Cinema | “A Gaivota” (2018) — Opinião

Poster-Cinema_-A-Gaivota-WEB.jpgTítulo Original: The Seagull
Realizador: Michael Mayer
Elenco principal: Annette Bening, Saoirse Ronan, Corey Stoll, Billy Howle, Elizabeth Moss, Mare Winningham, Brian Dennehy, Jon Tenney, Glenn Fleshler, Michael Zegen, Ben Thompson 
Gênero: Drama
Data de lançamento: 26 de Julho de 2018
A minha classificação: 8 em 10 estrelas

Opinião: Começo por agradecer à NOS Audiovisuais pelo convite que me foi feito para ver este filme. Não o conhecia até me ter sido apresentado aquando recebi o convite, mas sabendo que se tratava de uma adaptação de um livro de um autor russo sabia que só poderia esperar um filme magnífico.

Quaisquer expectativas que tivesse foram superadas logo nos primeiros minutos de visionamento.
O elenco é excelente, caraterística essa que veio a contribuir para esta superação de expectativas. Apenas conhecia Saoirse Ronan, atriz que adoro e cujos os filmes sigo, sem exceção. Como já vem a ser normal, Saoirse, que interpreta a ingénua Nina, teve uma atuação impecável. Annette Bening, Elizabeth Moss e Billy Howle estiveram igualmente fantásticos, sobretudo as duas primeiras, que foram os maiores destaques do filme, a meu ver. Continuar a ler

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Cinema | “A Hora Mais Negra” (2018) — Opinião

609665.jpgTítulo original: The Darkest Hour
Gênero: Biográfico, Histórico, Drama
Data de lançamento: Janeiro de 2018 (Portugal)
Elenco Principal: Gary Oldman, Lily James, Kristin Scott Thomas, Stephen Dillane, Ben Mendelsohn
A minha classificação: 10 em 10 estrelas

Opinião: Como fã de filmes que retratam a monarquia ou as grandes guerras, obviamente que não podia perder este filme! Embora estando de pé atrás com o pormenor de este trata-se de um filme biográfico-político, não foi preciso ver muito deste para ficar completamente entusiasmada com esta história, protagonizada por Gary Oldman (“Harry Potter e a ordem da Fénix” como Sirius) que estava irreconhecível debaixo do que é uma fantástica e surpreendente maquilhagem e figurino!

Gary Oldman fez o filme todo, ao meu ver. Mostrou ser um ator incrível, interpretando o papel de primeiro-ministro de Inglaterra com um talento inquestionável! Desde os gestos à maneira de ser e falar, pelo que conheço de outras representações desta figura história, posso presumir que Gary Oldman esteve de facto excelente, merecendo, sem dúvida, todos os prémios e nomeações, como melhor ator, que tem tido.
Apenas vi alguns filmes deste ator (Harry Potter e Wonder Woman), mas confesso que a sua interpretação neste filme foi espectacular, indubitavelmente um dos melhores atores que vi nos últimos tempos!
Kristin Scott Thomas é outro destaque neste filme. Um pouco na sombra de Gary Oldman, como o resto do elenco, mesmo assim conseguiu de algum modo sobressair-se com uma boa interpretação.

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Em termos históricos, confesso não ter muito conhecimento do mandato inicial de Churcill como primeiro-ministro, durante a segunda guerra mundial, pelo que não posso indicar se este filme retrata tal facto histórico na perfeição. Mas quanto ao guião e escrita do filme, acho que este está primoroso, com figurinos impecáveis, assim como as maquilhagens e cenários. Também a música de “A Hora Mais Negra” vem combinar de uma forma incrível com estes aspetos, bem como com o tema, com o tempo em que decorre a história e com os acontecimentos que surgem ao longo do filme.

Apesar de estarmos ainda no inicio de 2018, “The Darkest Hour” tem já um lugar reservado na minha lista de filmes favoritos do ano, pois antes de dá-lo como garantido, há que dar oportunidade a outros filmes certo?

