Cinema | “Com amor, Simon” (2018) — Opinião

Resultado de imagem para com amor simon portugalTítulo original: Love, Simon
Gênero: Drama, Comédia, Romance
Data de lançamento: 21 de Junho de 2018 (Portugal)
Elenco Principal: Nick Robinson, Katherine Langford, Jorge Lendeborg, Alexandra Shipp, Jennifer Garner, Josh Duhamel, Keiynan Londsdale
A minha classificação: 10 em 10 estrelas

Opinião: Ter a oportunidade de ver este filme nos cinemas muito antes deste estrear em Portugal foi uma enorme alegria para mim. “O Coração de Simon contra o Mundo” foi um dos meus livros favoritos de 2017, marcando-me pela história mas, sobretudo, pelo protagonista, Simon, que é um personagem doce, engraçado e apaixonante. Por isso mesmo, estava bastante entusiasmada para ver a adaptação cinematográfica!

Posso dizer-vos desde já que as emoções que se sente ao ler o livro são idênticas às que sentimos a ver o filme. Foi com um sorriso no rosto e bastantes lágrimas que vi o filme “Com amor, Simon” (uma alteração de título também coerente com a história). Tal como se sucedeu com livro, também aqui acompanhei a história, acabando a desejar que houvesse mais no fim, pois Becky Albertalli apresenta-nos uma história magnífica, que nos aquece o coração por completo, deixando-nos a querer mais destes personagens, mais deste mundo, mais deste romance.

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Adorei a escolha do elenco, sobretudo dos atores que fazem de Simon, Leah e Abby, mas, acima de tudo, um ator que me conquistou imenso foi Josh Duhamel (o pai de Simon). Quem vir o filme perceberá-me quando digo que a atuação deste ator envolve totalmente o espectador, deixando-o emocionado (isto numa cena mais final).
A escolha do ator que faz de Blue foi, no entanto, aquela que me desagradou um pouco, talvez por ser um ator que não gosto tanto ou talvez porque senti que este não interpretou o seu papel de um modo convincente como o restante elenco. Mais não direi, pois afinal a identidade do Blue é um dos temas do filme e não quero de todo dar spoilers 😉

Quem gostou do livro, irá certamente gostar da sua adaptação pois, ao meu ver, esta está bastante fiel, embora tenham alterado um pouco o final. Apenas neste ponto prefiro o livro a 100% pois o filme termina de uma forma que nos deixa, a nós espectadores, a desejar saber mais sobre o “depois”.
Em suma, é um filme tão apaixonante quanto o livro, que sei que voltarei a ver vezes sem conta, já que, com a pilha de livros que tenho para ler, não sei quando conseguirei reler o livro (haha)!

Sinopse e trailer 
Todos merecem uma grande história de amor. Mas para Simon Spier, com dezassete anos de idade, é um pouco mais complicado: ele ainda não contou à família ou amigos que é gay e não sabe quem é o colega anónimo por quem se está a apaixonar na internet. Tentar resolver as duas questões irá tornar-se divertido e aterrorizante, levando a uma mudança na sua vida. Realizado por Greg Berlanti (Dawson’s Creek, Irmãos e Irmãs), escrito por Isaac Aptaker & Elizabeth Berger (This is Us), e baseado no aclamado romance de Becky Albertalli, eis uma história apaixonante e sincera sobre a vida de um jovem adolescente na descoberta da verdade sobre si próprio e o seu primeiro amor.

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Cinema | “Black Panther” (2018) — Opinião

black-panther-posterTítulo original: Black Panther
Género: Ação, Aventura
Data de lançamento: 15 de Fevereiro de 2018
Elenco Principal: Chadwick Boseman, Michael B. Jordan, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Daniel Kaluuya, Forest Whitaker, Sterling K. Brown
A minha classificação: 9 em 10 estrelas

Opinião: Ao contrário da DC, a Marvel tem vindo ganhar mais qualidade de filme para filme, após uma fase mais fraca de filmes. Depois de “Thor: Ragnarok” (2017), temos agora o filme solo de T’Challa, o pantera negra e, mais uma vez, a Marvel apresenta-nos um filme excelente e, acima de tudo, inesquecível.

