Literatura | Novidades de 2 a 6 de Abril

2 de Abril

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Literatura | “Caraval” (Caraval #1) de Stephanie Garber — Opinião

27971602_1178245762308711_4993004511671155445_nTítulo Original: Caraval
Publicação: 22 de Fevereiro de 2017
Editora: Editorial Presença
ISBN: 9789722361675 
Compra-o em: www.wook.pt ou www.presenca.pt 
A minha classificação: 5 em 5 estrelas

Sinopse: Scarlett Dragna nunca saiu da pequena ilha onde ela e a irmã, Tella, vivem sob a vigilância do seu poderoso e cruel pai. Scarlett sempre teve o desejo de assistir aos jogos anuais de Caraval. Caraval é magia, mistério, aventura. E, tanto para Scarlett como para Tella, representa uma forma de fugirem de casa do pai. Quando surge o convite para assistir aos jogos, parece que o desejo de Scarlett se torna realidade. No entanto, assim que chegam a Caraval, nada acontece como esperavam. Legend, o Mestre de Caraval, sequestra Tella, e Scarlett vê-se obrigada a entrar num perigoso jogo de amor, sonhos, meias-verdades e magia, em que nada é o que parece. Realidade ou não, ela dispõe apenas de cinco noites para decifrar todas as pistas que oconduzem até à irmã, ou Tella desaparecerá para sempre…

Opinião: Há muito que estava ansiosa pela chegada de Caraval a Portugal. Do livro, claro, mas quem me dera que fosse do jogo em si (hahaha). Algo que me deixou ainda mais entusiasmada foi ver a escolha que a Editorial Presença fez para a capa. A capa americana é simplesmente linda e combina imenso com o quão mágica é a história que Stephanie Garber nos conta.
Esta trata-se portanto de uma releitura, uma vez que li o livro em 2017, pouco tempo depois deste sair, tal era o hype que só me deixava curiosa. Ao reler, senti novamente todas as emoções que Caraval despertou em mim quando o li pela primeira vez. É um livro que não desilude nem um pouco. Legend, que é a figura mais misteriosa deste livro, foi de novo o personagem que mais me entusiasmou ao longo do livro, apesar de não o termos constantemente presente no decorrer da ação. Ainda bem que em Maio sai o novo livro (Legendary), pois voltar a este mundo re-despertou também a minha sede por ter mais destes personagens e desta história. Continuar a ler

Cinema | “Eu, Tonya” (2018) — Opinião

ITposter.jpgTítulo original: I, Tonya
Gênero: Biografia, Drama
Data de lançamento: 22 de Fevereiro de 2018
Elenco Principal: Margot Robbie, Allison Janney, Sebastian Stan, Jason Davis, Julianne Nicholson
A minha classificação: 8,5 em 10 estrelas

Opinião: ‘I, Tonya’ é um daqueles filmes que apresenta um leque de acontecimentos chocantes mas por vezes também engraçados, até certo ponto. Este é um filme que penso que captará mais o interesse de um público ou que goste do elenco ou que seja um fã de patinagem no gelo (ou até mesmo que goste de seguir as indicações de Óscares). Este segundo tipo de público é onde eu encaixo-me, claramente, pois acho lindíssimo este desporto. Foram, sobretudo, as cenas de patinagem as que mais gostei no filme todo. Fiquei fascinada inclusive com o triplo salto que Tonya completou e como o produziram no filme com Margot Robbie de protagonista.

O elenco é o segundo factor mais positivo neste filme. Já todos sabemos quem recebeu o Oscar de melhor atriz secundária (para quem não sabe, foi a atriz que faz de mãe de Tonya) e considero-o bem merecido. Apesar de Margot ter uma atuação incrível, Allison Janney saiu-se ainda melhor, criando em mim uma sensação de amor-ódio pela personagem que esta representa. De um modo mais geral, o elenco é bastante bom e com o pouco que vi das figuras reais (nos créditos do filme, temos acesso a pequenas gravações destes), vejo que todos tiveram representações fieis à realidade.

