The Call (The Call #2) – Peadar O’Guilin [Opinião]

19145901_1038050269661595_2266948253515354979_nTítulo Original: The Call
Publicação: Junho de 2017
Editora: Topseller
ISBN: 9789898869081
PVP: 16,59€ – Compra-o em www.wook.pt  
A minha classificação: 3,5/5 estrelas

Sinopse: Três minutos
Uma trombeta soa à distância. Foste Chamado. Agora, à tua volta, só vês cinzento. Este novo mundo não tem cor e sabes que vais começar uma corrida contra o tempo. Tens apenas três minutos para te agarrares à vida.

Dois minutos
Os Sídhe estão cada vez mais perto. Consegues ouvir as vozes deles, as gargalhadas sedentas de sangue e o som dos seus passos. Achas que estás preparado. Sabes tudo sobre eles. Sabes exatamente o que fazem aos jovens como tu, quando os conseguem apanhar. São tão belos como terríveis, tão simpáticos como cruéis. Já te viram. Resta-te fugir.

Um minuto
Se não correres, se não te esconderes, podes desaparecer a qualquer minuto e ficar, para sempre, nesta terra de horrores. A caçada já começou e tu és a presa.

Opinião: Ao fim de lermos algumas páginas de “The Call”, é impossível não nos lembrarmos de “Jogos da Fome” e de “Divergente”, tal como diz um dos critico deste livro. E que saudades que senti destas duas sagas, principalmente da da rapariga em chamas! Peadar O’Guillin traz-nos um livro com um mundo em que adolescentes são chamados, por três minutos, para a Terra Cinzenta, onde, na verdade, passam um dia inteiro, a tentar sobreviver e escapar às garras de seres, banidos para lá. Este tema lembra tanto The Hunger Games como Maze Runner, enquanto que toda a ação de treinar uma geração para sobreviverem a tal destino é algo que lembra “Divergente”. Só por isto, dei por mim a adorar rapidamente este livro e a devorá-lo com cada vez mais curiosidade.

O corpo do rapaz reaparece e cai com força no chão. Nessa sente-se aliviada por ver que não é um dos verdadeiramente horríveis. Não há nada ali para dar a volta estômago além de um pouco de sangue e de um par de minúsculos chifres a crescer da parte de trás do crânio. Os Sídhe conseguem ser muito mais criativos que aquilo e têm mesmo algo a que os peritos chamam «sentido de humor». Nessa estremece.

No entanto, um livro que poderia ser fantástico, fica-se apenas pelo “bom”, pois narrativa que o autor faz dos acontecimentos torna-se um pouco confusa por vezes. Não consegui imaginar por completo como seriam os Sídhe (na minha cabeça, imaginava os vampiros de The Strain, o que tenho a certeza que está bastante longe do que o autor imaginou). Houve muitas coisas que achei simplesmente confusas ou que não adicionaram nada de relevante à história. Não gostei também da narrativa feita no presente (“Ele vai até… Ele faz” em vez de “Ele foi até… Ele fez”), que sinto que tenha contribuído para esta narrativa confusa ou pouco organizada.

Post

Mas excluindo estes pontos, sim, gostei bastante deste livro, porque foi diferente dos livros que tenho lido deste género. Foi viciante, mesmo com uma narrativa confusa ou mal construída/organizada. Por ter um “plot” e personagens que lembram em muito “Os Jogos da Fome”, foi me impossível não adorar este livro, como já disse. Espero que no segundo livro, pois o romance entre Anto e Nessa soube-me a pouco e espero que este seja melhor desenvolvido na sequência que será lançado em Março do próximo ano, na língua original.

Uma leitura com o apoio delogo_topseller_lema

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