Cinema | “A Hora Mais Negra” (2018) — Opinião

609665.jpgTítulo original: The Darkest Hour
Gênero: Biográfico, Histórico, Drama
Data de lançamento: Janeiro de 2018 (Portugal)
Elenco Principal: Gary Oldman, Lily James, Kristin Scott Thomas, Stephen Dillane, Ben Mendelsohn
A minha classificação: 10 em 10 estrelas

Opinião: Como fã de filmes que retratam a monarquia ou as grandes guerras, obviamente que não podia perder este filme! Embora estando de pé atrás com o pormenor de este trata-se de um filme biográfico-político, não foi preciso ver muito deste para ficar completamente entusiasmada com esta história, protagonizada por Gary Oldman (“Harry Potter e a ordem da Fénix” como Sirius) que estava irreconhecível debaixo do que é uma fantástica e surpreendente maquilhagem e figurino!

Gary Oldman fez o filme todo, ao meu ver. Mostrou ser um ator incrível, interpretando o papel de primeiro-ministro de Inglaterra com um talento inquestionável! Desde os gestos à maneira de ser e falar, pelo que conheço de outras representações desta figura história, posso presumir que Gary Oldman esteve de facto excelente, merecendo, sem dúvida, todos os prémios e nomeações, como melhor ator, que tem tido.
Apenas vi alguns filmes deste ator (Harry Potter e Wonder Woman), mas confesso que a sua interpretação neste filme foi espectacular, indubitavelmente um dos melhores atores que vi nos últimos tempos!
Kristin Scott Thomas é outro destaque neste filme. Um pouco na sombra de Gary Oldman, como o resto do elenco, mesmo assim conseguiu de algum modo sobressair-se com uma boa interpretação.

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Em termos históricos, confesso não ter muito conhecimento do mandato inicial de Churcill como primeiro-ministro, durante a segunda guerra mundial, pelo que não posso indicar se este filme retrata tal facto histórico na perfeição. Mas quanto ao guião e escrita do filme, acho que este está primoroso, com figurinos impecáveis, assim como as maquilhagens e cenários. Também a música de “A Hora Mais Negra” vem combinar de uma forma incrível com estes aspetos, bem como com o tema, com o tempo em que decorre a história e com os acontecimentos que surgem ao longo do filme.

Apesar de estarmos ainda no inicio de 2018, “The Darkest Hour” tem já um lugar reservado na minha lista de filmes favoritos do ano, pois antes de dá-lo como garantido, há que dar oportunidade a outros filmes certo?

Trailer e sinopse
Ano de 1940. A Europa atravessa um período negro, com a Alemanha nazi a ganhar território e poder sobre as forças aliadas. Winston Churchill é um estadista brilhante que, a 10 de Maio desse mesmo ano, se vê nomeado de urgência para o cargo de primeiro-ministro britânico. Poucos dias depois da tomada de posse, depara-se com a maior e mais difícil decisão da sua vida: aceitar um tratado de paz com a Alemanha, submetendo-se às suas ordens; ou declarar guerra ao inimigo, lutando pela liberdade e independência do seu povo… Com realização de Joe Wright (“Orgulho e Preconceito”, “Expiação”, “Anna Karenina”) e argumento de Anthony McCarten, um filme dramático sobre um momento crucial da vida política do estadista, escritor, orador e historiador que serviu como primeiro-ministro do Reino Unido entre 1940 e 1945 e, mais tarde, entre 1951 e 1955. O actor Gary Oldman (quase irreconhecível) é Winston Churchill; Ben Mendelsohn, Kristin Scott Thomas, Lily James, Stephen Dillane e Ronald Pickup dão vida às personagens secundárias.

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Cinema | “Maze Runner 3: A Cura Mortal” (2018) — Opinião

5070907.jpgTítulo original: Maze Runner, the Death Cure
Gênero: Ação, ficção cientifica, aventura 
Data de lançamento: 25 de Janeiro de 2018 (Portugal)
Elenco Principal: Dylan O’Brien, Kara Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Ki Hong Lee, Aidan Gillen, Giancarlo Esposito, Rosa Salazar
A minha classificação: 8 em 10 estrelas

Opinião: Visto em IMAX, este filme foi nada mais, nada menos, do que espectacular! Tornando-se assim no meu filme favorito da trilogia (cujo o respetivo livro falta-me ler), este terceiro e último capítulo ‘estreia-se’ como um filme repleto de ação, drama, de nos cortar muitas vezes a respiração e de nos deixar em lágrimas. Pelo menos eu fiquei, com alguns dos acontecimentos que sucedem.