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A história em si, excluindo a patinagem, é chocante, como já disse, com alguns momentos um tanto hilariantes mas o que se destaca para mim como mais chocante é a justiça que Tonya recebeu pelo que aconteceu com a sua colega de patinagem Nancy Kerrigan. No fim, ela foi a que menos participação teve no que aconteceu mas foi a que mais prejudicada foi e tal injustiça deixou-me com uma sensação de revolta enorme. Hoje conhecemos a história de Tonya mas é impossível devolver a esta o que lhe foi tirado à anos atrás.

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Em suma, é um filme que me surpreendeu imenso pela positiva, cujo o elenco traz-nos atuações marcantes e intensas. Não é um filme para todos os gostos mas quem gosta de patinagem do gelo, sobretudo, sentir-se-á agarrado a este filme desde o primeiro minuto. Mas garanto-vos que será o elenco que irá conquistar-vos, acima de tudo! Por esta mesma razão, “Eu, Tonya” é um filme que recomendo, sem qualquer dúvida.

Trailer e sinopse
Desde muito cedo que Tonya Harding revelou um extraordinário talento para a patinagem. Essa aptidão, aliada a uma prática diária intensiva com a treinadora Diane Rawlinson, fez dela uma das mais brilhantes patinadoras no gelo de todos os tempos. Aguentando maus-tratos e humilhações por parte da progenitora – uma mulher autoritária e ambiciosa que esperava enriquecer à custa do sucesso da filha – e, mais tarde, de Jeff Gillooly, o homem com quem casou aos 18 anos, a atleta acaba por sofrer pressões de vários tipos. A um mês das Olimpíadas de Inverno de 1994, Tonya se vê envolvida num escândalo com a sua compatriota e rival Nancy Kerrigan. Esse terrível incidente, que fez manchetes nos jornais de todo o mundo, marcou o princípio do fim da sua carreira…

 

 

Literatura | “Outcast” (vol. #1-3) de Robert Kirkman e Paul Azaceta — Opinião

 

Título Original: Outcast 
Publicação: Dezembro 2016 & Junho de 2017 & Dezembro de 2017
Editora: G. Floy Studio (Portugal)
ISBN: 9788416510276 & 9788416510382 & 9788416510504
Compra em: http://www.wook.ptvolume 1, volume 2 e volume 3
A minha classificação: 4,5 em 5 estrelas

Sinopse: Toda a vida, Kyle Barnes foi perseguido por influências demoníacas, que lhe assombram a sua vida e a de todos os que alguma vez amou. Quando finalmente consegue fazer a ligação entre uma estranha série de novos casos, e a terrível possessão da sua mãe, que lhe destruiu a infância, sente que está finalmente no caminho de desvendar o segredo dos seus temíveis dons sobrenaturais. Infelizmente, aquilo que ele vai descobrir poderá significar o fim do mundo tal como o conhecemos.

Opinião: “Histórias de terror e de possessões são aborrecidas”: assim foi este o meu pensamento durante muito tempo, até que li ‘Outcast’. Como seguidora de The Walking Dead (não sei porque o faço ainda nesta 8ª temporada, diga-se de passagem haha), tinha certa curiosidade em ler outra história escrita por Robert Kirkman, embora tivesse um pouco de pé atrás no que tocava ao tema que esta, até então, trilogia apresenta. Continuar a ler

Séries | “La Casa de Papel”, 1ª e 2ª temporada (2017) — Opinião

poster-la-casa-de-papel-cedula-serie-42x29cm-D_NQ_NP_772787-MLB26687967543_012018-FCriador por: Álex Pina
Produtores: Alejandro Bazzano (diretor), Miguel Ángel Vivas (diretor), Álex Pina (roteiro)
Emissora: Antena 3 (distribuição internacional por Netflix)
Género: Drama, Suspense
Data de lançamento (piloto): 2 de Maio de 2017
Elenco Principal: Álvaro Morte, Itziar Ituño, Úrsula Corberó, Alba Flores, Miguel Herrán, Pedro Alonso, Jaime Lorente López, Enrique Arce, Paco Tous, María Pedraza, Darko Peric
A minha classificação: 10 em 10 estrelas

