Literatura | Aquisições de Novembro — 2017

A um mês do final do ano (já?!), trago-vos os livrinhos que chegaram cá a casa durante o mês de Novembro, que foi o mês do meu aniversário, pelo que tenho aqui algumas prendinhas de familiares e de uma amiga minha muito querida (também conhecida como a Filipa do canal de youtube FilipaB0oks).

Da minha parte, usando o dinheiro que me foi oferecido no aniversário, comprei três destes livros, os quais ansiava imenso por comprar pois são todos de autoras que adoro!

5 destes 16 livrinhos já li, pelo que poderão ver que este mês foi uma desgraça em termos de leituras, graças aos exames da faculdade. Bem que me avisaram que iria ver o meu tempo reduzido… ufa! Mas falaremos das leituras, num outro post 🙂

Obrigada às editoras por gentilmente terem-me cedido alguns destes exemplares e, claro, obrigada a ti Filipa por este miminho (mais “mimozão” haha) que me ofereceste ♥

Como é que foi o vosso mês quanto a livros comprados?

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Literatura | Novidades para 27 de Novembro do grupo 20|20 editora — 2017

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Nascente9789898873095

Fábula

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Literatura | “Os 101 Dálmatas” de Dodie Smith — Opinião

9789897075018.jpgTítulo Original: The Hundred and One Dalmatians
Publicação: 30 de Outubro de 2017
Editora: Fábula
ISBN: 9789897075018
PVP: 13,29€ — Compra-o em www.wook.pt  
A minha classificação: 5 em 5 estrelas

Sinopse: Oh, não! Os filhotes da Missis e do Pongo foram raptados! Só pode ter sido a maléfica Cruela de Vil! E todos sabem que o que ela mais quer é transformá-los num casaco de peles pintalgado. Com a ajuda de alguns companheiros caninos, a Missis e o Pongo estão prontos para salvar os cachorrinhos. Será que estes dálmatas corajosos chegarão a tempo?

Um clássico infantil que conquistou gerações, adaptado a álbum ilustrado, com ilustrações ternurentas e cheias de pinta. Estes cachorrinhos valentes farão as delícias das crianças de hoje.

Opinião: Não é novidade que ultimamente ando a reler ou a conhecer contos para os mais pequenos. E “Os 101 Dálmatas” não poderia ser exceção.

O que me chamou mais atenção neste livro, dado que existem várias edições desta história, foram as ilustrações. Nunca tinha visto imagens tão lindas como estas. Apaixonei-me por completo por esta edição em capa dura que a Fábula trouxe para Portugal! Cada virar de página é mágico, repleto de cãezinhos amorosos. Até mesmo a Cruela de Vil era giríssima. Adorei imenso esta edição, sem dúvida.

Sobre a história: é a que todos conhecemos mas foi tão gratificante reler esta pequena aventura de uma família de dálmatas que acaba por tornar-se ainda maior no final. O meu eu agora adulto só sente pena dos donos que passaram a ter um trabalhão com tantos cães hehe No fim, deu-me vontade de rever o filme live-action da Disney, por esta ser uma história que sempre adorei.

É uma edição que realmente vale muito a pena comprar, seja para oferecer aos mais pequeninos ou para terem este pedacinho da vossa infância na estante, pelas ilustrações amorosas que esta edição trás.

Uma leitura com o apoio deFábula

Literatura | “O Olhar de Sophie” de Jojo Moyes — Opinião

Resultado de imagem para o olhar de sophieTítulo Original: The Girl You Left Behind
Publicação: Setembro de 2016 (reedição)
Editora: Porto Editora
ISBN: 9789720046451
PVP: 17,70€ — Compra-o em www.wook.pt 
A minha classificação: 5 em 5 estrelas

Sinopse: Somme, 1916. Sophie vive numa vila ocupada pelo Exército alemão, tentando sobreviver às privações e brutalidade impostas pelo invasor, enquanto aguarda notícias do marido, Édouard Lefèvre, um pintor impressionista, que se encontra a lutar na Frente. Quando o comandante alemão vê o retrato de Sophie pintado por Édouard, nasce uma perigosa obsessão que leva Sophie a arriscar tudo – a família, a reputação e a vida.

