Cinema | “Eu, Tonya” (2018) — Opinião

ITposter.jpgTítulo original: I, Tonya
Gênero: Biografia, Drama
Data de lançamento: 22 de Fevereiro de 2018
Elenco Principal: Margot Robbie, Allison Janney, Sebastian Stan, Jason Davis, Julianne Nicholson
A minha classificação: 8,5 em 10 estrelas

Opinião: ‘I, Tonya’ é um daqueles filmes que apresenta um leque de acontecimentos chocantes mas por vezes também engraçados, até certo ponto. Este é um filme que penso que captará mais o interesse de um público ou que goste do elenco ou que seja um fã de patinagem no gelo (ou até mesmo que goste de seguir as indicações de Óscares). Este segundo tipo de público é onde eu encaixo-me, claramente, pois acho lindíssimo este desporto. Foram, sobretudo, as cenas de patinagem as que mais gostei no filme todo. Fiquei fascinada inclusive com o triplo salto que Tonya completou e como o produziram no filme com Margot Robbie de protagonista.

O elenco é o segundo factor mais positivo neste filme. Já todos sabemos quem recebeu o Oscar de melhor atriz secundária (para quem não sabe, foi a atriz que faz de mãe de Tonya) e considero-o bem merecido. Apesar de Margot ter uma atuação incrível, Allison Janney saiu-se ainda melhor, criando em mim uma sensação de amor-ódio pela personagem que esta representa. De um modo mais geral, o elenco é bastante bom e com o pouco que vi das figuras reais (nos créditos do filme, temos acesso a pequenas gravações destes), vejo que todos tiveram representações fieis à realidade.

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A história em si, excluindo a patinagem, é chocante, como já disse, com alguns momentos um tanto hilariantes mas o que se destaca para mim como mais chocante é a justiça que Tonya recebeu pelo que aconteceu com a sua colega de patinagem Nancy Kerrigan. No fim, ela foi a que menos participação teve no que aconteceu mas foi a que mais prejudicada foi e tal injustiça deixou-me com uma sensação de revolta enorme. Hoje conhecemos a história de Tonya mas é impossível devolver a esta o que lhe foi tirado à anos atrás.

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Em suma, é um filme que me surpreendeu imenso pela positiva, cujo o elenco traz-nos atuações marcantes e intensas. Não é um filme para todos os gostos mas quem gosta de patinagem do gelo, sobretudo, sentir-se-á agarrado a este filme desde o primeiro minuto. Mas garanto-vos que será o elenco que irá conquistar-vos, acima de tudo! Por esta mesma razão, “Eu, Tonya” é um filme que recomendo, sem qualquer dúvida.

Trailer e sinopse
Desde muito cedo que Tonya Harding revelou um extraordinário talento para a patinagem. Essa aptidão, aliada a uma prática diária intensiva com a treinadora Diane Rawlinson, fez dela uma das mais brilhantes patinadoras no gelo de todos os tempos. Aguentando maus-tratos e humilhações por parte da progenitora – uma mulher autoritária e ambiciosa que esperava enriquecer à custa do sucesso da filha – e, mais tarde, de Jeff Gillooly, o homem com quem casou aos 18 anos, a atleta acaba por sofrer pressões de vários tipos. A um mês das Olimpíadas de Inverno de 1994, Tonya se vê envolvida num escândalo com a sua compatriota e rival Nancy Kerrigan. Esse terrível incidente, que fez manchetes nos jornais de todo o mundo, marcou o princípio do fim da sua carreira…

 

 

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Cinema | “Maze Runner 3: A Cura Mortal” (2018) — Opinião

5070907.jpgTítulo original: Maze Runner, the Death Cure
Gênero: Ação, ficção cientifica, aventura 
Data de lançamento: 25 de Janeiro de 2018 (Portugal)
Elenco Principal: Dylan O’Brien, Kara Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Ki Hong Lee, Aidan Gillen, Giancarlo Esposito, Rosa Salazar
A minha classificação: 8 em 10 estrelas

Opinião: Visto em IMAX, este filme foi nada mais, nada menos, do que espectacular! Tornando-se assim no meu filme favorito da trilogia (cujo o respetivo livro falta-me ler), este terceiro e último capítulo ‘estreia-se’ como um filme repleto de ação, drama, de nos cortar muitas vezes a respiração e de nos deixar em lágrimas. Pelo menos eu fiquei, com alguns dos acontecimentos que sucedem.