Confesso ter ficado bastante de pé atrás com este filme, pois o protagonista não me cativava de todo (sinto que o mesmo tem falta de personalidade, quando comparado com outros personagens), mas por outro lado, ao saber que o filme acompanhava na sua maioria personagens negros, fiquei bastante curiosa, pois de todos os filmes de heróis que vi, nunca nenhum se centrava em pessoas desta etnia. Este é um detalhe positivo, ao meu ver, e de que gostei, dado que não existe tanta diversidade de etnia em filmes (ou pelo menos não existia até há pouco tempo) e também por vermos o padrão de herói-branco ser quebrado. Adoro que a Marvel tenha vindo contar, desta vez, a história de um herói de outra etnia, mostrando que na verdade um herói é um herói, não importa de que cor é ou de onde é. E claro que não posso deixar de destacar o “girl power” que houve neste filme. Se adorei? Óbvio que adorei, ver todas as aquelas personagens femininas lutarem, cheias de personalidade, força e inteligência!

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A nível de história, fui completamente surpreendida. Foi exatamente por não me sentir muito cativada pelo protagonista, que não criei muitas expectativas para a história do mesmo, mas esta relevou-se fascinante. A ação foi ótima, sem dúvida, porém para mim o que se sobressai neste filme é a atenção dada aos pormenores e à caraterização das culturas existentes neste mundo. É tão diferente dos mundos já conhecidos da Marvel, por ser algo tão natural, tão belo, único e cheio de vida, que é impossível não nos rendermos a este filme só por este fator.
Gostaria que o vilão tivesse tido um motivo mais “plausível”, isto é, uma razão, para ser o vilão, diferente do tipíco “estou aqui para me vingar, porque me fizeram isto ou aquilo…”. Apesar disto, gostei bastante de Erik. Ultimamente, os vilões da Marvel têm sido fantásticos e surpreendentes, pelo que espero que os próximos que se sucederam sejam igualmente bons ou até mesmo melhores!

‘Black Panther’ é um filme que recomendo, principalmente porque no próximo filme de “The Avengers” teremos a participação de alguns personagens deste filme, pelo que considero importante conhecê-los a todos e ao mundo em que vivem. É um filme da Marvel que se pode dizer que é belo, para além de viciante e repleto de ação e humor. É indubitavelmente um dos meus filmes favoritos desta produtora, até à data!

Trailer e sinopse
Além de possuir habilidades obtidas através de um antigo ritual da sua tribo, T’Challa, príncipe do reino de Wakanda, é conhecido pelos sentidos apurados e pela excepcional inteligência. Quando, após a morte do pai, regressa a casa como seu sucessor, encontra um país fracturado e o seu reinado ameaçado por Killmonger, seu adversário de longa data. O conflito que se avizinha é de tal dimensão que pode extravasar as fronteiras de Wakanda, com consequências avassaladoras para todo o planeta.

Cinema | “Eu, Tonya” (2018) — Opinião

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Gênero: Biografia, Drama
Data de lançamento: 22 de Fevereiro de 2018
Elenco Principal: Margot Robbie, Allison Janney, Sebastian Stan, Jason Davis, Julianne Nicholson
A minha classificação: 8,5 em 10 estrelas

Opinião: ‘I, Tonya’ é um daqueles filmes que apresenta um leque de acontecimentos chocantes mas por vezes também engraçados, até certo ponto. Este é um filme que penso que captará mais o interesse de um público ou que goste do elenco ou que seja um fã de patinagem no gelo (ou até mesmo que goste de seguir as indicações de Óscares). Este segundo tipo de público é onde eu encaixo-me, claramente, pois acho lindíssimo este desporto. Foram, sobretudo, as cenas de patinagem as que mais gostei no filme todo. Fiquei fascinada inclusive com o triplo salto que Tonya completou e como o produziram no filme com Margot Robbie de protagonista.

O elenco é o segundo factor mais positivo neste filme. Já todos sabemos quem recebeu o Oscar de melhor atriz secundária (para quem não sabe, foi a atriz que faz de mãe de Tonya) e considero-o bem merecido. Apesar de Margot ter uma atuação incrível, Allison Janney saiu-se ainda melhor, criando em mim uma sensação de amor-ódio pela personagem que esta representa. De um modo mais geral, o elenco é bastante bom e com o pouco que vi das figuras reais (nos créditos do filme, temos acesso a pequenas gravações destes), vejo que todos tiveram representações fieis à realidade.