Há imensos atores que mais uma vez tiveram uma interpretação que adorei, mas o destaque, na minha opinião, é Kara Scodelario que consegue fazer-me adorar-odiar a sua personagem, Teresa.
Surge, neste filme, um personagem que irá deixar-vos um tanto boquiabertos e entusiasmados por reencontrar! Isto, se gostavam dele como eu, claro. O aparecimento de tal personagem compensa em certa medida a morte doutro, ao meu ver, trazendo, deste modo, algum equilíbrio à história. Devo dizer que se o filme já estava a ser fantástico antes dele surgir, então assim que este personagem entra em ação… Foi ainda melhor!

Com um leque de personagens memoráveis e incríveis, sei que vou sentir imensas saudades deste mundo. Este último capítulo teve imensa ação, como disse, e muitas surpresas, algumas que foram tornando-se previsíveis aos poucos, outras nem tanto. O momento alto do filme, para mim, está tanto na cena inicial do comboio, como no final, em que o grupo de Thomas entra na cidade criada e protegida pela CRUEL.

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O final deixou-me com uma sensação de que faltou algo por explicar ou contar. Quererá isto dizer que teremos um spin-off ou uma possível continuação? Se tal não acontecer, então gostaria realmente que tivessem avançado no tempo uns anos, para ver como seria o futuro da raça humana. Foi um final bom mas que, tratando-se isto de uma adaptação, poderia ter sido mais desenvolvido e fechado, apresentando-nos uma conclusão excelente quanto o resto do filme o foi.

Deixo-vos como recomendação a ida ao cinema para ver este filme em IMAX, pois vale bastante a pena o dinheiro investido por mais qualidade! Em 3D, com toda a ação que temos neste filme, a ida ao cinema será ainda melhor, garanto-vos!

Trailer e sinopse
No final épico da saga Maze Runner, Thomas lidera seu grupo de Clareanos em fuga em sua missão final e mais perigosa até então. Para salvar seus amigos, eles devem invadir a lendária Última Cidade, um labirinto controlado pela CRUEL que pode vir a ser o labirinto mais mortal de todos. Qualquer um que o complete vivo, receberá respostas às perguntas que os Clareanos têm feito desde que chegaram ao labirinto.

Cinema | “O Grande Showman” (2017) — Opinião

Resultado de imagem para o grande showmanTítulo original: The Greatest Showman
Gênero: Musical, Drama, Biografia
Data de lançamento: 28 de Dezembro de 2017 (Portugal)
Elenco Principal: Hugh Jackamn, Michelle Williams, Zac Efron, Zendaya, Rebecca Ferguson, Lettie Lutz
A minha classificação: 10 em 10 estrelas

Opinião: O melhor filme de 2017, sem dúvida! Se não fosse uma amiga minha apresentar-me o trailer e este filme lembrar-me uma das minhas leituras favoritas deste ano (Caraval), provavelmente não teria visto este filme. Mas vi e foi tão bom, ainda melhor do que eu esperava!

Por incrível que pareça, fiquei surpresa ao descobrir que este filme tratava-se nada mais, nada menos do que um musical, pois pouco sabia deste, para além do que tinha visto no trailer. Não é propriamente o meu género favorito, tendo em conta que tentei ver filmes como “La, la, land” e simplesmente não me senti cativada, mas “The Greatest Showman” (o título em português é cómicamente tolo, diga-se de passagem) é algo lindíssimo e bem desenvolvido, chegando a ser melhor que musicais como “Os Miseráveis” e “Mama mia”, no que toca ao soundtrack.
Hugh Jackman surge mais uma vez a cantar de forma impecável e entusiasmante e não poderia ter havido melhor escolha para este papel. O mesmo se aplica a todos os atores, que estiveram impecáveis, sobretudo Zac Efron, que evoluiu imenso a nível de canto, para não falar de beleza (haha). Rebecca é outra atriz que adorei encontrar neste filme e que, embora não seja ela quem canta originalmente a música, esteve fantástica, como seria de esperar. Em suma, este filme apresenta um elenco fenomenal e um conjunto de músicas poderosas e viciantes, que nos ficam no ouvido desde os primeiros segundos. Posso indicar como minhas favoritas a música “This is Me“, “Never Enough“, “The Greatest Show” e “Rewrite the Stars“. Sim, eu sei… são muitas favoritas mas são todas tão belas e marcantes.