Trailer e sinopse
Ano de 1940. A Europa atravessa um período negro, com a Alemanha nazi a ganhar território e poder sobre as forças aliadas. Winston Churchill é um estadista brilhante que, a 10 de Maio desse mesmo ano, se vê nomeado de urgência para o cargo de primeiro-ministro britânico. Poucos dias depois da tomada de posse, depara-se com a maior e mais difícil decisão da sua vida: aceitar um tratado de paz com a Alemanha, submetendo-se às suas ordens; ou declarar guerra ao inimigo, lutando pela liberdade e independência do seu povo… Com realização de Joe Wright (“Orgulho e Preconceito”, “Expiação”, “Anna Karenina”) e argumento de Anthony McCarten, um filme dramático sobre um momento crucial da vida política do estadista, escritor, orador e historiador que serviu como primeiro-ministro do Reino Unido entre 1940 e 1945 e, mais tarde, entre 1951 e 1955. O actor Gary Oldman (quase irreconhecível) é Winston Churchill; Ben Mendelsohn, Kristin Scott Thomas, Lily James, Stephen Dillane e Ronald Pickup dão vida às personagens secundárias.

Cinema | “O Grande Showman” (2017) — Opinião

Resultado de imagem para o grande showmanTítulo original: The Greatest Showman
Gênero: Musical, Drama, Biografia
Data de lançamento: 28 de Dezembro de 2017 (Portugal)
Elenco Principal: Hugh Jackamn, Michelle Williams, Zac Efron, Zendaya, Rebecca Ferguson, Lettie Lutz
A minha classificação: 10 em 10 estrelas

Opinião: O melhor filme de 2017, sem dúvida! Se não fosse uma amiga minha apresentar-me o trailer e este filme lembrar-me uma das minhas leituras favoritas deste ano (Caraval), provavelmente não teria visto este filme. Mas vi e foi tão bom, ainda melhor do que eu esperava!

Por incrível que pareça, fiquei surpresa ao descobrir que este filme tratava-se nada mais, nada menos do que um musical, pois pouco sabia deste, para além do que tinha visto no trailer. Não é propriamente o meu género favorito, tendo em conta que tentei ver filmes como “La, la, land” e simplesmente não me senti cativada, mas “The Greatest Showman” (o título em português é cómicamente tolo, diga-se de passagem) é algo lindíssimo e bem desenvolvido, chegando a ser melhor que musicais como “Os Miseráveis” e “Mama mia”, no que toca ao soundtrack.
Hugh Jackman surge mais uma vez a cantar de forma impecável e entusiasmante e não poderia ter havido melhor escolha para este papel. O mesmo se aplica a todos os atores, que estiveram impecáveis, sobretudo Zac Efron, que evoluiu imenso a nível de canto, para não falar de beleza (haha). Rebecca é outra atriz que adorei encontrar neste filme e que, embora não seja ela quem canta originalmente a música, esteve fantástica, como seria de esperar. Em suma, este filme apresenta um elenco fenomenal e um conjunto de músicas poderosas e viciantes, que nos ficam no ouvido desde os primeiros segundos. Posso indicar como minhas favoritas a música “This is Me“, “Never Enough“, “The Greatest Show” e “Rewrite the Stars“. Sim, eu sei… são muitas favoritas mas são todas tão belas e marcantes.

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É um filme, sobretudo, emocionante e magnifico, genial, bem pensado, que voltarei a ver logo que esteja disponível fora dos cinemas, pois o que aqui encontramos é uma versão mágica e musical do mundo do circo. Não consigo apontar um único defeito neste filme, sinceramente. É uma obra criada para qualquer pessoa, de qualquer idade, que aborda temas já conhecidos mas que são explorados de uma forma surpreendente e original.
Espero que este filme seja nomeado para algum Óscar, porque de facto, este merece tal prémio, pelo quão excepcional e brilhante é.

É, para mim, o melhor filme deste ano, e acho que estas palavras resumem muito bem o quão adorei “The Greatest Showman” certo? Mesmo que não sejam os maiores fãs de musicais, assim como eu, não deixem de ver Hugh Jackman e companhia nos cinemas, pois tenho a certeza que não se irão arrepender!