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A história em si, excluindo a patinagem, é chocante, como já disse, com alguns momentos um tanto hilariantes mas o que se destaca para mim como mais chocante é a justiça que Tonya recebeu pelo que aconteceu com a sua colega de patinagem Nancy Kerrigan. No fim, ela foi a que menos participação teve no que aconteceu mas foi a que mais prejudicada foi e tal injustiça deixou-me com uma sensação de revolta enorme. Hoje conhecemos a história de Tonya mas é impossível devolver a esta o que lhe foi tirado à anos atrás.

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Em suma, é um filme que me surpreendeu imenso pela positiva, cujo o elenco traz-nos atuações marcantes e intensas. Não é um filme para todos os gostos mas quem gosta de patinagem do gelo, sobretudo, sentir-se-á agarrado a este filme desde o primeiro minuto. Mas garanto-vos que será o elenco que irá conquistar-vos, acima de tudo! Por esta mesma razão, “Eu, Tonya” é um filme que recomendo, sem qualquer dúvida.

Trailer e sinopse
Desde muito cedo que Tonya Harding revelou um extraordinário talento para a patinagem. Essa aptidão, aliada a uma prática diária intensiva com a treinadora Diane Rawlinson, fez dela uma das mais brilhantes patinadoras no gelo de todos os tempos. Aguentando maus-tratos e humilhações por parte da progenitora – uma mulher autoritária e ambiciosa que esperava enriquecer à custa do sucesso da filha – e, mais tarde, de Jeff Gillooly, o homem com quem casou aos 18 anos, a atleta acaba por sofrer pressões de vários tipos. A um mês das Olimpíadas de Inverno de 1994, Tonya se vê envolvida num escândalo com a sua compatriota e rival Nancy Kerrigan. Esse terrível incidente, que fez manchetes nos jornais de todo o mundo, marcou o princípio do fim da sua carreira…

 

 

Cinema | “Agente Vermelha” (2018) — Opinião

A-Agente-Vermelha-poster-ptTítulo original: Red Sparrow
Gênero: Thriller
Data de lançamento: 1 de Março de 2018
Elenco Principal: Jennifer Lawrence, Joel Edgerton, Matthias Schoenaerts, Jeremy Irons, Charlotte Rampling
A minha classificação: 9 em 10 estrelas

Opinião: Sou um pouco suspeita no que toca a classificar um filme com a atriz Jennifer Lawrence como bom ou mau pois adora-a. Acho-a uma excelente atriz e, consequentemente, adoro os filmes em que esta protagoniza. “Red Sparrow” não é exceção.

O tema de agente secreta desde sempre que me atrai, principalmente quando existe muita ação e algum romance à mistura. No que toca ao romance, gostaria que tivesse existido um pouco mais de desenvolvimento na relação entre Dominika e Nathaniel. Apesar deste pequeno pormenor, adorei a química entre ambos os personagens, resultante, claro, da boa atuação de ambos os atores.

“Agente Vermelha” contém uma variedade de cenas de teor mais sexual e outras com alguma violência, que apesar de serem muito ‘cruas’, são cenas que destacam este filme de qualquer outro, dentro deste género. Alguns momentos senti que se encaixaram na perfeição na história, enquanto que outros não.

jenny-759A história é genial, com cada pormenor pensado ao ‘milímetro’. Penso que o facto do autor (dos livros) ter trabalhado na CIA ajuda um pouco, claro. Não era um filme para o qual tivesse grandes expectativas, confesso, pois este tipo de filme tende a ser demasiado irrealista, cujo o padrão acaba por ser sempre o mesmo. Mas o elenco que aqui encontramos é simplesmente fantástico e veio tornar este filme em algo de outro mundo.
É um filme que não me sai da cabeça desde que o vi. Todo este mundo deixou-me completamente fascinada, assim como obcecada por querer mais dele. Os personagens são todos muitos bem construídos, assim como cada cena. De uma ponta à outra, a história é extremamente bem desenvolvida. Não consigo apontar nenhuma falha, na verdade, no que toca à ação do filme. Este é já um dos meus filmes favoritos de espionagem e ação dos últimos tempos!

