação lhe irá propocionar. Um grande sucesso editorial que os mais jovens adoram e que apetece também aos adultos.”

Opinião: Já não lia Harry Potter à imenso tempo. Talvez tenha lido o último livro nos meus 14 ou 15 anos. E depois de ler “Harry Potter and the Cursed Child“, que é o oitavo livro mas em formato de texto dramático, algo despertou em mim a vontade de reler os livros de novo, e já que queria fazer a coleção desta nova, fantástica e irresistível edição de 15 anos, juntei o útil (reler) ao agradável (colecionar).

Começou assim a minha “jornada” por este mundo que marcou parte da minha infância e adolescência. Um mundo que abriu-me portas a uma realidade onde viria tornar-me neste devoradora de livros que sou hoje.
Pela primeira vez em muito tempo, decidi reler um livro, em vez de pegar num livro que tenha por ler, e foi realmente uma sensação muito boa. Foi, principalmente, bom reviver as aventuras deste “rapazinho” de óculos e com uma cicatriz na testa. Acho que o facto de reler o livro agora em idade adulta, permitiu-me ver este primeiro livro de uma forma totalmente diferente, e de certe modo, consegui desfrutar muito mais da escrita de J.K. Rowling, ao mesmo tempo que senti uma nostalgia enorme pelo tempo em que brincava com os meus amigos, em criança, “à” Harry Potter. Claro que eu tinha que ser a Hermione Granger, haha

Se na altura em que li os livros, pela primeira vez, gostei e fiquei totalmente encantada com este mundo mágico que a autora nos traz, ao reler, consegui ter um segundo olhar sobre coisas que, de certeza de que quando o li em criança, não achei que fosse muito importante e de certa forma marcante.

É uma coisa que recomendo imenso a todos os que adoram Harry Potter e que leram este gfdúltimo livro lançado, à pouco menos de três semanas: Recomendo relerem a série, se assim tiverem vontade, pois não importa a nossa idade, Harry Potter é para todas as gerações, e a cada re-leitura que fizermos, iremos descobrir novas coisas, às quais não prestamos atenção, entre outras coisas.

Relativamente ao livro em si… Adorei ter terminado de ler um livro, em que Harry Potter é muito mais velho, e depois ter voltado atrás e ter pegado neste primeiro livro, que me levou de volta ao tempo do Harry de 11 anos. Obviamente, que depois de ler o livro, vi o filme também, e tudo isto em conjunto tornou esta re-leitura muito mais especial. Há personagens às quais não prestei muita atenção, quando li o livro pela primeira vez (este em especial), mas que depois de ler toda a série, não me são indiferentes, como o Severus Snape ou até mesmo uma “simples” coruja como a Hedwig.
Honestamente, quando li os livros, a escrita de Joanne Rowling não me chamava muita atenção e li os livros principalmente pelo mundo em si. Mas hoje, consegui ver nessa escrita algo de especial, pois não é qualquer um escritor que consegue fazer descrições que nos levem a imaginar tudo ao ínfimo pormenor e até a levar-nos a Hogwarts através da nossa mente.

Dizer que estou ansiosa por reler os próximos, é pouco. Entretanto, comprei os dois livros seguintes “Harry Potter e a Câmara dos Segredos” e “Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban”. A quem estiver a procurar os livros (nesta nova edição), não deixem de aproveitar a promoção do Continente, com 40% de desconto imediato em toda a série (a decorrer até 15 de Agosto). E como não podia deixar de ser, agora entrei numa “reading slump”, ou ressaca literária, e ando há não sei quanto tempo sem saber o que ler, porque Harry Potter é Harry Potter e depois de lermos os livros, é normal que sintamos que não iremos ler nada igual ou melhor.