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É um filme, sobretudo, emocionante e magnifico, genial, bem pensado, que voltarei a ver logo que esteja disponível fora dos cinemas, pois o que aqui encontramos é uma versão mágica e musical do mundo do circo. Não consigo apontar um único defeito neste filme, sinceramente. É uma obra criada para qualquer pessoa, de qualquer idade, que aborda temas já conhecidos mas que são explorados de uma forma surpreendente e original.
Espero que este filme seja nomeado para algum Óscar, porque de facto, este merece tal prémio, pelo quão excepcional e brilhante é.

É, para mim, o melhor filme deste ano, e acho que estas palavras resumem muito bem o quão adorei “The Greatest Showman” certo? Mesmo que não sejam os maiores fãs de musicais, assim como eu, não deixem de ver Hugh Jackman e companhia nos cinemas, pois tenho a certeza que não se irão arrepender!

Trailer e sinopse
Inspirado pela ambição e imaginação de PT Barnum, “O Grande Showman” conta a história de um visionário que surgiu do nada para criar um espetáculo fascinante que se tornou uma sensação mundial.

 

Cinema | “Liga da Justiça” (2017) — Opinião

jlTítulo original: Justice League
Gênero: Ação, Ficção Científica
Data de lançamento: 16 de Novembro de 2017
Elenco Principal: Ben Affleck, Henry Cavill, Gal Gadot, Ezra Miller, Jason Momoa, Ray Fisher, Amy Adams, Jeremy Irons.
A minha classificação: 10 em 10 estrelas

Opinião: Foi há poucas horas que vi este filme e a vontade de o ver de novo é enorme e tentadora. Posso também dizer que este é o meu filme favorito da DC, para além do segundo de Batman (o motivo: Joker).
Acho que por os filmes anteriores terem me desiludido em certos pontos, como Batman vs Superman e Wonder Woman, não criei muitas expectativas para este, com medo que essa desilusão me apanhasse mais uma vez ao ver “Liga da Justiça”, cheio de heróis que adoro. Porém, o filme surpreendeu-me imenso, o que não é difícil, pois esta reunião de atores incríveis tornou esta história completamente viciante e única.

Ben Affleck e Gal Gadot (como Batman/Bruce Wayne e Mulher-Maravilha/Diana, respetivamente) estiveram incríveis nesta “sequela” dos capítulos anteriormente mencionados. Não sei se fui só eu… mas é impossível não shippar estes dois personagens como casal. Houve algo que me fez sentir isso e passar a ver algo mais neste par. Sou totalmente a favor de haver romance nos futuros filmes! (haha).
Mas falando das adições ao elenco, que foram Ezra Miller, Jason Momoa e Amber Heard (mesmo que esta última tenha aparecido apenas durante 5 minutos). Adorei-os, sinceramente. Quanto aos dois primeiros, não acho que possa existir melhor escolha de atores para estes papéis. Ezra Miller (como Flash/Barry Allen, mas mais conhecido pelo seu papel em Fantastic Beasts) trouxe um lado cómico para um filme que sendo da DC, como tem vindo a ser normal, é negro. Mas este ator conquistou-me uma vez mais com a sua atuação impecável e divertida. Não me lembro de alguma vez ter rido tanto num filme da DC. Jason Momoa (como Aquaman/Arthur Curry) teve também uma excelente performance, não só por ser engraçado, mas também por trazer ainda mais ação (e umas imagens interessantes… haha). São ambos atores que adoro e que vieram trazer uma melhoria enorme ao que podia ser mais um filme da DC, destacando-o assim dos outros recentes da produtora.

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Falemos do vilão, que para mim, tem sido o maior problema dos filmes da DC, ultimamente. “Justice League” teve um vilão melhor e mais cativante em relação aos seus antecedentes. Gostei imenso da linha de história em que este se enquadra e do facto de consigo ter trazido mais das Amazonas e uma nova “tribo”, os Atlantes. Esta foi, sem dúvida, a melhor parte de todo o drama em torno do vilão, para além de toda a “mitologia”.

Para além da ameaça que junta esta equipa de heróis, temos outras surpresas que tornaram este filme ainda melhor, repletas de ação e emoção. Gal Gadot e Ezra Miller foram os meus atores favoritos (e assim, os seus personagens foram os meus favoritos), principalmente esta primeira quanto à ação: excelente como sempre! Um filme com a Mulher-Maravilha nunca é bom sem as suas lutas fantásticas, que a mim me prendem totalmente ao filme e me deixam ainda mais entusiasmada!