Mesmo tendo desconfiado de como seria o final, não considero que este, tal como o filme todo, seja previsível. Existe uma imprevisibilidade refrescante, com os vários plot-twist que vão surgindo ao longo do thriller.

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“Agente Vermelha” foi um filme viciante desde o primeiro minuto, cujos maiores destaques, para mim, são Jennifer Lawrence e Matthias Schoenaerts (dois atores que adoro), cujas atuações foram, inquestionavelmente, ótimas. Tenho esperança de voltar a ver alguns destes personagens num segundo filme, uma vez que trata-se da adaptação de uma trilogia, sendo que este filme corresponde ao primeiro livro, “Traição”. Tudo dependerá dos valores da bilheteira, claro, mas aguardarei, esperançosa, pelo anúncio e espero, obviamente, que Lawrence (também o diretor de Catching Fire e Mockingjay) continue a ser o diretor deste filme, pois fez um excelente trabalho com este primeiro!

Trailer e sinopse
Dominika Egorova é muitas coisas: Uma filha dedicada e determinada a proteger sua mãe a todo custo; Uma bailarina excecional cuja competitividade forçou o seu corpo e mente até ao limite; Uma especialista em sedução e combate. Quando ela sofre uma lesão que põe fim à sua carreira, Dominika e sua mãe enfrentam um futuro sombrio e incerto. Por esta razão ela acaba por ser facilmente manipulada, tornando-se a mais nova recruta duma agência dos serviços secretos que treina jovens excecionais como ela para usar seus corpos e mentes como armas. Depois de suportar todo o treino perverso e sádico, ela revela-se a mais perigosa agente que o programa já produziu. Dominika terá que conciliar a pessoa que era com o poder que agora detém, com sua própria vida e com todos aqueles com que se preocupa, incluindo um agente americano da CIA que tenta convencê-la de que ele é a única pessoa em quem pode confiar.

 

 

 

Cinema | “A Hora Mais Negra” (2018) — Opinião

609665.jpgTítulo original: The Darkest Hour
Gênero: Biográfico, Histórico, Drama
Data de lançamento: Janeiro de 2018 (Portugal)
Elenco Principal: Gary Oldman, Lily James, Kristin Scott Thomas, Stephen Dillane, Ben Mendelsohn
A minha classificação: 10 em 10 estrelas

Opinião: Como fã de filmes que retratam a monarquia ou as grandes guerras, obviamente que não podia perder este filme! Embora estando de pé atrás com o pormenor de este trata-se de um filme biográfico-político, não foi preciso ver muito deste para ficar completamente entusiasmada com esta história, protagonizada por Gary Oldman (“Harry Potter e a ordem da Fénix” como Sirius) que estava irreconhecível debaixo do que é uma fantástica e surpreendente maquilhagem e figurino!

Gary Oldman fez o filme todo, ao meu ver. Mostrou ser um ator incrível, interpretando o papel de primeiro-ministro de Inglaterra com um talento inquestionável! Desde os gestos à maneira de ser e falar, pelo que conheço de outras representações desta figura história, posso presumir que Gary Oldman esteve de facto excelente, merecendo, sem dúvida, todos os prémios e nomeações, como melhor ator, que tem tido.
Apenas vi alguns filmes deste ator (Harry Potter e Wonder Woman), mas confesso que a sua interpretação neste filme foi espectacular, indubitavelmente um dos melhores atores que vi nos últimos tempos!
Kristin Scott Thomas é outro destaque neste filme. Um pouco na sombra de Gary Oldman, como o resto do elenco, mesmo assim conseguiu de algum modo sobressair-se com uma boa interpretação.

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Em termos históricos, confesso não ter muito conhecimento do mandato inicial de Churcill como primeiro-ministro, durante a segunda guerra mundial, pelo que não posso indicar se este filme retrata tal facto histórico na perfeição. Mas quanto ao guião e escrita do filme, acho que este está primoroso, com figurinos impecáveis, assim como as maquilhagens e cenários. Também a música de “A Hora Mais Negra” vem combinar de uma forma incrível com estes aspetos, bem como com o tema, com o tempo em que decorre a história e com os acontecimentos que surgem ao longo do filme.