The Last Star (The 5th wave #3) – Rick Yancey [Opinião]

13417381Título Original: The Last Star
Publicação: 2016
Editor: Penguin Books Ltd
ISBN: 9780141345925
PVP: 12,75€ (nas livrarias portuguesas) | 11,88€ (no site bookdepository.com )
A minha classificação: 2/5 estrelas

Sinopse: ” ‘The Last Star’ is the heart-stopping finale to the bestselling ‘5th Wave’ series by award-winning author, Rick Yancey. Perfect for fans of 2The Hunger Games”, ‘Divergent’ and ‘The Maze Runner2’. «The enemy is Other. The enemy is us. They’re down here, they’re up there, they’re nowhere. They want the Earth, they want us to have it. They came to wipe us out, they came to save us. But beneath these riddles lies one truth: Cassie has been betrayed. So has Ringer. Zombie. Nugget. And all 7.5 billion people who used to live on our planet. Betrayed first by the Others, and now by ourselves. In these last days, Earth’s remaining survivors will need to decide what’s more important: saving themselves… or saving what makes us human.»”

Opinião: Desilusão. Desilusão é a melhor palavra para descrever o que este livro foi para mim.
É verdade que o segundo livro “The Infinite Sea” (“O Mar Infinito” em Português) não foi dos melhores livros que já li e comparado ao primeiro livro, “The 5th Wave” (“A 5ª Vaga” em Português), foi fraco.
Posso dizer que esta foi talvez a pior trilogia que já li. O primeiro livro foi fantástico, e podia ter sido o inicio de uma trilogia marcante e de 5 estrelas. Mas por algum motivo, o autor decidiu estragar o entusiasmo que milhares de pessoas sentiram ao ler o primeiro livro, e começar a descrever cenas de guerra, dando importância a personagens incrivelmente chatas. Tudo isto, no segundo.
E agora, que finalmente terminei de ler o terceiro e último livro (cheguei a pensar em desistir e ficar com metade do livro lido apenas), chego à conclusão que Rick Yancey certamente que escreveu estes dois últimos livros só para fazer desta história (inicialmente fantástica) uma trilogia. Desnecessário. Penso que se ele tivesse terminado o primeiro livro de uma forma mais conclusiva, teria ficado ótimo por ali, e os fãs de “The 5th Wave” teriam ficado satisfeitos, e não desiludidos.
Como já tinha mencionado no meu post “Leituras de Junho” (e também no instagram), este foi o primeiro livro que li em inglês (que comecei a ler, porque antes de o terminar, li “Harry Potter and the Cursed Child – Part I and II“). Gostei da experiência, e em termos de escrita, é uma escrita fácil de se acompanhar, e não considero este inglês muito difícil. Claro que penso em continuar a ler mais livros em inglês, porque além de mais baratos, muitas vezes é mais satisfatório ler as palavras do escritor (e não traduzidas). Não sei explicar… Sinto que é diferente. Que as palavras originais é que realmente dizem se o escritor é bom ou não.

História:
Achei-a fraca, e sem nexo muitas vezes. Penso que não seja por o livro ser em inglês, mas sim do escritor… Dava por mim, quase sempre, a ter que reler uma cena, pois quando chegava ao fim dela, não tinha percebido o que havia acontecido. Ou às vezes, via-me perdida, esquecendo coisas, ou simplesmente, ficava “O quê? Mas quê?”. A história é bastante confusa, sem uma base concreta pois o que vemos neste livro é ações de guerras. Subir não sei o quê, disparar armas, blá blá. O primeiro livro foi ótimo. O segundo começou por ser mais ou menos, mas acabou por ser confuso também. Mas a história deste é simplesmente… Não tem sentido, e nem parece que foi escrita pelo mesmo escritor do primeiro livro!

Personagens:
No meu post de “Tag: Perguntas Literárias“, disse que se tivesse que eliminar ou matar um personagem, esse personagem seria a Ringer, desta trilogia. E sinceramente, essa vontade só cresceu. Achei-a tão “inútil” na história (tal como no segundo livro), enquanto uma das narradoras. Há uma coisa que lhe acontece, que me fez pensar imenso em que momento é que aconteceu algo no livro anterior que levasse àquilo! Por isso, eu digo que até mesmo o anterior livro foi confuso.
A Cassie foi talvez a única personagem de que gostei neste livro. Só irritou-me o facto de o Sam se esquecer do Abcedário ser muito importante, ao ponto desta mencioná-lo não sei quantas vezes. Quem é que, no meio de uma guerra, se preocupa com isso?
O Ben continua sendo… ele, mas a relação que ele vai criando com uma certa personagem chega a confundir-me, pois pensei que ele terminasse com outra personagem.. Mas enfim!!!