Não deixem de ver este filme! Eu vi-o em 2D mas este existir em 3D e tiverem oportunidade de ir a essa sessão, vão, pois os efeitos deste filme são ótimos e tenho a certeza que vale muito a pena vê-los em três dimensões!

Trailer

Cinema | “Os Passageiros” (2016) — Opinião

Resultado de imagem para os passageirosTítulo original: Passengers 
Gênero: Aventura, Ficção Científica
Data de lançamento: 22 de Dezembro de 2016 (em Portugal)
Elenco Principal: Christ Pratt, Jennifer Lawrence, Laurence Fishburne
A minha classificação: 9 em 10 estrelas

Opinião: Vi este filme no final de 2016, mas deixei o tempo passar e só agora “lembrei-me” de fazer uma opinião a este filme.
“Os Passageiros” passa-se num futuro em que várias pessoas, adormecidas em cápsulas, viajam numa nave até outro planeta, para lá viverem e construírem um novo mundo. Uma dessas pessoas é Jim Preston (Chris Pratt) que acorda antes do tempo, por falha do sistema da nave. Passam-se várias semanas e este começa a sentir-se solitário, até que após ponderar, decidi acordar Aurora (Jennifer Lawrence), uma jornalista. A história gira em torno deste par, que são os únicos seres humanos acordados na nave e que enfrentarão vários perigos, para garantir a sobrevivência da nave e dos que ainda nela hibernam.

Jennifer Lawrence (The Hunger Games) e Chris Patt (Guardiões da Galáxia) não desiludiram, assim como Laurence Fishburne (Underworld), que faz o papel de barman-robô, Arthur. São três atores que adoro e que estiveram fantásticos neste filme. Jennifer é para mim o destaque, o que não é de surpreender, tendo em conta o seu talento, afinal não é à toa que se recebe um Óscar de Melhor Atriz com o tempo de carreira que esta tem.

Mas falando sobre o principal: o filme. Adorei-o imenso, mesmo sendo de fição cientifica, que é um género a que torço um pouco o nariz. Os efeitos são simplesmente espetaculares, assim como todas as tecnologias inventadas/criadas para esta história. O design de tudo é lindíssimo e deu-me imensa vontade de um dia puder viajar numa nave assim. Mas só se fosse VIP, porque não aguentava beber café e comer cereais todos os dias como Jim (hahahahaha)

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A história é genial. Não é demasiado fantasiosa. Tem o equilíbrio ideal para o tipo de ficção que é. Gostei sobretudo do romance que se desenvolve, claro. A parte final do filme e o perigo que ambos enfrentam é de fazer qualquer prender a respiração, porque a conclusão não é previsível à primeira.
Gostaria de ver o mundo a que no final a nave chega, mas entendo que não o tenham feito, pois afinal o filme é sobre aquele par e a forma como ambos lidam com o facto de serem os únicos acordados 80 anos antes do previsto.

Tenho pena de não ter visto o filme em 3D no cinema, pois sei que os efeitos vistos desta forma teriam tornado o filme ainda melhor. Este é daqueles filmes que ficam na cabeça sobretudo pelos efeitos especiais e pela tecnologia existente na nave que é de fazer-nos sonhar com um futuro assim. Recomendo imenso este filme a todas as pessoas que gostem de um drama bem construído e com efeitos que nos prendem ao filme desde o inicio!

Trailer

[FILME] The Boss Baby (2017) – Opinião

large_IMG_5157Título original: The Boss Baby 
Gênero: Animação, Comédia 
Data de lançamento: Março de 2017 
Elenco Principal (vozes originais): Miles Christopher Bakski, Alec Baldwin, Eric Bell Jr., Steve Buscemi, Tobey Maquire 
A minha classificação: 9/10 estrelas

Opinião: Não importa a idade que tenhamos. Crianças, adolescentes, adultos, idosos. Por mais que cresçamos, é impossível não adorar filmes animados, principalmente os da Disney e da DreamWorks. São filmes para qualquer pessoa de qualquer idade. São filmes que vão sempre entreter e fazer-nos rir. “The Boss Baby” (aleluia, não traduziram o título, ufa!) não é excepção. Apesar de não ter visto todos os filmes de animação que têm saído nos últimos anos, tenho visto um ou outro, de entre os mais falados.

Sendo a DreamWorks a produtora que é, não esperava menos de um filme deles. Adorei por completo esta história de um bebé que na verdade é uma espécie de “espião” que trabalha na empresa responsável por criar os bebés. Esta é uma ideia simplesmente divertida, que fez-me rir imenso. No inicio, “The Boss Baby” tem um pouco do conceito de “Phineas and Ferb”: o irmão mais velho que tenta apanhar o irmão mais novo em flagrante e denunciá-lo aos pais. Foram hilariantes todas essas tentativas, entre as quais a cena em que Tim provoca o bebé ao vesti-lo de marinheiro, assim como cenas como a reunião de bebés e a fuga à ama.