Quase um século depois, o retrato de Sophie encontra-se pendurado numa parede da casa de Liv Halston, em Londres. Entretanto, Liv conhece o homem que a faz recuperar a vontade de viver, após anos de profundo luto pela morte prematura do marido. Mas não tardará que Liv sofra uma nova desilusão – o quadro que possui é agora reclamado pelos herdeiros e Paul, o homem por quem se apaixonou, está encarregado de investigar o seu paradeiro…

Até onde estará disposta Liv a ir para salvar este quadro? Será o retrato de Sophie assim tão importante que justifique perder tudo de novo?

Opinião: Com este livro, Jojo Moyes torna-se assim uma das minhas autoras favoritas de romance. É o quarto livro que leio da autora e como tem sido habitual nos seus livros, adorei este! “O Olhar de Sophie” foi, sobretudo, especial e único, diferente dos seus anteriores por ter uma história mais intensa e emocionante.

O que mais mexeu comigo em vários momentos desta leitura foi a história de Sophie, principalmente a ligação que esta tem com o Kommandant. Confesso que eu tenho um “fraquinho” no que toca a romances passados durante as grandes guerras entre um soldado alemão e uma mulher do povo inimigo. Sei que é um assunto delicado por vezes, mas eu adoro e foi difícil não ficar emocionada com o que acontece nas primeiras 100 páginas. Gostaria que de facto tivesse surgido um sentimento real de Sophie pelo Herr Kommandant, sendo sincera, pois vi potencial para tal. Mesmo não sendo o livro sobre a “vida amorosa” de Sophie, foi um aspeto que adorei seguir e que me prendeu ao livro por completo.

Para além de Sophie, temos uma protagonista contemporânea, Liv, que tal como a Sophie, é uma personagem lindíssima, corajosa, que me conquistou imenso com a sua história e a sua luta pelo que mais ama. Apesar de a nível de história Sophie ser a minha favorita, gostei imenso de acompanhar todo este drama em torno do quadro de Lefèvre, com toda aquela ação dos tribunais e julgamentos.
No fim, temos algumas páginas que concluiem a história de Sophie, o que eu pensava ser pouco para tal conclusão, porém essas páginas apresentam o essencial e fiquei bastante satisfeita com o desfeixo que a autora decidiu dar à história da “rapariga que deixaste para trás”.

Arrebatador e emocionante são os melhores adjetivos para descrever este livro, indubitavelmente. As personagens, o drama, o desenvolver da história… tudo está perfeito e eu não mudaria nada.
Adoraria que Jojo Moyes escrevesse mais histórias passadas no século XX, pois sei que seriam igualmente excelentes ou até mesmo melhores que “O Olhar de Sophie”!

Uma leitura com o apoio degrupo_porto_editora_novo

Cinema | “Liga da Justiça” (2017) — Opinião

jlTítulo original: Justice League
Gênero: Ação, Ficção Científica
Data de lançamento: 16 de Novembro de 2017
Elenco Principal: Ben Affleck, Henry Cavill, Gal Gadot, Ezra Miller, Jason Momoa, Ray Fisher, Amy Adams, Jeremy Irons.
A minha classificação: 10 em 10 estrelas

Opinião: Foi há poucas horas que vi este filme e a vontade de o ver de novo é enorme e tentadora. Posso também dizer que este é o meu filme favorito da DC, para além do segundo de Batman (o motivo: Joker).
Acho que por os filmes anteriores terem me desiludido em certos pontos, como Batman vs Superman e Wonder Woman, não criei muitas expectativas para este, com medo que essa desilusão me apanhasse mais uma vez ao ver “Liga da Justiça”, cheio de heróis que adoro. Porém, o filme surpreendeu-me imenso, o que não é difícil, pois esta reunião de atores incríveis tornou esta história completamente viciante e única.