Final:
Foi ainda mais confuso, apesar de ter algumas partes bonitas, mas finais de certas personagens que simplesmente não fazem sentido, e que me surpreenderam, de uma forma negativa. Um exemplo é a Ringer. Quem conhece a Ringer, irá certamente ficar chocado com o final que lhe foi destinado.
E o que todos queremos saber desde o inicio, o porquê de invadirem o planeta terra, acaba por não ser explicado ou pelo menos, há uma tentativa de o ser feito mas acaba por tornar-se numa explicação confusa, que não faz sentido algum.

Em suma… Não me lembro de alguma vez ter feito uma opinião tão negativa ou de ter dado uma classificação tão baixa a um livro. Mas este livro tem poucos pontos positivos, e para ser sincera, se soubesse que acabaria por desiludir-me, tinha-me ficado pelo primeiro livro. E é uma coisa que recomendo. Leiam o primeiro livro, e se gostarem, fiquem por ali, caso não queiram ser desiludidos!
O que eu esperava, sinceramente? É normal que o segundo livro de uma trilogia possa ser um pouco mais fraquinho, pois é a ponta entre o primeiro livro e o último, mas eu esperava que este último livro fosse um pouco melhor que o segundo e que desse um final digno a uma trilogia, que começou da melhor forma mas terminou da pior.

Leituras de Julho [2016]

Após ter completado o meu desafio do goodreads (ler 50 livros este ano), o qual decidi não alterar, li mais outros 7 livros.

E desses 50 livros, 4 livros entram ainda nas leituras deste mês, o que no total, dão 11 29056083livros!
Ok, 11 livros é muito, mas esperava ter lido mais, sendo que estou de férias, pois nos últimos meses tenho lido sempre à volta deste número.

Porém… Li “A Viajante” (o terceiro livro de Outlander, de Diana Gabaldon), pelo que não posso deixar de ficar orgulhosa de mim mesma por, mesmo assim, ter chegado ao meu número “habitual” de livros lidos, pois os livros de Outlander, como todos sabem, são enormes quanto ao número de páginas e, para ajudar, a letra é pequenissíma. Mesmo tendo lido um livro de 800 e poucas páginas, consegui ler mais outros 10 livros e, sinceramente não sei como…

Como sempre, as opiniões estarão disponíveis ao clicarem sobre os títulos dos respetivos livros!

E estas foram as minhas leituras de Julho:

“A Herdeira” (A Seleção #4, A Herdeira #1) de Kiera Cass – Lido num só dia e foi uma das minhas leituras favoritas do mês de Julho. Mal posso esperar pelo lançamento do próximo 13417381livro, que espero que seja antes do final de 2016!
“Sedução da Noite” (Predador na Noite #7) de Sherrilyn Kenyon – Não é dos meus favoritos desta série, mas foi uma leitura agradável.
“Pecados na Noite” (Predador na Noite #8) de Sherrilyn Kenyon – Talvez um dos meus livros favoritos da série Predador na Noite (sendo que já li 8 até agora). Espero que neste mês de Agosto, consiga ler o livro a seguir “À solta da noite”.
“A Viajante” (Outlander #3) de Diana Gabaldon – Outra leitura favorita do mês e dizer que estou ansiosa por ler o próximo livro “Os tambores do Outono” é pouco.
“Os 100 – O Regresso a Casa” (Os 100 #3) de Kass Morgan – A minha terceira leitura favorita do mês e tornou-se o meu favorito da trilogia.
“A Rapariga do Calendário – Janeiro, Fevereiro e Março” (Livro 1) de Audrey Carlan – Foi uma enorme surpresa e acabou por ser outra leitura favorita de Julho.
“A Rapariga do Calendário – Abril, Maio e Junho” (Livro 2) de Audrey Carlan – Depois de ler o primeiro, não resisti e li de imediato o segundo, mal o recebi! Agora é esperar até Setembro, com esperanças de que os próximos sejam ainda melhores.
“Despertada” (Casa da Noite #8) de P.C. Cast + Kristin Cast – Lá reuni coragem e comecei a ler, e acabei por ser surpreendida e encontrar outra vez o ponto que me fez gostar tanto desta série quando a comecei a ler. Ainda faltam outros 5, vamos ver se não volto a enjoar até lá…
“A Maldição do Vencedor” (The Winner’s #1) de Marie Rutkoski – Depois de uma enorme esperar, lá chegou a Portugal e não pude deixar de adorá-lo. Ainda hoje dou por mim a olhar para a capa e a pensar “Ainda bem que não alteraram a capa” haha
“O Lar da Sen30843039hora Peregrine para Crianças Peculiares” (Miss Peregrine’s #1) de Ransom Riggs – Esta foi, sem dúvida, a maior surpresa, pois as minhas expectativas não eram muitas, mas à medida que fui lendo-o, dei por mim a envolver-me na história e adorá-la.
“Diz-me Quem És” de Jessica Bird/J.R. Ward – Talvez a leitura mais fraquinha do mês.. Foi uma história previsível, um pouco banal, mas mesmo assim gostei do livro. No entanto, continuo indecisa se leio outros livros da autora ou se fico-me por aqui, pois não foi um livro que me marcou.