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Este filme não é violento em momento algum, o que me agradou. O vilão tem apenas como plano maléfico lançar cãezinhos pelo mundo, de forma a substituir os bebés, o que é mais um plano fofo do que maléfico hahahaha É o típico filme da DreamWorks: com uma história engraçada e única, com personagens marcantes.
Não me lembro de gostar tanto de um filme desta produtora desde Shrek.

O final é simplesmente lindo, lindo, e tal como disse, não importa a idade que tenhamos, vamos adorar este filme, principalmente este boss baby! Mas sendo um filme de animação, o final feliz é algo garantido!
Recomendo bastante este filme, pois não darão pelo passar do tempo e as gargalhadas serão garantidas.

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Cinema | Mulher Maravilha (2017) – Opinião

Mulher_maravilha_01.jpgTítulo original: Wonder Woman 
Género: Ação, Aventura, Fantasia
Data de lançamento: 1 de Junho de 2017
Elenco Principal: Gal Gadot, Chris Pine, Connie Nielsen, Danny Huston, David Thewlis, Elena Anaya, Robin Wright
A minha classificação: 7/10 estrelas

[Esta opinião contém spoilers que estarão marcados a laranja]

Opinião:O melhor filme da DC“, “A DC conseguiu!“, foram algumas das opiniões que ouvi por parte de críticos ou apenas de fãs e é normal que o meu entusiasmo para ver este filme só tenha aumentado, porém quando cheguei à sala de cinema… Vi o filme e sai de lá a perguntar-me o porquê de tanto “hype” em torno deste filme. Sim, é melhor que “Batman vs Superman” mas acho que em termos de história iguala-se a “Suicide Squad”. Porquê? Lá chegaremos.

Gal Gadot surpreendeu-me imenso e não consigo pensar numa atriz melhor para representar a Wonder Woman (a.k.a. Mulher-Maravilha). A sua atuação foi excelente. Também Chris Pine foi um ator que adorei ver neste filme e que teve um desempenho bom. Foram estes atores os destaques do filme, na minha opinião. Foi por eles, principalmente por Gadot, que estou a dar uma classificação um pouco acima da média.
A ação foi fantásticas, MAS apenas nas cenas em que aparecia Gal Gadot. “Mas a ação do filme inclui-a sempre” contra-argumentam vocês. Refiro-me em específico aos momentos em que a câmara focava-se na atriz, e não às cenas de um modo geral, pois Gadot esteve fantástica e tornou todo o filme e as lutas acima do razoável.

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Os aspetos negativos? Dois vilões (humanos) mal aproveitados. Um vilão (deus) ridículo. Se achavam que a Enchantress, de Suicide Squad, era ridícula, ainda não conheceram Ares, ou Sir Patrick (David Thewlis, o Remus de Harry Potter). Até ao momento em que se revela como sendo o Deus Ares, estava tudo a ir bem. Mas quando este se revela… O guião, os efeitos, a ação… Tudo neste vilão foi ridículo ao meu ver. Foi algo que me decepcionou imenso. Danny Huston (Ludendorff) teve um excelente desempenho e realmente adorei o vilão, mas do nada este morre, e é a partir dai, que o filme começa a cair como uma bola de neve: o desastre vai tornando-se maior e maior, com o aparecimento de um segundo vilão (ou terceiro, dependendo do ponto de vista) e com o desenrolar do drama que este traz consigo. Temos também a Dr. Manu (Elena Anaya) que era para mim a “segunda” vilã, mesmo não sendo a principal, e que foi também mal aproveitada, tal como Ludendorff. Ambos começaram por trazer ao filme um drama excelente mas do nada isso é posto de lado, de uma forma ridícula.

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Outro ponto negativo: aborrecimento. Grande parte deste filme pareceu-me simplesmente… aborrecido. Esperava ver mais das Amazonas, mais da Diana na sociedade. O trailer dava a sensação que teríamos imensos momentos cómicos dos comportamentos fora do comum entre outras mulheres da sociedade e isso foi algo que poderia muito ter melhorado este filme. Depois de ouvir tantas críticas positivas relativas a este filme, as minhas expectativas eram altíssimas e este filme quase que foi uma desilusão. Novamente, relembro que Gal Gadot e o pouco das amazonas que nos foi mostrado, foram as únicas razões para acabar por gostar deste filme, mesmo com as cenas finais que só vieram desiludir. O filme começou bem, com a ação no ponto, com o drama no ponto, com excelentes atuações e uma história com “os pés assentes na terra”. Mas do nada, isto torna-se num Poseidon, e fica tudo de “pernas para o ar” e o quase nexo nenhum.