Apesar de estarmos ainda no inicio de 2018, “The Darkest Hour” tem já um lugar reservado na minha lista de filmes favoritos do ano, pois antes de dá-lo como garantido, há que dar oportunidade a outros filmes certo?

Trailer e sinopse
Ano de 1940. A Europa atravessa um período negro, com a Alemanha nazi a ganhar território e poder sobre as forças aliadas. Winston Churchill é um estadista brilhante que, a 10 de Maio desse mesmo ano, se vê nomeado de urgência para o cargo de primeiro-ministro britânico. Poucos dias depois da tomada de posse, depara-se com a maior e mais difícil decisão da sua vida: aceitar um tratado de paz com a Alemanha, submetendo-se às suas ordens; ou declarar guerra ao inimigo, lutando pela liberdade e independência do seu povo… Com realização de Joe Wright (“Orgulho e Preconceito”, “Expiação”, “Anna Karenina”) e argumento de Anthony McCarten, um filme dramático sobre um momento crucial da vida política do estadista, escritor, orador e historiador que serviu como primeiro-ministro do Reino Unido entre 1940 e 1945 e, mais tarde, entre 1951 e 1955. O actor Gary Oldman (quase irreconhecível) é Winston Churchill; Ben Mendelsohn, Kristin Scott Thomas, Lily James, Stephen Dillane e Ronald Pickup dão vida às personagens secundárias.

Cinema | “Maze Runner 3: A Cura Mortal” (2018) — Opinião

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Gênero: Ação, ficção cientifica, aventura 
Data de lançamento: 25 de Janeiro de 2018 (Portugal)
Elenco Principal: Dylan O’Brien, Kara Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Ki Hong Lee, Aidan Gillen, Giancarlo Esposito, Rosa Salazar
A minha classificação: 8 em 10 estrelas

Opinião: Visto em IMAX, este filme foi nada mais, nada menos, do que espectacular! Tornando-se assim no meu filme favorito da trilogia (cujo o respetivo livro falta-me ler), este terceiro e último capítulo ‘estreia-se’ como um filme repleto de ação, drama, de nos cortar muitas vezes a respiração e de nos deixar em lágrimas. Pelo menos eu fiquei, com alguns dos acontecimentos que sucedem.

Há imensos atores que mais uma vez tiveram uma interpretação que adorei, mas o destaque, na minha opinião, é Kara Scodelario que consegue fazer-me adorar-odiar a sua personagem, Teresa.
Surge, neste filme, um personagem que irá deixar-vos um tanto boquiabertos e entusiasmados por reencontrar! Isto, se gostavam dele como eu, claro. O aparecimento de tal personagem compensa em certa medida a morte doutro, ao meu ver, trazendo, deste modo, algum equilíbrio à história. Devo dizer que se o filme já estava a ser fantástico antes dele surgir, então assim que este personagem entra em ação… Foi ainda melhor!

Com um leque de personagens memoráveis e incríveis, sei que vou sentir imensas saudades deste mundo. Este último capítulo teve imensa ação, como disse, e muitas surpresas, algumas que foram tornando-se previsíveis aos poucos, outras nem tanto. O momento alto do filme, para mim, está tanto na cena inicial do comboio, como no final, em que o grupo de Thomas entra na cidade criada e protegida pela CRUEL.

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O final deixou-me com uma sensação de que faltou algo por explicar ou contar. Quererá isto dizer que teremos um spin-off ou uma possível continuação? Se tal não acontecer, então gostaria realmente que tivessem avançado no tempo uns anos, para ver como seria o futuro da raça humana. Foi um final bom mas que, tratando-se isto de uma adaptação, poderia ter sido mais desenvolvido e fechado, apresentando-nos uma conclusão excelente quanto o resto do filme o foi.

Deixo-vos como recomendação a ida ao cinema para ver este filme em IMAX, pois vale bastante a pena o dinheiro investido por mais qualidade! Em 3D, com toda a ação que temos neste filme, a ida ao cinema será ainda melhor, garanto-vos!