Há imensos atores que mais uma vez tiveram uma interpretação que adorei, mas o destaque, na minha opinião, é Kara Scodelario que consegue fazer-me adorar-odiar a sua personagem, Teresa.
Surge, neste filme, um personagem que irá deixar-vos um tanto boquiabertos e entusiasmados por reencontrar! Isto, se gostavam dele como eu, claro. O aparecimento de tal personagem compensa em certa medida a morte doutro, ao meu ver, trazendo, deste modo, algum equilíbrio à história. Devo dizer que se o filme já estava a ser fantástico antes dele surgir, então assim que este personagem entra em ação… Foi ainda melhor!

Com um leque de personagens memoráveis e incríveis, sei que vou sentir imensas saudades deste mundo. Este último capítulo teve imensa ação, como disse, e muitas surpresas, algumas que foram tornando-se previsíveis aos poucos, outras nem tanto. O momento alto do filme, para mim, está tanto na cena inicial do comboio, como no final, em que o grupo de Thomas entra na cidade criada e protegida pela CRUEL.

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O final deixou-me com uma sensação de que faltou algo por explicar ou contar. Quererá isto dizer que teremos um spin-off ou uma possível continuação? Se tal não acontecer, então gostaria realmente que tivessem avançado no tempo uns anos, para ver como seria o futuro da raça humana. Foi um final bom mas que, tratando-se isto de uma adaptação, poderia ter sido mais desenvolvido e fechado, apresentando-nos uma conclusão excelente quanto o resto do filme o foi.

Deixo-vos como recomendação a ida ao cinema para ver este filme em IMAX, pois vale bastante a pena o dinheiro investido por mais qualidade! Em 3D, com toda a ação que temos neste filme, a ida ao cinema será ainda melhor, garanto-vos!

Trailer e sinopse
No final épico da saga Maze Runner, Thomas lidera seu grupo de Clareanos em fuga em sua missão final e mais perigosa até então. Para salvar seus amigos, eles devem invadir a lendária Última Cidade, um labirinto controlado pela CRUEL que pode vir a ser o labirinto mais mortal de todos. Qualquer um que o complete vivo, receberá respostas às perguntas que os Clareanos têm feito desde que chegaram ao labirinto.

Cinema | “Liga da Justiça” (2017) — Opinião

jlTítulo original: Justice League
Gênero: Ação, Ficção Científica
Data de lançamento: 16 de Novembro de 2017
Elenco Principal: Ben Affleck, Henry Cavill, Gal Gadot, Ezra Miller, Jason Momoa, Ray Fisher, Amy Adams, Jeremy Irons.
A minha classificação: 10 em 10 estrelas

Opinião: Foi há poucas horas que vi este filme e a vontade de o ver de novo é enorme e tentadora. Posso também dizer que este é o meu filme favorito da DC, para além do segundo de Batman (o motivo: Joker).
Acho que por os filmes anteriores terem me desiludido em certos pontos, como Batman vs Superman e Wonder Woman, não criei muitas expectativas para este, com medo que essa desilusão me apanhasse mais uma vez ao ver “Liga da Justiça”, cheio de heróis que adoro. Porém, o filme surpreendeu-me imenso, o que não é difícil, pois esta reunião de atores incríveis tornou esta história completamente viciante e única.