Talvez volte a ver este filme de novo, pois da primeira vez, tinha realmente expectativas altas e agora que não tenho nenhumas, obviamente, quem sabe não dê por mim a gostar mais dele.

Trailer

[FILME] Piratas das Caraíbas – Homens Mortos não Contam Histórias (2017) – Opinião

transferir.jpgTítulo original: Pirates of the Caribbean – Dead Men Tell No Tales 
Género: Comédia, Ação, Aventura 
Data de lançamento: 25 de Maio de 2017 (Portugal) 
Elenco Principal: Johnny Depp, Geoffrey Rush, Javier Bardem, Kaya Scodelario, Brenton Thwaites, Orlando Bloom
A minha classificação: 8/10 estrelas

[Esta opinião contém spoilers que estarão marcados a laranja]

Opinião: Depois de “Piratas das Caraíbas – Por Estranhas Marés”, não sabia realmente o que esperar deste novo filme, pois apesar de ter gostado do anterior, não sinto que foi tão bom quanto os três primeiros filmes. Por isto mesmo, decidi que veria apenas o trailer uma vez e nada mais. Nada de fotos, nada de sinopses, nada de clips. Quis ir ao cinema, sem quaisquer expectativas, com a intenção de ser surpreendida e tentar evitar uma desilusão. Posso dizer que foi talvez a melhor decisão, pois adorei o filme, principalmente o novo vilão e o regresso de Will Turner e Elizabeth Swan. Houve imensas melhorias do 4º filme para este, mas mesmo assim continuo com a sensação de que falta algo para o deixar ao mesmo nível da trilogia.

Porém sinto-me um pouco dividida. Há vários pontos que me agradaram e desagradaram ao mesmo tempo. O vilão Salazar é, sem dúvida, melhor que o do anterior filme, mas gostaria que este fosse mais temível, como David Jones foi. Que trouxesse mais obscuridade e perigo consigo. Senti falta de toda a ação que a trilogia inicial tinha. Este filme tem ação claro, mas não senti que fosse na dose certa, embora tivesse tido outros aspetos que compensaram como os piratas e o seu lado cómico ao qual estamos já habituados.

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Também os novos personagens, Carina e Henry, deixam um pouco a desejar mas gostei deles de qualquer forma, sobretudo de Carina que é uma personagem inteligente e moderna para a época. No entanto, é como se não fizessem realmente parte deste mundo, como se não encaixassem na perfeição, o que não foi o caso de Salazar que combinou imenso com o conceito desta franquia.
O argumento em torno de toda esta história do tridente que contém o poder de quebrar todas as maldições é algo que deixou-me entusiasmada mas ao mesmo tempo… Se todas as maldições forem quebradas, o que resta para contar? Até agora, todos os filmes envolveram maldições, mas afinal o que é um bom filme de piratas, sem uma maldição? É verdade que a cena final do filme (após os créditos deste) deixou em aberto um ponto da história e que este ponto poderia facilmente ser explorado num (possível) sexto filme, mas não consigo imaginar Piratas das Caraíbas sem maldições.

Quanto ao elenco…. Personagens à parte, este elenco esteve fantástico, principalmente Kaya Scodelario (Carina), Javier Bardem (Salazar) e Geoffrey Rush (Barbossa) que tiveram atuações impecáveis. Johnny Depp é obviamente o destaque. Não só por ser o rosto principal do filme mas também pelo seu talento único. Momentos cómicos, que fizeram rir à gargalhada, é óbvio que não faltaram e muito disso é graças a esse mesmo talento de Depp em interpretar Jack Sparrow de forma tão brilhante. Johnny Depp nasceu para este papel e mesmo que este tenha sido o último filme com ele, sei que Depp ficará para sempre marcado como o famoso Capitão Jack Sparrow, assim como esta saga ficará para sempre conhecida pela atuação fantástica.

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Os efeitos especiais, maquilhagem e figurinos foram ótimos, como já seria de esperar. A nível de maquilhagem, Salazar foi o destaque, na minha opinião. A nível de efeitos e figurinos, os piratas e vilões são os vencedores. Nesta categoria, Piratas das Caraíbas não desilude.