Trailer e sinopse
No final épico da saga Maze Runner, Thomas lidera seu grupo de Clareanos em fuga em sua missão final e mais perigosa até então. Para salvar seus amigos, eles devem invadir a lendária Última Cidade, um labirinto controlado pela CRUEL que pode vir a ser o labirinto mais mortal de todos. Qualquer um que o complete vivo, receberá respostas às perguntas que os Clareanos têm feito desde que chegaram ao labirinto.

Cinema | “O Grande Showman” (2017) — Opinião

Resultado de imagem para o grande showmanTítulo original: The Greatest Showman
Gênero: Musical, Drama, Biografia
Data de lançamento: 28 de Dezembro de 2017 (Portugal)
Elenco Principal: Hugh Jackamn, Michelle Williams, Zac Efron, Zendaya, Rebecca Ferguson, Lettie Lutz
A minha classificação: 10 em 10 estrelas

Opinião: O melhor filme de 2017, sem dúvida! Se não fosse uma amiga minha apresentar-me o trailer e este filme lembrar-me uma das minhas leituras favoritas deste ano (Caraval), provavelmente não teria visto este filme. Mas vi e foi tão bom, ainda melhor do que eu esperava!

Por incrível que pareça, fiquei surpresa ao descobrir que este filme tratava-se nada mais, nada menos do que um musical, pois pouco sabia deste, para além do que tinha visto no trailer. Não é propriamente o meu género favorito, tendo em conta que tentei ver filmes como “La, la, land” e simplesmente não me senti cativada, mas “The Greatest Showman” (o título em português é cómicamente tolo, diga-se de passagem) é algo lindíssimo e bem desenvolvido, chegando a ser melhor que musicais como “Os Miseráveis” e “Mama mia”, no que toca ao soundtrack.
Hugh Jackman surge mais uma vez a cantar de forma impecável e entusiasmante e não poderia ter havido melhor escolha para este papel. O mesmo se aplica a todos os atores, que estiveram impecáveis, sobretudo Zac Efron, que evoluiu imenso a nível de canto, para não falar de beleza (haha). Rebecca é outra atriz que adorei encontrar neste filme e que, embora não seja ela quem canta originalmente a música, esteve fantástica, como seria de esperar. Em suma, este filme apresenta um elenco fenomenal e um conjunto de músicas poderosas e viciantes, que nos ficam no ouvido desde os primeiros segundos. Posso indicar como minhas favoritas a música “This is Me“, “Never Enough“, “The Greatest Show” e “Rewrite the Stars“. Sim, eu sei… são muitas favoritas mas são todas tão belas e marcantes.

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É um filme, sobretudo, emocionante e magnifico, genial, bem pensado, que voltarei a ver logo que esteja disponível fora dos cinemas, pois o que aqui encontramos é uma versão mágica e musical do mundo do circo. Não consigo apontar um único defeito neste filme, sinceramente. É uma obra criada para qualquer pessoa, de qualquer idade, que aborda temas já conhecidos mas que são explorados de uma forma surpreendente e original.
Espero que este filme seja nomeado para algum Óscar, porque de facto, este merece tal prémio, pelo quão excepcional e brilhante é.

É, para mim, o melhor filme deste ano, e acho que estas palavras resumem muito bem o quão adorei “The Greatest Showman” certo? Mesmo que não sejam os maiores fãs de musicais, assim como eu, não deixem de ver Hugh Jackman e companhia nos cinemas, pois tenho a certeza que não se irão arrepender!

Trailer e sinopse
Inspirado pela ambição e imaginação de PT Barnum, “O Grande Showman” conta a história de um visionário que surgiu do nada para criar um espetáculo fascinante que se tornou uma sensação mundial.

 

Cinema | “Liga da Justiça” (2017) — Opinião

jlTítulo original: Justice League
Gênero: Ação, Ficção Científica
Data de lançamento: 16 de Novembro de 2017
Elenco Principal: Ben Affleck, Henry Cavill, Gal Gadot, Ezra Miller, Jason Momoa, Ray Fisher, Amy Adams, Jeremy Irons.
A minha classificação: 10 em 10 estrelas

Opinião: Foi há poucas horas que vi este filme e a vontade de o ver de novo é enorme e tentadora. Posso também dizer que este é o meu filme favorito da DC, para além do segundo de Batman (o motivo: Joker).
Acho que por os filmes anteriores terem me desiludido em certos pontos, como Batman vs Superman e Wonder Woman, não criei muitas expectativas para este, com medo que essa desilusão me apanhasse mais uma vez ao ver “Liga da Justiça”, cheio de heróis que adoro. Porém, o filme surpreendeu-me imenso, o que não é difícil, pois esta reunião de atores incríveis tornou esta história completamente viciante e única.