Ben Affleck e Gal Gadot (como Batman/Bruce Wayne e Mulher-Maravilha/Diana, respetivamente) estiveram incríveis nesta “sequela” dos capítulos anteriormente mencionados. Não sei se fui só eu… mas é impossível não shippar estes dois personagens como casal. Houve algo que me fez sentir isso e passar a ver algo mais neste par. Sou totalmente a favor de haver romance nos futuros filmes! (haha).
Mas falando das adições ao elenco, que foram Ezra Miller, Jason Momoa e Amber Heard (mesmo que esta última tenha aparecido apenas durante 5 minutos). Adorei-os, sinceramente. Quanto aos dois primeiros, não acho que possa existir melhor escolha de atores para estes papéis. Ezra Miller (como Flash/Barry Allen, mas mais conhecido pelo seu papel em Fantastic Beasts) trouxe um lado cómico para um filme que sendo da DC, como tem vindo a ser normal, é negro. Mas este ator conquistou-me uma vez mais com a sua atuação impecável e divertida. Não me lembro de alguma vez ter rido tanto num filme da DC. Jason Momoa (como Aquaman/Arthur Curry) teve também uma excelente performance, não só por ser engraçado, mas também por trazer ainda mais ação (e umas imagens interessantes… haha). São ambos atores que adoro e que vieram trazer uma melhoria enorme ao que podia ser mais um filme da DC, destacando-o assim dos outros recentes da produtora.

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Falemos do vilão, que para mim, tem sido o maior problema dos filmes da DC, ultimamente. “Justice League” teve um vilão melhor e mais cativante em relação aos seus antecedentes. Gostei imenso da linha de história em que este se enquadra e do facto de consigo ter trazido mais das Amazonas e uma nova “tribo”, os Atlantes. Esta foi, sem dúvida, a melhor parte de todo o drama em torno do vilão, para além de toda a “mitologia”.

Para além da ameaça que junta esta equipa de heróis, temos outras surpresas que tornaram este filme ainda melhor, repletas de ação e emoção. Gal Gadot e Ezra Miller foram os meus atores favoritos (e assim, os seus personagens foram os meus favoritos), principalmente esta primeira quanto à ação: excelente como sempre! Um filme com a Mulher-Maravilha nunca é bom sem as suas lutas fantásticas, que a mim me prendem totalmente ao filme e me deixam ainda mais entusiasmada!

Não deixem de ver este filme! Eu vi-o em 2D mas este existir em 3D e tiverem oportunidade de ir a essa sessão, vão, pois os efeitos deste filme são ótimos e tenho a certeza que vale muito a pena vê-los em três dimensões!

Trailer

Literatura | “O Senhor das Sombras” (Os Artíficios Negros #2) de Cassandra Clare — Opinião

2555Título Original: Lord of Shadows
Publicação: 2 de Novembro de 2017
Editora: Editorial Planeta
ISBN: 9789896579944
PVP: 22,95€ — Compra-o em www.wook.pt 
A minha classificação: 5 em 5 estrelas

Sinopse: Paixão, determinação e criaturas diabólicas, no 2º livro da trilogia OS Artifícios Negros. Cassandra Clare regressa à Los Angeles sombria de Lady Midnight, explorando o lado mais negro da Lei do Anjo e os limites físicos e psicológicos das suas personagens, a braços com a intolerância da Clave e as exigências de Faerie.

Opinião: Ao terminar de ler o livro, não me senti preparada para falar deste. Ainda não me sinto preparada, sendo sincera. Este foi um livro que em muito me surpreendeu pela forma como está feito o final. O facto de saber o que acontecia (porque deram-me spoilers), não serviu de muito para diminuir o choque que senti ao ler o que acontecia, pois ler e saber de algo proporciona sensações completamente diferentes.

É de Cassandra Clare de que falamos, por isso é natural que eu não dê nada mais, nada menos, do que cinco estrelas. Os seus livros tendem a melhorar cada vez mais, o que não é muito comum quando um autor estende um mundo durante livros e mais livros. Adoro cada um deles e este não foi exceção, embora Lady Midnight tenha sido único e especial por muitas razões.