“Piratas das Caraíbas – Homens Mortos não Contam Histórias” é repleto de surpresas, aventuras e comédia. Em suma, os pontos altos do filme foram sem dúvida Jack Sparrow e as suas piadas, assim como os efeitos que são extraordinários. É especialmente por isto que adoro esta saga e espero que produzam pelo menos mais um filme. Sei que se tal acontecer não teremos mais o nosso pirata favorito e embora não seja a mesma coisa, poderemos ter o regresso de outros personagens que adoramos como Will Turner e David Jones (aka “cara de peixe” como eu gosto de chamar hahaha) pois a cena final deixa em aberta tal possibilidade.

Trailer

[FILME] Velocidade Furiosa 8 (2017) – Opinião

Título original: The Fate of the Furious  
Gênero: Ação, Suspense
Data de lançamento: 13-Abril-2017
Elenco Principal: Vin Diesel, Dwayne Johnson, Jason Statham, Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Charlize Theron, Ludacris, Nathalie Emmanuel.
A minha classificação: 8/10 estrelas

Opinião: Apesar dos filmes não estarem já tão centrados nas corridas como antes, sinto que esta mudança que veio acontecendo ao longo de Velocidade Furiosa foi algo de positivo, pois como se costuma dizer “O que é demais, enjoa”. O facto de agora os filmes terem mais ação, principalmente neste novo filme, trouxe algo de novo e uma mudança que impede que a série de filmes perca a sua qualidade, apesar de muitos fãs sentirem falta das corridas de carros. Por cá, prefiro muito mais a ação que tem vindo a aumentar de filme para filme.
No entanto, não sabia o que esperar de uma continuação sem Paul Walker, porque ele era um dos principais. Senti realmente a falta dele neste filme. Porém adorei o argumento e toda a ação presente no oitavo filme da saga Fast and Furious. Gostei ainda mais do que do filme anterior. Este teve algo mais: mais ação, mais momentos cheios de humor com Roman e também com Shaw, mais personagens fantásticos e bem criados assim como drama do filme.

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Quando soube que Charlize Theron seria a nova vilã, fiquei bastante entusiasmada e não posso dizer que me desiludi! Ela é uma excelente atriz e como sempre fez um bom trabalho como Cipher. Também Jason Statham esteve fantástico, assim como Tyrese Gibson, que foram para mim grandes destaques neste filme, não só pela excelente atuação a nível de ação (relativamente a Jason), mas também pelas imensas gargalhadas que ambos me proporcionaram, o que melhorou em muito a qualidade deste filme. Houve também o regresso de um ator de filmes anteriores (fica aqui a surpresa hehe), que adoro, porém tenho pena que não tenham desenvolvido muito mais o seu regresso, dai ter dado menos pontuação ao filme.
Sobre todo o “plot” do filme: gostei! Surpreendi-me imenso com tudo o que foi acontecendo, desde as cenas que envolviam carros fantasmas ao mistério por detrás da traição de Dominic Toretto e a sua lealdade à vilã. Li há umas horas que do orçamento de 250 milhões de euros, dado aos produtores deste filme, duas centenas de carros foram usados, acabando danificados ou mesmo destruídos, incluindo a destruição total de um lamborghini. Fiquei surpresa com isto, pois pensei que muitas das cenas de ação não passavam de efeitos de computador e assim. Talvez esta exorbitância foi o que permitiu que este filme se tornasse ainda melhor do que esperado e seja talvez o que distingue “Fast and Furious” de qualquer outro tipo de filme com ação e carros.

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No entanto, não posso deixar mencionar uma falha enorme na história: Ian Shaw (Jason Statham), como se calhar se lembram, no filme anterior quase matou a família de Dominic, e inclusive matou um membro da equipa dele (RIP Han Lue 😦 ), por vingança ao que fizeram ao seu irmão Owen Shaw (Luke Evans). Porém neste 8º filme, este é solto para ajudar a equipa de Dominic a caçar este e Cipher. Até aqui tudo bem. Porém mais para o final, vemos este a sorrir e a apertar a mão a Dominic, como se de repente fossem cúmplices ou amigos. Independentemente da “boa” ação dele neste filme, fico sem perceber qual o sentido da mudança de “humor” entre ambos, pois Ian matou pessoas importantes para Dominic, assim como este último foi o que fez com que o irmão de Shaw fosse parar a um hospital e acabasse preso. Então de facto, isto é uma enorme falha, digam-me o que quiserem: uma rivalidade com histórico que é terminada de um momento para o outro, com sorrisos. De repente, foi esquecida a morte de Han Lue e a quase morte da irmã e cunhado de Dominic?