Trailer e sinopse
Inspirado pela ambição e imaginação de PT Barnum, “O Grande Showman” conta a história de um visionário que surgiu do nada para criar um espetáculo fascinante que se tornou uma sensação mundial.

 

Cinema | “Liga da Justiça” (2017) — Opinião

jlTítulo original: Justice League
Gênero: Ação, Ficção Científica
Data de lançamento: 16 de Novembro de 2017
Elenco Principal: Ben Affleck, Henry Cavill, Gal Gadot, Ezra Miller, Jason Momoa, Ray Fisher, Amy Adams, Jeremy Irons.
A minha classificação: 10 em 10 estrelas

Opinião: Foi há poucas horas que vi este filme e a vontade de o ver de novo é enorme e tentadora. Posso também dizer que este é o meu filme favorito da DC, para além do segundo de Batman (o motivo: Joker).
Acho que por os filmes anteriores terem me desiludido em certos pontos, como Batman vs Superman e Wonder Woman, não criei muitas expectativas para este, com medo que essa desilusão me apanhasse mais uma vez ao ver “Liga da Justiça”, cheio de heróis que adoro. Porém, o filme surpreendeu-me imenso, o que não é difícil, pois esta reunião de atores incríveis tornou esta história completamente viciante e única.

Ben Affleck e Gal Gadot (como Batman/Bruce Wayne e Mulher-Maravilha/Diana, respetivamente) estiveram incríveis nesta “sequela” dos capítulos anteriormente mencionados. Não sei se fui só eu… mas é impossível não shippar estes dois personagens como casal. Houve algo que me fez sentir isso e passar a ver algo mais neste par. Sou totalmente a favor de haver romance nos futuros filmes! (haha).
Mas falando das adições ao elenco, que foram Ezra Miller, Jason Momoa e Amber Heard (mesmo que esta última tenha aparecido apenas durante 5 minutos). Adorei-os, sinceramente. Quanto aos dois primeiros, não acho que possa existir melhor escolha de atores para estes papéis. Ezra Miller (como Flash/Barry Allen, mas mais conhecido pelo seu papel em Fantastic Beasts) trouxe um lado cómico para um filme que sendo da DC, como tem vindo a ser normal, é negro. Mas este ator conquistou-me uma vez mais com a sua atuação impecável e divertida. Não me lembro de alguma vez ter rido tanto num filme da DC. Jason Momoa (como Aquaman/Arthur Curry) teve também uma excelente performance, não só por ser engraçado, mas também por trazer ainda mais ação (e umas imagens interessantes… haha). São ambos atores que adoro e que vieram trazer uma melhoria enorme ao que podia ser mais um filme da DC, destacando-o assim dos outros recentes da produtora.

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Falemos do vilão, que para mim, tem sido o maior problema dos filmes da DC, ultimamente. “Justice League” teve um vilão melhor e mais cativante em relação aos seus antecedentes. Gostei imenso da linha de história em que este se enquadra e do facto de consigo ter trazido mais das Amazonas e uma nova “tribo”, os Atlantes. Esta foi, sem dúvida, a melhor parte de todo o drama em torno do vilão, para além de toda a “mitologia”.

Para além da ameaça que junta esta equipa de heróis, temos outras surpresas que tornaram este filme ainda melhor, repletas de ação e emoção. Gal Gadot e Ezra Miller foram os meus atores favoritos (e assim, os seus personagens foram os meus favoritos), principalmente esta primeira quanto à ação: excelente como sempre! Um filme com a Mulher-Maravilha nunca é bom sem as suas lutas fantásticas, que a mim me prendem totalmente ao filme e me deixam ainda mais entusiasmada!

Não deixem de ver este filme! Eu vi-o em 2D mas este existir em 3D e tiverem oportunidade de ir a essa sessão, vão, pois os efeitos deste filme são ótimos e tenho a certeza que vale muito a pena vê-los em três dimensões!