Opinião: Acho que poderia passar o dia inteiro a falar desta série e mesmo assim não seria suficiente. ‘Vou só ver o primeiro episódio’ foi o meu lema desde o momento em que decidi experimentar ver a série. Claro que não foi isso que aconteceu, considerando que só nesse dia, vi sete episódios de uma só vez. E numa semana, tinha a série vista, para infelicidade minha pois agora não tenho mais nada para ver desta história que me conquistou completamente.
Sempre a franzir o nariz a séries com outro idioma que não o inglês (UK/US), de episódio para episódio fui-me habituando ao idioma original desta (espanhol, acho). Estranho ao inicio mas aos poucos dei por mim a adorar que assim o fosse, pois tal detalhe dava ainda mais destaque à série.

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‘Money Heist’, título inglês, é uma série excelente. Aliás, atrevo-me a dizer que é uma das melhores séries alguma vez produzidas. Se estão relutantes quanto ao pormenor de que os 15 episódios (originalmente transmitidos em Espanha, no ano anterior) acompanham o assalto todo e de que tal pode tornar-se uma ‘seca’, não estejam: cada episódio é mais viciante que o antecessor, sem dúvida. Este pormenor é tudo menos cansativo, uma vez que vemos a história de várias perspetivas, para além de termos a narração da Tókyo do que se sucede ao longo dos episódios.

Encontramos em ‘La Casa de Papel’ uma história extremamente bem construída, pensada ao pormenor, sem quaisquer pontas soltas. Quando pensamos que a polícia está um passo à frente dos assaltantes, estes relevam-se preparados, já estando dois passos à frente desta primeira. É de facto o assalto perfeito! Para além disto, temos um elenco com atuações fantásticas e memoráveis. Obviamente que não posso deixar de indicar os meus personagens favoritos: Rio, Denver, Nairóbi e El Profesor. Eu sei, são muitos e já é complicado escolher apenas alguns, quando gosto de todos os personagens (menos o Arturito — que alma chata), mas acreditem que cada personagem é genial e as suas personalidades irão conquistar-vos quando menos esperarem. Penso que ter passado a série toda a torcer pelos assaltantes diz tudo.

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Se tivesse que descrever a série em três palavras, ‘perfeita’, ‘intensa’ e ‘única’ seriam essas palavras. Nunca vi nada igual, nem nunca nenhuma série me deixou no estado em que esta me deixou com o seu final: totalmente triste por não ter mais deste mundo. Mas ainda tenho esperança que venha a haver um terceira temporada (e mais, quem sabe haha)

‘Game of Thrones’ é e sempre será a minha série favorita de todos os tempos, mas ‘La Casa de Papel’ ocupa já um lugar nas séries que mais marcaram a minha vida. É uma série sem igual, esculpida na perfeição, que irá agradar qualquer um, absolutamente!

Trailer e sinopse
(retirada do site Adoro Cinema)

Oito habilidosos ladrões se trancam na Casa da Moeda da Espanha com o ambicioso plano de realizar o maior roubo da história e levar com eles mais de 2 bilhões de euros. Para isso, a gangue precisa lidar com as dezenas de pessoas que manteve como refém, além dos agentes da força de elite da polícia, que farão de tudo para que a investida dos criminosos fracasse.

Literatura | “Anatomia de um Escândalo” de Sarah Vaughan — Opinião

38617967.jpgTítulo Original: Anatomy of a Scandal
Publicação: 5 de Março de 2018
Editora: Topseller
ISBN: 9789898869647
Compra em: www.wook.pt
A minha classificação: 5 em 5 estrelas

Sinopse: James Whitehouse é um bom pai, um marido dedicado e uma figura pública carismática e bem-sucedida. Um dia, é acusado de violação por uma colaboradora próxima. Sophie, a sua esposa, está convencida de que ele é inocente e procura desesperadamente proteger a sua família das mentiras que ameaçam arruinar-lhes a vida.
Será que é sempre interpretada da mesma forma?
Kate Woodcroft é a advogada de acusação. Ela sabe que no tribunal vence quem apresentar os melhores argumentos, e não necessariamente quem é inocente. Ainda assim, está certa de que James é culpado e tudo fará para o condenar.
De que lado estará a verdade?
Será James vítima de um infeliz mal-entendido ou o autor de um sórdido crime? E estará a razão do lado de Sophie ou de Kate? Este escândalo — que irá forçar Sophie a reavaliar o seu casamento e Kate a enfrentar os seus demónios — deixará marcas na vida de todos eles.

