A Rapariga do Calendário – Julho, Agosto e Setembro (livro 3) – Audrey Carlan [Opinião]

99e524e9dd50c21c003f2db9ae89aa3c26f17Título Original: Calendar Girl – July, August and September – Book 3
Publicação: 7/Set/2016
Editor: Editorial Planeta 
ISBN: 9789896578275 
PVP: 17,99€
A minha classificação: 5/5 estrelas

[ESTA OPINIÃO PODE CONTER SPOILERS DOS DOIS LIVROS ANTERIORES]

Sinopse: A vida de Mia Saunders continua no terceiro livro perversamente escaldante da série «A Rapariga do Calendário»! Nestes três meses, Mia desloca-se a Miami, ao Texas e à sua terra natal, Las Vegas.
Em Julho, será sedutora num videoclip do artista de hip-hop, com discos de platina, Anton Santiago. A recuperar do trauma sofrido em Junho, a nossa rapariga abre o coração e descobre que correr riscos lhe concederá o que sempre desejou, necessitou e muito mais.
Em Agosto, Mia viaja para o Texas vestindo a personagem e representando o papel de ser a irmã perdida do magnata do petróleo e importante homem de negócios Maxwell Cunningham. O trabalho devia ser canja, só que são revelados segredos do passado que mudarão o que sempre acreditou ser verdade.
Em Setembro, Mia parte para a sua Sin City, onde o mundo à sua volta parece desmoronar-se. As pessoas que ama travam batalhas para as quais não está preparada, mas que se sente desesperada por resolver antes de perder tudo.

Opinião: Qualquer leitor, que já tenha lido pelo menos 3 ou mais séries, deve concordar comigo, quando digo que o primeiro livro será quase sempre o melhor e dificilmente os seguintes o ultrapassaram. Não vejo isto como algo mau, claro. Não é porque o primeiro é o melhor, que os outros deixam de ser bons. Mas este terceiro livro, é uma excepção à regra, sem dúvida!
Quando pensei que nenhum livro, dentro desta série, seria melhor do que o primeiro (especialmente, do que o primeiro mês), estava errada e o mês de Agosto e Setembro provou isso. Ao contrário dos outros, aqui encontramos muito mais drama, mas no fim, é esse drama que agarra um leitor e que fez deste livro o meu favorito, até agora, e desta  série algo de especial e marcante.

Julho: Um pouco idêntico, em certas partes, ao mês do Mason (penso que o mês de Abril), mas confesso, que dei por mim a gostar mais deste mês, em comparação com o seu semelhante anterior. Depois do final chocante que o segundo livro nos trás, penso que a99e524e9dd50c21c003f2db9ae89aa3c26f17 autora conseguiu descrever de uma forma real, que o que aconteceu à Mia, realmente a traumatizou. Isto era algo que não esperava. Achei que talvez a Mia conseguisse de alguma forma superar isso, mas não, não o fez, e eu realmente gostei que a autora tivesse trazido esse ponto para a história, pois foi essencial para os acontecimentos e desfechos que vemos durante este livro.

Agosto e Setembro: Há já algum tempo (talvez desde “A Princesa Mecânica” de Cassandra Clare) que não sentia um turbilhão de emoções ao mesmo tempo: revolta, nervosismo, tristeza, alegria, entre outros, e sem dúvida, muitas gargalhadas, se bem que isto não é propriamente uma emoção, mas pronto…

Agosto foi um mês de revelações, por um lado bastante chocantes, do tipo “Uau! O quê? Como assim? Mas assim ela já pode saldar a divida, então o que é que ela vai fazer? Mas isto é fantástico!”. Não soube como reagir ao que nos é revelado neste mês. E no mês de Setembro, Audrey Carlan traz mais revelações e momentos tristes e repletos de tensão e nervosismo. Se achei que o livro anterior teve um final um tanto chocante, estes dois últimos meses (deste livro) vieram para deixar qualquer um a “roer unhas” de tantos momentos chocantes. Não esperava realmente! E um ponto que tenho que mencionar, é a forma como a autora sobre descrever todos esses momentos, através da visão da Mia, o que no fim, me fez sentir esse tal turbilhão de emoções.

Mesmo sendo um livro mais cheio de drama, e com menos cenas eróticas, dei por mim a gostar muito mais deste livro do que dos anteriores e até agora, é, sem dúvida, o meu favorito! O primeiro foi ótimo. O segundo foi bom. E quando uma pessoa, que está habituada a ver uma série a “regredir” (mesmo que continue boa) do excelente para o razoável, este livro tornou-se uma exceção e foi… FANTÁSTICO! Mesmo assim, fantástico não chega para descrever o quanto adorei esta leitura. Mal posso esperar pelo desfecho, mas ao mesmo tempo, como pode uma pessoa despedir-se desta “família” toda que a Mia reuniu ao longo dos meses? São, sem dúvida, personagens que ficaram na memória de qualquer um que leia estes livros.

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