Trailer

Cinema | “Velocidade Furiosa 8” (2017) — Opinião

Título original: The Fate of the Furious  
Gênero: Ação, Suspense
Data de lançamento: 13-Abril-2017
Elenco Principal: Vin Diesel, Dwayne Johnson, Jason Statham, Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Charlize Theron, Ludacris, Nathalie Emmanuel.
A minha classificação: 8/10 estrelas

Opinião: Apesar dos filmes não estarem já tão centrados nas corridas como antes, sinto que esta mudança que veio acontecendo ao longo de Velocidade Furiosa foi algo de positivo, pois como se costuma dizer “O que é demais, enjoa”. O facto de agora os filmes terem mais ação, principalmente neste novo filme, trouxe algo de novo e uma mudança que impede que a série de filmes perca a sua qualidade, apesar de muitos fãs sentirem falta das corridas de carros. Por cá, prefiro muito mais a ação que tem vindo a aumentar de filme para filme.
No entanto, não sabia o que esperar de uma continuação sem Paul Walker, porque ele era um dos principais. Senti realmente a falta dele neste filme. Porém adorei o argumento e toda a ação presente no oitavo filme da saga Fast and Furious. Gostei ainda mais do que do filme anterior. Este teve algo mais: mais ação, mais momentos cheios de humor com Roman e também com Shaw, mais personagens fantásticos e bem criados assim como drama do filme.

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Quando soube que Charlize Theron seria a nova vilã, fiquei bastante entusiasmada e não posso dizer que me desiludi! Ela é uma excelente atriz e como sempre fez um bom trabalho como Cipher. Também Jason Statham esteve fantástico, assim como Tyrese Gibson, que foram para mim grandes destaques neste filme, não só pela excelente atuação a nível de ação (relativamente a Jason), mas também pelas imensas gargalhadas que ambos me proporcionaram, o que melhorou em muito a qualidade deste filme. Houve também o regresso de um ator de filmes anteriores (fica aqui a surpresa hehe), que adoro, porém tenho pena que não tenham desenvolvido muito mais o seu regresso, dai ter dado menos pontuação ao filme.
Sobre todo o “plot” do filme: gostei! Surpreendi-me imenso com tudo o que foi acontecendo, desde as cenas que envolviam carros fantasmas ao mistério por detrás da traição de Dominic Toretto e a sua lealdade à vilã. Li há umas horas que do orçamento de 250 milhões de euros, dado aos produtores deste filme, duas centenas de carros foram usados, acabando danificados ou mesmo destruídos, incluindo a destruição total de um lamborghini. Fiquei surpresa com isto, pois pensei que muitas das cenas de ação não passavam de efeitos de computador e assim. Talvez esta exorbitância foi o que permitiu que este filme se tornasse ainda melhor do que esperado e seja talvez o que distingue “Fast and Furious” de qualquer outro tipo de filme com ação e carros.

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No entanto, não posso deixar mencionar uma falha enorme na história: Ian Shaw (Jason Statham), como se calhar se lembram, no filme anterior quase matou a família de Dominic, e inclusive matou um membro da equipa dele (RIP Han Lue 😦 ), por vingança ao que fizeram ao seu irmão Owen Shaw (Luke Evans). Porém neste 8º filme, este é solto para ajudar a equipa de Dominic a caçar este e Cipher. Até aqui tudo bem. Porém mais para o final, vemos este a sorrir e a apertar a mão a Dominic, como se de repente fossem cúmplices ou amigos. Independentemente da “boa” ação dele neste filme, fico sem perceber qual o sentido da mudança de “humor” entre ambos, pois Ian matou pessoas importantes para Dominic, assim como este último foi o que fez com que o irmão de Shaw fosse parar a um hospital e acabasse preso. Então de facto, isto é uma enorme falha, digam-me o que quiserem: uma rivalidade com histórico que é terminada de um momento para o outro, com sorrisos. De repente, foi esquecida a morte de Han Lue e a quase morte da irmã e cunhado de Dominic?

Um filme não seria um filme sem falhas, claro. Mas realmente gostei deste filme. Talvez seja um dos meus favoritos até agora, desta série de filmes. Achei bastante bonita a homenagem feita, mesmo que indiretamente, a Paul Walker. Foi um filme cheio de ação, velocidade, mas sem deixar de ter o seu toque de humor, principalmente numa das cenas finais de Shaw no avião! Fãs dos filmes não podem perder este, sem dúvida.

