Harry Potter and the Cursed Child (Harry Potter #8) – J. K. Rowling, John Tiffany and Jack Thorne [Opinião]

626F6F78747265616D=7474747474727576707<7473Título Original: Harry Potter and the Cursed Child
Publicação: 07/2016
Editor: Little Brown
ISBN: 9780751565355
PVP: 25,50€
A minha classificação: 5/5 estrelas

[ESTA OPINIÃO CONTÉM POSSÍVEIS SPOILERS PARA QUEM NÃO LEU A SÉRIE HARRY POTTER]
Sinopse: “Based on an original new story by J.K. Rowling, Jack Thorne and John Tiffany, a new play by Jack Thorne, Harry Potter and the Cursed Child is the eighth story in the Harry Potter series and the first official Harry Potter story to be presented on stage. The play will receive its world premiere in London’s West End on 30th July 2016. It was always difficult being Harry Potter and it isn’t much easier now that he is an overworked employee of the Ministry of Magic, a husband, and father of three school-age children. While Harry grapples with a past that refuses to stay where it belongs, his youngest son Albus must struggle with the weight of a family legacy he never wanted. As past and present fuse ominously, both father and son learn the uncomfortable truth: sometimes, darkness comes from unexpected places.”

Opinião: Antes de mais: Mesmo que fosse o pior livro do mundo, eu daria 5 estrelas na mesma, pois Harry Potter é Harry Potter!!
Mas… Sendo Harry Potter, e sendo escrito (principalmente) pela J.K. Rowling, é impossível este livro ser menos do que fantástico.

O último livro, não acredito! É verdade, que muitos de nós pensamos que “Harry Potter e os Talimãs da Morte” fosse o último, e então a melhor escritora de todos os tempos, traz-nos um oitavo livro. Porém, agora é definitivo e a própria Joanne Rowling confirmou-o: A história do Harry chegou ao fim.
Como é óbvio, não consegui resistir e comprei o livro, mal este foi lançado. E para minha surpresa, li-o em menos de 24 horas. Surpresa, pois trata-se de um livro em inglês e inglês é ainda um terreno a conhecer, em termos de literatura, por tornar-se cansativo lê-lo durante tanto tempo. Mas talvez o facto de ser mais um “guião” do teatro, ajudou-me a lê-lo ainda mais rápido, do que seria suposto. Juro que ao inicio, eu pensei que fosse mesmo um livro e não um guião! (Para quem considera-se fã, este pensamento merece um “shame on you” haha)

As minhas expectativas já eram bastante altas, por ser o livro que era, escritor pela escritora que é, então depois de o ler, essas expectativas foram superadas. Adorei imenso o livro. Adorei rever personagens como o Draco, o “Golden Trio”, a Minerva, e até mesmo personagens que morreram anteriormente, mas que de alguma forma, retornam a esta “peça”.

Algo que adorei imenso neste livro foram os vários momentos de livros anteriores, como alguns de A Pedra Filosofal e de O Cálice de Fogo, que foram incluídos no livro e que me fizeram ter ainda mais vontade de reler a saga Harry Potter (o que já está incluído nos meus planos para este Verão). O inicio do livro foi talvez a melhor recordação, pois começa 13417381exatamente onde terminou o sétimo livro: Na estação, com aquele momento de elogio a dois grandes diretores de Hogwarts, e como não podia deixar de ser, uma parte de mim ficou bastante contente por rever esta cena!

A história foi uma surpresa em si, pois eu não sabia muito do que se tratava. Sabia apenas que falava sobre um dos filhos de Harry e Ginny, o Albus Severus Potter. Mas dei por mim a adorar, a divertir-me com as aventuras de Albus e de Scorpius, o filho de Draco Malfoy, e como não podia deixar de ser, Scorpius foi o meu personagem favorito de entre esta dupla. Draco Malfoy é o meu favorito da saga Harry Potter e parece que é genético: É impossível não adorar o pai, sem adorar o filho.

Houve algumas surpresas, mais para o fim do livro, que me chocaram e que me fizeram pousar o livro por um momento e que me fizeram sentir um misto de emoções: Riso, choque e juro que tive que reler várias vezes! Quem já leu o livro, certamente percebe de que revelação estou a falar! Embora, por um lado, a personagem em questão não nos traga surpresa, quanto à sua devoção.. Mas ainda agora pergunto-me como é que alguém que não tem nariz, pode ter… bom, vou ficar-me por aqui quanto a isto! haha

Se fosse uma feiticeira, esta história traria, com certeza, uma lição, (que digo novamente: quem já leu, compreende do que falo). Mas até mesmo para nós, “Muggles”, isto serve de lição: O passado é passado e a questão de mudá-lo é algo delicado.

Recomendo, sem dúvida, este livro, mesmo para aqueles que não sabem muito inglês. O livro é bastante fácil de ler-se, principalmente por só tem, na sua maioria, falas, ou seja, não há muitos verbos, e lê-se bem.
Agora, fãs de Harry Potter, é esperar, de dedos cruzados, pela possível digressão da peça de teatro, que passe por Portugal!

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