Para mim, o maior destaque desta trilogia, como acontece em “The Infernal Devices”, é o romance, neste caso entre Julian e Emma. Sendo um livro da autora que é, é normal que haja todo este drama em torno deste casal parabatai. Se por um lado, fico “desesperada” por vê-los encontrar um loophole nesta situação toda, por outro, adoro por completo esse drama! Quem já acompanha este mundo desde o primeiro livro (Cidade dos Ossos), compreenderá tal gosto por romances complicados. É a fórmula ideal para tornar um ótimo livro em algo marcante e viciante. Não é nada enjoativo, garanto-vos.23548467_1560758203994004_326243268_n.pngA relação entre estes dois personagens surge tensa no inicio de Lord of Shadows (em inglês), mas ao longo deste vamos tendo uma quebra dessa tensão para algo que todos queremos que aconteça! Posso dizer que alguém aparece no livro com uma forma de quebrar a dita maldição. Mais não digo, porque não vos quero estragar a surpresa 😉

Neste livro, surgem personagens anteriores como Magnus, Alec, Jace, etc, personagens esses que adoro e que me deixaram ainda mais agarrada ao livro com as suas presenças. Um dos personagens de “Mortal Instruments” aparece para no fim ter um destino digamos que chocante. Não estava mesmo nada à espera que aquilo acontecesse e mal posso esperar por ver quais as reacções a esse acontecimento, no próximo livro, que sairá já no próximo ano (aleluia! hehe). Existem muitos outros destinos que estão pendentes e me deixaram ainda mais ansiosa para o capítulo final desta trilogia, claro.

Por fim (porque esta opinião já está enorme), a ação deste livro é de certa forma mais intensa, pois não existe tanto foco no romance, o que até gostei. O final, como já disse, é deveras chocante. Não adianta procurar spoilers, porque nada diminuirá o choque de ler tudo o que acontece. Há um personagem em particular que adorei que aparecesse neste livro e que sei que será a razão pelo qual o próximo livro será ainda melhor.

Uma leitura com o apoio dePlaneta

Literatura | “A Coroa” (A Seleção #5) de Kiera Cass — Opinião

440x (4)Título Original: The Crown
Publicação: 15 de Novembro de 2017
Editora: Marcador
ISBN: 9789897543401
PVP: 15,95€ — Compra-o em www.marcador.pt ou em www.wook.pt 
A minha classificação: 4 em 5 estrelas

Sinopse: Este é o volume final da saga «A Seleção», que apaixonou milhares de leitores por todo o mundo! Em A Herdeira, o universo de A Seleção entrou numa nova era. Vinte anos se passaram desde que America Singer e o príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira a passar pela sua própria seleção. Eadlyn não acreditava que encontraria um companheiro entre os trinta e cinco pretendentes do concurso, muito menos o amor verdadeiro. Mas às vezes o coração tem uma maneira estranha de surpreender-nos… E agora Eadlyn precisa fazer uma escolha muito mais difícil – e importante – do que esperava.

Opinião: O mais difícil de ter esperado mais de um ano por este último capítulo (pois preferia continuar a seguir a série em português) foi, sem dúvida, ter o livro de colorir de “A Seleção” e querer ver as ilustrações finais, sendo que estas seriam spoilers sobre quem Eadlyn escolheria por fim.

Este livro foi bastante melhor do que o anterior, pois é notável o evolução positiva da protagonista. Deixou de ser uma miúda mimada e arrogante para passar a ser alguém altruísta e de quem dei por mim a gostar realmente.
O facto de ter lido tantos livros desde “A Herdeira” fez-me esquecer um pouco de quem era quem, quanto aos selecionados, por isso inicialmente foi-me difícil entrar na história, apesar da escrita fantástica e fluente da autora prender-me desde a primeira página, como sempre acontece nos seus livros. Aos poucos fui recordando e, surpreendentemente, dei por mim a mudar de “amores”. No livro anterior, o meu favorito era um personagem que acabou por perder esse lugar para um personagem neste segundo livro sobre a filha de Maxon e America. É de facto difícil não nos sentirmos cativadas por esse personagem, dado que a autora empurra-nos a nós e á protagonista nesse sentido!