Ben Affleck e Gal Gadot (como Batman/Bruce Wayne e Mulher-Maravilha/Diana, respetivamente) estiveram incríveis nesta “sequela” dos capítulos anteriormente mencionados. Não sei se fui só eu… mas é impossível não shippar estes dois personagens como casal. Houve algo que me fez sentir isso e passar a ver algo mais neste par. Sou totalmente a favor de haver romance nos futuros filmes! (haha).
Mas falando das adições ao elenco, que foram Ezra Miller, Jason Momoa e Amber Heard (mesmo que esta última tenha aparecido apenas durante 5 minutos). Adorei-os, sinceramente. Quanto aos dois primeiros, não acho que possa existir melhor escolha de atores para estes papéis. Ezra Miller (como Flash/Barry Allen, mas mais conhecido pelo seu papel em Fantastic Beasts) trouxe um lado cómico para um filme que sendo da DC, como tem vindo a ser normal, é negro. Mas este ator conquistou-me uma vez mais com a sua atuação impecável e divertida. Não me lembro de alguma vez ter rido tanto num filme da DC. Jason Momoa (como Aquaman/Arthur Curry) teve também uma excelente performance, não só por ser engraçado, mas também por trazer ainda mais ação (e umas imagens interessantes… haha). São ambos atores que adoro e que vieram trazer uma melhoria enorme ao que podia ser mais um filme da DC, destacando-o assim dos outros recentes da produtora.

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Falemos do vilão, que para mim, tem sido o maior problema dos filmes da DC, ultimamente. “Justice League” teve um vilão melhor e mais cativante em relação aos seus antecedentes. Gostei imenso da linha de história em que este se enquadra e do facto de consigo ter trazido mais das Amazonas e uma nova “tribo”, os Atlantes. Esta foi, sem dúvida, a melhor parte de todo o drama em torno do vilão, para além de toda a “mitologia”.

Para além da ameaça que junta esta equipa de heróis, temos outras surpresas que tornaram este filme ainda melhor, repletas de ação e emoção. Gal Gadot e Ezra Miller foram os meus atores favoritos (e assim, os seus personagens foram os meus favoritos), principalmente esta primeira quanto à ação: excelente como sempre! Um filme com a Mulher-Maravilha nunca é bom sem as suas lutas fantásticas, que a mim me prendem totalmente ao filme e me deixam ainda mais entusiasmada!

Não deixem de ver este filme! Eu vi-o em 2D mas este existir em 3D e tiverem oportunidade de ir a essa sessão, vão, pois os efeitos deste filme são ótimos e tenho a certeza que vale muito a pena vê-los em três dimensões!

Trailer

Cinema | “Os Passageiros” (2016) — Opinião

Resultado de imagem para os passageirosTítulo original: Passengers 
Gênero: Aventura, Ficção Científica
Data de lançamento: 22 de Dezembro de 2016 (em Portugal)
Elenco Principal: Christ Pratt, Jennifer Lawrence, Laurence Fishburne
A minha classificação: 9 em 10 estrelas

Opinião: Vi este filme no final de 2016, mas deixei o tempo passar e só agora “lembrei-me” de fazer uma opinião a este filme.
“Os Passageiros” passa-se num futuro em que várias pessoas, adormecidas em cápsulas, viajam numa nave até outro planeta, para lá viverem e construírem um novo mundo. Uma dessas pessoas é Jim Preston (Chris Pratt) que acorda antes do tempo, por falha do sistema da nave. Passam-se várias semanas e este começa a sentir-se solitário, até que após ponderar, decidi acordar Aurora (Jennifer Lawrence), uma jornalista. A história gira em torno deste par, que são os únicos seres humanos acordados na nave e que enfrentarão vários perigos, para garantir a sobrevivência da nave e dos que ainda nela hibernam.