Foram muitas e foram quase todas ótimas leituras e que de alguma forma me marcaram!

E vocês? O que leram no mês de Julho? Já leram ou planeiam ler algum destes livros?

Harry Potter and the Cursed Child (Harry Potter #8) – J. K. Rowling, John Tiffany and Jack Thorne [Opinião]

626F6F78747265616D=7474747474727576707<7473Título Original: Harry Potter and the Cursed Child
Publicação: 07/2016
Editor: Little Brown
ISBN: 9780751565355
PVP: 25,50€
A minha classificação: 5/5 estrelas

[ESTA OPINIÃO CONTÉM POSSÍVEIS SPOILERS PARA QUEM NÃO LEU A SÉRIE HARRY POTTER]
Sinopse: “Based on an original new story by J.K. Rowling, Jack Thorne and John Tiffany, a new play by Jack Thorne, Harry Potter and the Cursed Child is the eighth story in the Harry Potter series and the first official Harry Potter story to be presented on stage. The play will receive its world premiere in London’s West End on 30th July 2016. It was always difficult being Harry Potter and it isn’t much easier now that he is an overworked employee of the Ministry of Magic, a husband, and father of three school-age children. While Harry grapples with a past that refuses to stay where it belongs, his youngest son Albus must struggle with the weight of a family legacy he never wanted. As past and present fuse ominously, both father and son learn the uncomfortable truth: sometimes, darkness comes from unexpected places.”

Opinião: Antes de mais: Mesmo que fosse o pior livro do mundo, eu daria 5 estrelas na mesma, pois Harry Potter é Harry Potter!!
Mas… Sendo Harry Potter, e sendo escrito (principalmente) pela J.K. Rowling, é impossível este livro ser menos do que fantástico.

O último livro, não acredito! É verdade, que muitos de nós pensamos que “Harry Potter e os Talimãs da Morte” fosse o último, e então a melhor escritora de todos os tempos, traz-nos um oitavo livro. Porém, agora é definitivo e a própria Joanne Rowling confirmou-o: A história do Harry chegou ao fim.
Como é óbvio, não consegui resistir e comprei o livro, mal este foi lançado. E para minha surpresa, li-o em menos de 24 horas. Surpresa, pois trata-se de um livro em inglês e inglês é ainda um terreno a conhecer, em termos de literatura, por tornar-se cansativo lê-lo durante tanto tempo. Mas talvez o facto de ser mais um “guião” do teatro, ajudou-me a lê-lo ainda mais rápido, do que seria suposto. Juro que ao inicio, eu pensei que fosse mesmo um livro e não um guião! (Para quem considera-se fã, este pensamento merece um “shame on you” haha)

As minhas expectativas já eram bastante altas, por ser o livro que era, escritor pela escritora que é, então depois de o ler, essas expectativas foram superadas. Adorei imenso o livro. Adorei rever personagens como o Draco, o “Golden Trio”, a Minerva, e até mesmo personagens que morreram anteriormente, mas que de alguma forma, retornam a esta “peça”.