Opinião: Um livro de suspense que me prenda totalmente à sua história é, claramente, um excelente livro. Quem me segue há já algum tempo, sabe qual a minha ‘relação’ com livros deste género. Tento ser bastante meticulosa quando escolho uma leitura de suspense ou crime, de facto. Continuar a ler

Literatura | “A Filha da Floresta” (Sevenwaters #1) de Juliet Marillier — Opinião

184Título Original: Daughter of the Forest
Publicação: Outubro de 2017
Editora: Editorial Planeta
ISBN: 9789896579609
Compra-o em: www.wook.pt 
A minha classificação: 4 em 5 estrelas

Sinopse: Situada no crepúsculo celta da antiga Irlanda, quando o mito era lei e a magia uma força da Natureza, esta é a história de Sorcha, a sétima filha de um sétimo filho, o taciturno Lorde Colum, e dos seus seis amados irmãos. O domínio de Sevenwaters é um lugar remoto, estranho e mágico, guardado e preservado por homens silenciosos e Criaturas Encantadas, que deslizam pelos bosques com armas afiadas, além dos sábios druidas que deslizam que passeiam pela floresta vestidos com compridos mantos…

Opinião: Juliet Marillier sempre foi uma autora cujos livros chamavam à minha atenção, uma vez que esta é talvez uma das mais conhecidas (e bem faladas) escritoras do género fantástico. Assim, decidi conhecer o motivo de tanto ‘falatório’, com bastante entusiasmo, pois apenas a sinopse prometia já imenso.

O que encontramos no interior deste livro é uma história lindíssima mas também emocionante. É uma história bela pelo conto em que o esta fantasia-histórica é baseada e pelos personagens. É impossível não descrever a história também como algo emocionante e envolvente, pois acompanhamos Sorcha ao longo do tempo que os seus irmãos vivem uma maldição e o que se sucede é simplesmente comovente, por vermos uma personagem tão nova passar por tantas más situações. Continuar a ler

Cinema | “Agente Vermelha” (2018) — Opinião

A-Agente-Vermelha-poster-ptTítulo original: Red Sparrow
Gênero: Thriller
Data de lançamento: 1 de Março de 2018
Elenco Principal: Jennifer Lawrence, Joel Edgerton, Matthias Schoenaerts, Jeremy Irons, Charlotte Rampling
A minha classificação: 9 em 10 estrelas

Opinião: Sou um pouco suspeita no que toca a classificar um filme com a atriz Jennifer Lawrence como bom ou mau pois adora-a. Acho-a uma excelente atriz e, consequentemente, adoro os filmes em que esta protagoniza. “Red Sparrow” não é exceção.

O tema de agente secreta desde sempre que me atrai, principalmente quando existe muita ação e algum romance à mistura. No que toca ao romance, gostaria que tivesse existido um pouco mais de desenvolvimento na relação entre Dominika e Nathaniel. Apesar deste pequeno pormenor, adorei a química entre ambos os personagens, resultante, claro, da boa atuação de ambos os atores.

“Agente Vermelha” contém uma variedade de cenas de teor mais sexual e outras com alguma violência, que apesar de serem muito ‘cruas’, são cenas que destacam este filme de qualquer outro, dentro deste género. Alguns momentos senti que se encaixaram na perfeição na história, enquanto que outros não.

jenny-759A história é genial, com cada pormenor pensado ao ‘milímetro’. Penso que o facto do autor (dos livros) ter trabalhado na CIA ajuda um pouco, claro. Não era um filme para o qual tivesse grandes expectativas, confesso, pois este tipo de filme tende a ser demasiado irrealista, cujo o padrão acaba por ser sempre o mesmo. Mas o elenco que aqui encontramos é simplesmente fantástico e veio tornar este filme em algo de outro mundo.
É um filme que não me sai da cabeça desde que o vi. Todo este mundo deixou-me completamente fascinada, assim como obcecada por querer mais dele. Os personagens são todos muitos bem construídos, assim como cada cena. De uma ponta à outra, a história é extremamente bem desenvolvida. Não consigo apontar nenhuma falha, na verdade, no que toca à ação do filme. Este é já um dos meus filmes favoritos de espionagem e ação dos últimos tempos!