Um filme não seria um filme sem falhas, claro. Mas realmente gostei deste filme. Talvez seja um dos meus favoritos até agora, desta série de filmes. Achei bastante bonita a homenagem feita, mesmo que indiretamente, a Paul Walker. Foi um filme cheio de ação, velocidade, mas sem deixar de ter o seu toque de humor, principalmente numa das cenas finais de Shaw no avião! Fãs dos filmes não podem perder este, sem dúvida.

Trailer: 

A Bela e o Monstro (2017) – Live-Action – Opinião

Título original: Beauty and the Beast 
Gênero: Fantasia, Romance 
Data de lançamento: 16 de Março de 2017 (em Portugal) 
Elenco Principal: Emma Watson, Dan Stevens, Luke Evans, Ewan McGrego, Josh Gad
A minha classificação: 9/10 estrelas

Opinião: E finalmente trago-vos a minha opinião sobre um dos filmes que mais aguardava desde sempre! Sim, eu sei, já passou quase um mês desde a sua estreia mas as emoções eram tanta, que quis primeiro refletir durante um tempo antes de vir dizer o que realmente achei e senti em relação a este filme…

Começo pelos pontos positivos ou negativos? É o meu filme favorito da Disney, de sempre, e como é óbvio, não podia deixar de AMAR este live-action, tendo ainda por cima atores que gosto: Emma Watson (Harry Potter), Dan Stevens (Downton Abbey) e Luke Evans (Dracula) *suspiros* hahahaha
Mas decidi começar pelo ponto negativo. Exatamente, leram bem “PONTO”. Eu adorei este filme. Adorei, amei. Enfim, tenho um ataque de “fangirl” sempre que entro numa loja que tenha algo alusivo a esta história tão linda e única. Porém, este live-action falhou num ponto, que o impediu, na minha opinião, de chegar às 10 estrelas: o exagero em termos de pormenores, mais propriamente na cena da música “Be our Guest”. Eu ADOREI os pormenores, desde os vestidos de Belle a outros aspetos, neste filme, porém houve momentos em que estes eram em excesso e tornaram a imagem do filme confusa, como na música do jantar apresentada pelo Lumière. Acabava por confundir e não dava para acompanhar tudo por conta desse excesso. Mas excepto isto, adorei o filme, sem dúvida!

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Posso afirmar que o filme não desiludiu nada. Acho que alcançou ou superou ligeiramente as minhas expectativas. O elenco estava fantástico. Adorei todas as escolhas, embora a mulher em mim preferisse ver o Luke Evans como Monstro, porque eu adoro-o e não imagino como pode alguém recusar o Luke Evans!! hahahahahaha Brincadeiras à parte. Emma Watson e Dan Stevens foram quem mais me surpreenderam, pois de Luke Evans sabia o que esperar. Mas quanto a estes dois primeiros: Emma Watson conseguiu ultrapassar aquela fase de Harry Potter. Nem por um momento senti que estava a ver a Hermione, como acontece quando vejo outros membros do elenco de Harry Potter. Já Dan Stevens surpreendeu-me pois realmente não me agradava vê-lo como monstro mas a sua atuação foi ótima!
Em termos de trazer os objetivos à vida e de toda a imagem do filme e efeitos, adorei tudo, excepto aquele excesso de pormenores, como já disse. Gostei realmente que situassem a história no tempo e espaço! Uma das partes que mais adorei foi a inicial, em que vemos o principe a ser transformado. Enquanto que no filme da Disney, vemos a história contada por vitrais, no live-action vemos tudo contado com imagens reais. Houve muitas mais alterações, claro, mas todas essas alterações deixaram este filme igualmente ótimo!
Um ponto que gostei também foi terem abordado a “orientação” de LeFou. Acho que está mais que na hora de pararmos de ignorar que a nossa sociedade tem pessoas de diferentes orientações! Achei uma completa “estupidez” terem proibido este filme, inclusive, em vários paises… Além do mais, não chega a ver um único beijo ou algo assim mais “especifico”. O filme dá apenas a entender e isso não tem mal nenhum, mas enfim! Mentalidades fechadas.

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É Beauty and the Beast e gostava de continuar a falar mais sobre isto, mas o mais importante está dito e não vos quero contar tudo, porque ninguém pode deixar de ver este filme! Só tenho pena que não tenham posto a música “Human Again”, mas adorei a banda sonora num todo e não consigo parar de a ouvir!

Trailer