Algo que adorei imenso neste livro foram os vários momentos de livros anteriores, como alguns de A Pedra Filosofal e de O Cálice de Fogo, que foram incluídos no livro e que me fizeram ter ainda mais vontade de reler a saga Harry Potter (o que já está incluído nos meus planos para este Verão). O inicio do livro foi talvez a melhor recordação, pois começa 13417381exatamente onde terminou o sétimo livro: Na estação, com aquele momento de elogio a dois grandes diretores de Hogwarts, e como não podia deixar de ser, uma parte de mim ficou bastante contente por rever esta cena!

A história foi uma surpresa em si, pois eu não sabia muito do que se tratava. Sabia apenas que falava sobre um dos filhos de Harry e Ginny, o Albus Severus Potter. Mas dei por mim a adorar, a divertir-me com as aventuras de Albus e de Scorpius, o filho de Draco Malfoy, e como não podia deixar de ser, Scorpius foi o meu personagem favorito de entre esta dupla. Draco Malfoy é o meu favorito da saga Harry Potter e parece que é genético: É impossível não adorar o pai, sem adorar o filho.

Houve algumas surpresas, mais para o fim do livro, que me chocaram e que me fizeram pousar o livro por um momento e que me fizeram sentir um misto de emoções: Riso, choque e juro que tive que reler várias vezes! Quem já leu o livro, certamente percebe de que revelação estou a falar! Embora, por um lado, a personagem em questão não nos traga surpresa, quanto à sua devoção.. Mas ainda agora pergunto-me como é que alguém que não tem nariz, pode ter… bom, vou ficar-me por aqui quanto a isto! haha

Se fosse uma feiticeira, esta história traria, com certeza, uma lição, (que digo novamente: quem já leu, compreende do que falo). Mas até mesmo para nós, “Muggles”, isto serve de lição: O passado é passado e a questão de mudá-lo é algo delicado.

Recomendo, sem dúvida, este livro, mesmo para aqueles que não sabem muito inglês. O livro é bastante fácil de ler-se, principalmente por só tem, na sua maioria, falas, ou seja, não há muitos verbos, e lê-se bem.
Agora, fãs de Harry Potter, é esperar, de dedos cruzados, pela possível digressão da peça de teatro, que passe por Portugal!

Especial Harry Potter – Lançamento e compras

Meses depois, lá chegou o grande dia que muitos leitores esperavam: O lançamento do livro “Harry Potter and the Cursed Child – Part I and II” do dia 30 de Julho para dia 31. Muitos de vocês, certamente que sabem que este dia foi escolhido especialmente por tratar-se, não só do aniversário da criadora deste mundo fantástico, a J.K. Rowling, mas também por ser o 36 aniversário do personagem Harry Potter.

O lançamento mundial decorreu na Livraria Lello, no Porto, porém como sou do centro, era-me praticamente impossível ir até lá, pelo que decidi ir à Fnac do Colombo, onde iria haver também o lançamento do livro à 00H01, tal como nas outras fnacs, mas que traria também eventos relacionados ao livro.20160730_215044
Eram 22h e pouco quando lá cheguei e dirigi-me logo para o local onde haviam mais pessoas concentradas, e onde minutos mais tarde, deu-se inicio a uma longa (mesmo longa) conversa entre os fãs (ansiosos) e um grupo de quatro membros do grupo Estudantes de Hogwarts – Eventos (podem ver o facebook deles aqui).
Porém, percebi que tinha ido à Fnac do Colombo desnecessariamente.. ou seja, foi tudo uma “perda de tempo” no meu ponto de vista, pois só houve conversa, e mais conversa, e nada de especial (houve até uma mulher que saiu de lá a reclamar e a dizer “Fartei-me” e não pude deixar de achar graça a isto). E a desilusão veio mais tarde, quando à 00h02, estando na fila para ver o livro, foi-me dito que só quem fosse comprar o livro, é que o podia pegar, o que acho injusto por um lado, porque uma pessoa tem direito a ver o que está a comprar certo? Mesmo tratando-se de Harry Potter.