Jennifer Lawrence (The Hunger Games) e Chris Patt (Guardiões da Galáxia) não desiludiram, assim como Laurence Fishburne (Underworld), que faz o papel de barman-robô, Arthur. São três atores que adoro e que estiveram fantásticos neste filme. Jennifer é para mim o destaque, o que não é de surpreender, tendo em conta o seu talento, afinal não é à toa que se recebe um Óscar de Melhor Atriz com o tempo de carreira que esta tem.

Mas falando sobre o principal: o filme. Adorei-o imenso, mesmo sendo de fição cientifica, que é um género a que torço um pouco o nariz. Os efeitos são simplesmente espetaculares, assim como todas as tecnologias inventadas/criadas para esta história. O design de tudo é lindíssimo e deu-me imensa vontade de um dia puder viajar numa nave assim. Mas só se fosse VIP, porque não aguentava beber café e comer cereais todos os dias como Jim (hahahahaha)

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A história é genial. Não é demasiado fantasiosa. Tem o equilíbrio ideal para o tipo de ficção que é. Gostei sobretudo do romance que se desenvolve, claro. A parte final do filme e o perigo que ambos enfrentam é de fazer qualquer prender a respiração, porque a conclusão não é previsível à primeira.
Gostaria de ver o mundo a que no final a nave chega, mas entendo que não o tenham feito, pois afinal o filme é sobre aquele par e a forma como ambos lidam com o facto de serem os únicos acordados 80 anos antes do previsto.

Tenho pena de não ter visto o filme em 3D no cinema, pois sei que os efeitos vistos desta forma teriam tornado o filme ainda melhor. Este é daqueles filmes que ficam na cabeça sobretudo pelos efeitos especiais e pela tecnologia existente na nave que é de fazer-nos sonhar com um futuro assim. Recomendo imenso este filme a todas as pessoas que gostem de um drama bem construído e com efeitos que nos prendem ao filme desde o inicio!

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[FILME] The Boss Baby (2017) – Opinião

large_IMG_5157Título original: The Boss Baby 
Gênero: Animação, Comédia 
Data de lançamento: Março de 2017 
Elenco Principal (vozes originais): Miles Christopher Bakski, Alec Baldwin, Eric Bell Jr., Steve Buscemi, Tobey Maquire 
A minha classificação: 9/10 estrelas

Opinião: Não importa a idade que tenhamos. Crianças, adolescentes, adultos, idosos. Por mais que cresçamos, é impossível não adorar filmes animados, principalmente os da Disney e da DreamWorks. São filmes para qualquer pessoa de qualquer idade. São filmes que vão sempre entreter e fazer-nos rir. “The Boss Baby” (aleluia, não traduziram o título, ufa!) não é excepção. Apesar de não ter visto todos os filmes de animação que têm saído nos últimos anos, tenho visto um ou outro, de entre os mais falados.

Sendo a DreamWorks a produtora que é, não esperava menos de um filme deles. Adorei por completo esta história de um bebé que na verdade é uma espécie de “espião” que trabalha na empresa responsável por criar os bebés. Esta é uma ideia simplesmente divertida, que fez-me rir imenso. No inicio, “The Boss Baby” tem um pouco do conceito de “Phineas and Ferb”: o irmão mais velho que tenta apanhar o irmão mais novo em flagrante e denunciá-lo aos pais. Foram hilariantes todas essas tentativas, entre as quais a cena em que Tim provoca o bebé ao vesti-lo de marinheiro, assim como cenas como a reunião de bebés e a fuga à ama.

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Este filme não é violento em momento algum, o que me agradou. O vilão tem apenas como plano maléfico lançar cãezinhos pelo mundo, de forma a substituir os bebés, o que é mais um plano fofo do que maléfico hahahaha É o típico filme da DreamWorks: com uma história engraçada e única, com personagens marcantes.
Não me lembro de gostar tanto de um filme desta produtora desde Shrek.

O final é simplesmente lindo, lindo, e tal como disse, não importa a idade que tenhamos, vamos adorar este filme, principalmente este boss baby! Mas sendo um filme de animação, o final feliz é algo garantido!
Recomendo bastante este filme, pois não darão pelo passar do tempo e as gargalhadas serão garantidas.

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