Gostaria apenas de ter visto mais romance neste livro e o futuro do casamento de Eadlyn com o seu escolhido, apesar de ter adorado ver o desenvolvimento das relações entre Eadlyn e outros personagens, para além dos selecionados, o que compensou um pouco a falta de romance.

Com a conclusão desta série, é com toda a certeza que indico a trilogia inicial como a minha favorita, pois o romance entre America e Maxon é simplesmente lindíssimo e apaixonante. Vou sentir falta destes personagens e do mundo que Kiera Cass introduziu na minha vida há uns anos!

Para mais informações sobre o livro “A Coroa”, clica aqui!

Uma leitura com o apoio demarcador_logotipo

Séries | “Lucifer”, 1ª e 2ª temporada [2016] — Opinião

Resultado de imagem para luciferCriador por: Tom Kapinos
Produtores: Alex Katsnelson, Michael Azzolino, Erik Holmberg, Nathan Hope
Emissora: Fox Broadcasting Company 
Gênero: Drama, Ficção, Fantasia, Crime, Comédia dramática
Data de lançamento (pilot): 25 de Janeiro de 2016
Elenco Principal: Tom Ellis, Lauren German, Lesley-Ann Brandt, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Rachel Harris
A minha classificação: 8 em 10 estrelas

Opinião: Já estou para fazer esta opinião há quase dois meses, que foi quando decidi dar uma segunda oportunidade a Lucifer. Não porque a série seja má, mas porque antes seguia quase 40 séries (sim, uau!) e então tive que reduzir essa lista para metade… Mas com todo o falatório que esta série tem gerado, decidi continuar a segui-la e o resultado? Se a primeira temporada é boa, a segunda então é simplesmente viciante e incrível!

Lucifer, o personagem, é alguém de que é impossível não gostarmos. É um personagem direto e sincero (às vezes demasiado sincero para o bem dele), cómico, e eu adoro-o incondicionalmente, assim como Maze e Linda. Estas duas últimas são mulheres com o seu lado engraçado mas com um lado de guerreiras, fortes, embora sejam personagens muito diferentes uma da outra. Mas é a parte de guerreiras que mais gosto, dai se terem tornado em personagens favoritas.
Os restantes personagens secundários são personagens que adoro e sem os quais esta série não seria a mesma.

Se ainda não viram Lucifer, recomendo-vos imenso! Esta é uma série cujo o hype é justificável, não sendo apenas exagero, como é o caso, diga-se de passagem, de Shadowhunters.

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Como em todas as séries, existe um casal principal, que obviamente que quem segue esta série, adora. Neste caso, temos Lucifer e Chloé. São de facto um par peculiar e engraçado, embora às vezes sinta que o facto de exagerarem na sinceridade Lucifer, torna a química deste par um pouco estranha. Este é um ponto que adoraria que melhorassem e tenho esperança que o façam depois que a Chloé descubra que afinal tudo o que Lucifer diz não são maluquices mas sim a verdade. Em suma, são um casal que adoro mas cujo o romance gostaria que não fosse slow burning, porque para isso já me chegou Delena de The Vampire Diaries (que deu no que deu).

Outro ponto que adoro nesta série são os casos e todo o mundo de crime que surge a cada novo episódio. Também as relações entre todos os personagens são bastante engraçadas e bem construídas, por isso foi-me difícil não me sentir completamente agarrada à série ao decidir recomeçar a vê-la.

Lucifer é mesmo daquelas séries para nos fazer rir e entreter. Não é nenhum Game of Thrones ou Outlander, claro, mas é uma série que não conseguimos largar desde o momento em que vemos o primeiro episódio, porque acaba por tornar-se uma parte da nossa rotina semanal, sem a qual essa rotina não tem tanta piada.

Trailer

 

Literatura | Novidades de 10 a 16 de Novembro — 2017

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