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Mesmo assim, não foram só desilusões! Em destaque, tanto na entrada, como junto ao café fnac (que foi onde decorreu a tal “conversa”), haviam vários artigos relacionados a Harry Potter, para além dos livros em inglês e em Português (naquelas edições lindas da Editorial Presença, mais o livro ilustrado). Lá, vi várias coisas, desde merchandising (como uma miniatura da varinha do Harry para exposição, canecas de Slytherin e outras casas de Hogwarts, porta-chaves, etc) aos filmes em várias versões.
Algo que tenho a apontar, e que considero uma falha em termos de estratégia de Marketing, foi não colocarem à venda nas lojas os vários funkos de Harry Potter, que existem no mercado. Mesmo sendo caros, e sendo possível comprá-los mais baratos em lojas como a Casa da Bd (podem ver um artigo que fiz acerca desta loja aqui), achei total desperdício de oportunidade não o fazer, porque num lançamento destes, onde havia centenas de pessoas a comprar tudo o que podiam relacionado a este mundo, vender funkos seria ótimo e de certeza que haveria pessoas que esqueceriam o quanto caro é, pois só de olhar para estes “bonecos”, uma pessoa já sente vontade de comprá-los, então imaginem só se os tivermos fisicamente na mão…

Além do lançamento, venho também falar do meu haul de Harry Potter, claro.

Não comprei o livro no momento do lançamento (e este esgotou logo na Fnac do Colombo) mas quando no Domingo de manhã entrei no Instagram e vi uma imensa quantidade de fotos do livro, senti uma vontade desesperante de ter o livro. Fui então à Fnac mais próxima de mim, e felizmente havia o livro! E agora vem a parte “ridícula” hahaha Eu, desatenta como sou, pensei que este era mesmo um livro, com texto e tudo isso. Mas quando o folheei, vi que este continha, na sua maioria, monólogos. Ou seja, trata-se de uma peça, e o meu entusiasmo cresceu ainda mais, porque eu ADORO ler peças (apesar de só ter lido duas até agora e ainda por cima obrigatória, mas é algo que quero mudar)! E outra parte de mim, suspirou de alívio, pois não conseguia imaginar-me a ler um livro (ainda por cima de uma escritora britânica) em inglês. Monólogos são muito mais fáceis de ler, como é óbvio, porque pouco têm de verbos e são simples (quem vê séries sem legendas ou até mesmo com legendas em inglês, como eu, entende o que quero dizer, de certeza!).
Decidi, então, comprá-lo.

Mas… Não saí da Fnac Colombo de mãos a abanar, como é óbvio! Comprei uma mini caneca com o símbolo dos Slytherin. Havia também uma em tamanho normal, mas achei que a pequena ficaria melhor na minha estante. Verdade seja dita: Eu nunca, mas nunca usarei este tipo de canecas (lindas e maravilhosas) para beber ou algo do tipo. E claro, Slytherin é a minha casa de coração (e por incrível que pareça, o Pottermore colocou-me em Slytherin por duas vezes, e não, não fiz batota, nem nada), por isso foi esta cena que comprei.

Voltando à Fnac de Setúbal. Além do livro, comprei uma última coisinha e muito especial, na minha opinião, pois sempre quis ter uma cópia deste: Um “Time-Turner”. Não me lembro qual o seu nome em inglês. Mas este é o símbolo que surge em “Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban”, usado pela Hermione e pelo Harry, e é um dos símbolos, da série de livros, de que mais gosto!

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No fim, foram só dois “artigos” que comprei, para além do livro, mas considero estas umas compras muito especiais e as melhores de sempre!
Infelizmente, não me lembrei de tirar fotos às exposições de artigos para venda, em ambas as fnacs.

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Deixo aqui o link da fnac, de cada uma das coisas que comprei, com os respetivo preço:
“Harry Potter and The Cursed Child – Part I and II” – J.K. Rowling, John Tiffany and Jack Thorne (Little Brown): 25,50€
Mini Kit Harry Potter’s Time Turner + Sticker Book: 11,25€
Mini Mug Slytherin: 4,99€ (Não se encontra disponível no site. Apenas devem encontrar nas lojas físicas)

E amanhã, poderão contar com a opinião do livro “Harry Potter and the Cursed Child”, mas atenção: Como disse, eu adoro (ler) peças de teatro, pelo que peço que não haja julgamentos da parte de ninguém, como por exemplo “Como é que ela gosta disto?”. Já ouvi imensas criticas pouco positivas, mas isso vindo de pessoas que não gostam deste estilo de literatura, por isso.. 