Mesmo tendo desconfiado de como seria o final, não considero que este, tal como o filme todo, seja previsível. Existe uma imprevisibilidade refrescante, com os vários plot-twist que vão surgindo ao longo do thriller.

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“Agente Vermelha” foi um filme viciante desde o primeiro minuto, cujos maiores destaques, para mim, são Jennifer Lawrence e Matthias Schoenaerts (dois atores que adoro), cujas atuações foram, inquestionavelmente, ótimas. Tenho esperança de voltar a ver alguns destes personagens num segundo filme, uma vez que trata-se da adaptação de uma trilogia, sendo que este filme corresponde ao primeiro livro, “Traição”. Tudo dependerá dos valores da bilheteira, claro, mas aguardarei, esperançosa, pelo anúncio e espero, obviamente, que Lawrence (também o diretor de Catching Fire e Mockingjay) continue a ser o diretor deste filme, pois fez um excelente trabalho com este primeiro!

Trailer e sinopse
Dominika Egorova é muitas coisas: Uma filha dedicada e determinada a proteger sua mãe a todo custo; Uma bailarina excecional cuja competitividade forçou o seu corpo e mente até ao limite; Uma especialista em sedução e combate. Quando ela sofre uma lesão que põe fim à sua carreira, Dominika e sua mãe enfrentam um futuro sombrio e incerto. Por esta razão ela acaba por ser facilmente manipulada, tornando-se a mais nova recruta duma agência dos serviços secretos que treina jovens excecionais como ela para usar seus corpos e mentes como armas. Depois de suportar todo o treino perverso e sádico, ela revela-se a mais perigosa agente que o programa já produziu. Dominika terá que conciliar a pessoa que era com o poder que agora detém, com sua própria vida e com todos aqueles com que se preocupa, incluindo um agente americano da CIA que tenta convencê-la de que ele é a única pessoa em quem pode confiar.

 

 

 

Literatura | “O Fruto Proibido” de Jodi Ellen Malpas — Opinião

250xTítulo Original: The Forbidden
Publicação: Janeiro de 2018
Editora: Editorial Planeta
ISBN: 9789897770043
PVP: 17,77€ — Compra-o em www.wook.pt  
A minha classificação: 4 em 5 estrelas

Sinopse: O que fazer quando não conseguimos controlar os nossos sentimentos por alguém?
Quando sabemos que não devemos ir por aí? Nem na nossa cabeça?

Annie nunca tinha sentido com nenhum homem essa espécie de química instantânea que nos corta a respiração e ofusca. Até que, numa noite de festa com os amigos, a põe cara a cara com o sexy e misterioso Jack.

Não é uma simples faísca que salta entre os dois. É uma explosão. Jack promete dominar Annie, e cumpre a promessa. Perturbada pela intensidade do encontro, Annie foge do quarto de hotel onde passaram a noite juntos. Tem a certeza de que um homem que teve um tão forte impacto nela e a vergou tão facilmente à sua vontade só pode ser perigoso. Mas já está demasiado envolvida.

E Jack não é só perigoso. É proibido.

Opinião: “Fruto Proibido” faz-me lembrar, em parte, do que acontece com Colleen Hoover, em “Isto Acaba Aqui”. Muitas vezes, um autor apresenta-nos um livro completamente diferente do que estamos habituados a encontrar nos seus livros. Apesar de só ter lido ainda um livro de Jodi Malpas, não esperava encontrar neste livro outra coisa que não um romance cheio de cenas eróticas e um drama menos realista, como é o caso de “O Protector“. Continuar a ler