Trailer: 

[FILME] Fallen (2016) – Opinião

 Título português (do livro): Anjo Caído (opinião aqui)
Gênero: Drama, Fantasia, Romance
Data de lançamento: Dezembro de 2016
Elenco Principal: Addison Timlin, Jeremy Irvine, Harrison Gilbertson
A minha classificação: 5/10 estrelas

Opinião: Continuo sem perceber porque é que não houve um único cinema em Portugal a ter este filme… Aliás, pouco ouvi falar do filme, excepto da parte dos fãs brasileiros da autora do livro. Mas depois de ver o filme, talvez perceba o porquê de não terem arriscado e apostado num filme destes. Não é que seja mau mas por cá não teria enchido as salas de cinema num único dia que fosse, principalmente por ser um filme com pouca divulgação e que poucos conhecem (de fora do círculo de leitores).

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Não consigo dar menos de 5 estrelas, porque admito que gostei do filme, apesar de tudo. Tem uma fraca adaptação… ok, é fiel ao livro em muita coisa e é por isto que é fraco. Se tivessem alterado (pela primeira vez sou a favor disto) uma boa parte da história, isto é, do seu desenvolver, talvez o filme tivesse ficado bom. Mas foi apenas ok. No entanto, gostei mesmo assim. Gostei dos atores escolhidos para interpretar o Cam, a Penn e (um pouco) a Luce. Quanto a esta última, achei que podia parecer menos “morta”. Senti-me como se estivesse a ver uma Bella Swan, por vezes: chata, demasiado calma, alguém que aceita tudo sem quaisquer problemas. No livro não é muito melhor, mas podiam ter melhorado muitas gafes deste, é verdade. O ator escolhido para Daniel foi simplesmente… hum, em termos de físico, é bonito, mas em termos de atuação… não sei, falhou um pouco, acho.
Uma das coisas que me fez gostar deste filme, de realmente sentir-me agarrada a vê-lo até ao fim sem total desespero, foi sem dúvida a atuação de Harrison. Se no livro já gostava de Cam, no filme dei por mim a gostar ainda mais dele. E quanto ao romance? No livro era mais “Team” Daniel que Cam, mas no filme… 100% Cam! Adorei-o, o que posso dizer? Além de saber mostrar aquele charme sexy como imaginava o que Cam tinha no livro, soube interpretar e melhorar o seu personagem, ao contrário de Jeremy Irvine (Daniel).

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Quanto ao resto da história, gostaria de ter visto mais da luta entre ambos os anjos e gostaria que tivessem usado melhores efeitos, porque vejamos, isto é um filme certo? Logo o orçamento é “mil vezes” maior que o de uma série. Vejamos The Flash (CW). Uma série, que embora tenha 23 episódios por temporada, e considerando o seu orçamento, acaba por ter efeitos bem melhores dos que vi em Fallen. Gostaria de ter visto asas mais reais e fascinantes, uma luta mais desenvolvida e real. Gostava também de ter visto mais do que rápidos flashbacks da vida passada do casal da história.

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Terminei o filme com um “mix feelings”. Gostei. Não foi um filme no qual considere ter perdido tempo, mas ao mesmo tempo… queria mais, não sei. Esperava algo melhor que o livro. Confesso que uma grande parte de mim torce para que haja uma continuação do filme, porque quanto aos livros… Bom, dizem que são bons mas pelo meio, temos “Tormento”, o segundo livro, que pelas palavras de muitas pessoas é realmente um tormento, então adoraria saltá-lo, para poder continuar com a saga. Mas como não posso… Que venha o segundo livro (estou realmente a torcer haha)!

UMA EXPLICAÇÃO: Quando gosto nem que seja muito pouco de um filme, geralmente dou 5 estrelas de minímo, pois a baixo disto, de 1 a 4 estrelas, trata-se apenas de filmes que não gosto, então fica aqui a explicação de como classifico os filmes. Gostei? 5 a 10. Não gostei? 1 a 4, como se fosse notas de “escola” hahahaha

E vocês? Já viram o filme ou gostariam de ver? Se viram, o que acharam? 😉

Trailer