A Rapariga do Calendário – Abril, Maio e Junho (livro 2) – Audrey Carlan [Opinião]

13417381Título Original: Calendar Girl – April, May and June
Publicação: 07/2016
Editor: Editorial Planeta
ISBN: 9789896578039
PVP: 17,99€
A minha classificação: 4/5 estrelas

Sinopse: “O 2º livro da nova série, o novo fenómeno erótico, após As Cinquenta Sombras de Grey. Mais de 2 500 000 exemplares vendidos da série nos EUA.
A jornada de Mia Saunders, acompanhante por força das circunstâncias, continua neste segundo volume de A Rapariga do Calendário! Nos três meses que se seguem, Mia viaja para Boston, Oahu e Washington DC.”

Opinião: Antes de mais, os meus parabéns à Planeta por publicarem mais um livro fantástico (principalmente a série em si), e um enorme “obrigada” por acederem à minha proposta e enviarem-me o livro.

Um elogio que não fiz na opinião do livro anterior, mas sinto que devo fazer, mais como um agradecimento, é o facto de a nossa editora Portuguesa ter decidido colocar três meses em cada livro, publicando ao todo quatro livros. De certeza que há pessoas que “reclamam” e que gostariam que fossem menos livros, pois talvez o livro ficasse mais barato, porém algo que descobri recentemente é que nos EUA e no Brasil, cada livro corresponde a um mês, o que torna obviamente a série de livros mais cara, enquanto que cá em Portugal, a Editorial Planeta fez uma ótima escolha que, além de nos permitir desfrutar melhor do livro e não sentir tanta ansiedade pelo livro seguinte (como imagino que aconteça no Brasil), traz-nos um valor mais barato. Por isso, mais uma vez: Obrigada Planeta por pensarem em tudo!

Mas falando da história deste segundo livro…

Vou já explicar o porquê de não ter dado 5 estrelas, mas sim 4. O livro não perdeu qualidade. Pelo contrário, continua tão bom quanto o primeiro e adorei-o. Ri-me imenso com a Mia, dei por mim a envolver-me cada vez mais nesta história viciante e que me deixa curiosa sobre como terminarão as coisas no final do ano.
O que me fez dar menos um estrela foram os homens destes 3 meses. Adorei-os a todos, principalmente ao Mason, apesar da ter gostado da história do velho Warren. Não gostei tanto do Tai ao inicio, como gostei dos outros, mas no fim do mês deste, acabei por gostar um pouco mais. Porém, e apesar de as histórias continuarem a ser igualmente divertidas, com melhor amiga da Mia a aparecer mais (trazendo consigo momentos de longas ggargalhadas), os homens do livro anterior foram muito mais cativantes e marcantes. No fundo, o que quero dizer é que o livro é ótimo, sem dúvida! Os homens são igualmente fantásticos, mas penso que é normal da minha parte, e de qualquer leitor, acabar por comparar os 3 homens atuais com os anteriores, certo? Se não fosse esta comparação, seria obviamente um livro de 5 estrelas. Mas a história em si é de 5 estrelas, claro!

Ao contrário do livro anterior, neste temos um acontecimento final um pouco chocante. Confesso, que não o esperava, apesar de suspeitar, mas como os outros 5 meses tinham decorrido sempre na “perfeição”, qualquer leitor(a) acaba por achar essa suspeita fraca. Mas chocou-me mesmo, e foi o final do livro que me fez gostar ainda mais de alguns homens anteriores.

Algo que continuo a adorar nestes livros, é a forma como a escritora consegue trazer de volta personagens anteriores, mesmo que seja só mencionando um nome ou fazendo-o surgir numa cena, e tudo isto, sem parecer… “forçado”. Tudo encaixa-se bem. A escrita continua fluente, engraçada e simples, de uma forma agradável, que não traz consigo aquele enjoou que muitas vezes sentimos ao ler tantas páginas de uma só vez.

Neste livro, não consigo dizer qual o meu mês favorito, pois sinto que estão todos ao mesmo nível. Mas em termos de final de cada mês, o mês de Maio foi o melhor, sem dúvida!
Agora é esperar (ansiosamente) até Setembro, e ver quem será o “para sempre” da Mia, no final desta jornada, que espero que seja o Wes. Se não for, pelo menos coloquem-me o Alec em segundo plano, por favor haha