Ben Affleck e Gal Gadot (como Batman/Bruce Wayne e Mulher-Maravilha/Diana, respetivamente) estiveram incríveis nesta “sequela” dos capítulos anteriormente mencionados. Não sei se fui só eu… mas é impossível não shippar estes dois personagens como casal. Houve algo que me fez sentir isso e passar a ver algo mais neste par. Sou totalmente a favor de haver romance nos futuros filmes! (haha).
Mas falando das adições ao elenco, que foram Ezra Miller, Jason Momoa e Amber Heard (mesmo que esta última tenha aparecido apenas durante 5 minutos). Adorei-os, sinceramente. Quanto aos dois primeiros, não acho que possa existir melhor escolha de atores para estes papéis. Ezra Miller (como Flash/Barry Allen, mas mais conhecido pelo seu papel em Fantastic Beasts) trouxe um lado cómico para um filme que sendo da DC, como tem vindo a ser normal, é negro. Mas este ator conquistou-me uma vez mais com a sua atuação impecável e divertida. Não me lembro de alguma vez ter rido tanto num filme da DC. Jason Momoa (como Aquaman/Arthur Curry) teve também uma excelente performance, não só por ser engraçado, mas também por trazer ainda mais ação (e umas imagens interessantes… haha). São ambos atores que adoro e que vieram trazer uma melhoria enorme ao que podia ser mais um filme da DC, destacando-o assim dos outros recentes da produtora.

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Falemos do vilão, que para mim, tem sido o maior problema dos filmes da DC, ultimamente. “Justice League” teve um vilão melhor e mais cativante em relação aos seus antecedentes. Gostei imenso da linha de história em que este se enquadra e do facto de consigo ter trazido mais das Amazonas e uma nova “tribo”, os Atlantes. Esta foi, sem dúvida, a melhor parte de todo o drama em torno do vilão, para além de toda a “mitologia”.

Para além da ameaça que junta esta equipa de heróis, temos outras surpresas que tornaram este filme ainda melhor, repletas de ação e emoção. Gal Gadot e Ezra Miller foram os meus atores favoritos (e assim, os seus personagens foram os meus favoritos), principalmente esta primeira quanto à ação: excelente como sempre! Um filme com a Mulher-Maravilha nunca é bom sem as suas lutas fantásticas, que a mim me prendem totalmente ao filme e me deixam ainda mais entusiasmada!

Não deixem de ver este filme! Eu vi-o em 2D mas este existir em 3D e tiverem oportunidade de ir a essa sessão, vão, pois os efeitos deste filme são ótimos e tenho a certeza que vale muito a pena vê-los em três dimensões!

Trailer

Cinema | Mulher Maravilha (2017) – Opinião

Mulher_maravilha_01.jpgTítulo original: Wonder Woman 
Género: Ação, Aventura, Fantasia
Data de lançamento: 1 de Junho de 2017
Elenco Principal: Gal Gadot, Chris Pine, Connie Nielsen, Danny Huston, David Thewlis, Elena Anaya, Robin Wright
A minha classificação: 7/10 estrelas

[Esta opinião contém spoilers que estarão marcados a laranja]

Opinião:O melhor filme da DC“, “A DC conseguiu!“, foram algumas das opiniões que ouvi por parte de críticos ou apenas de fãs e é normal que o meu entusiasmo para ver este filme só tenha aumentado, porém quando cheguei à sala de cinema… Vi o filme e sai de lá a perguntar-me o porquê de tanto “hype” em torno deste filme. Sim, é melhor que “Batman vs Superman” mas acho que em termos de história iguala-se a “Suicide Squad”. Porquê? Lá chegaremos.

Gal Gadot surpreendeu-me imenso e não consigo pensar numa atriz melhor para representar a Wonder Woman (a.k.a. Mulher-Maravilha). A sua atuação foi excelente. Também Chris Pine foi um ator que adorei ver neste filme e que teve um desempenho bom. Foram estes atores os destaques do filme, na minha opinião. Foi por eles, principalmente por Gadot, que estou a dar uma classificação um pouco acima da média.
A ação foi fantásticas, MAS apenas nas cenas em que aparecia Gal Gadot. “Mas a ação do filme inclui-a sempre” contra-argumentam vocês. Refiro-me em específico aos momentos em que a câmara focava-se na atriz, e não às cenas de um modo geral, pois Gadot esteve fantástica e tornou todo o filme e as lutas acima do razoável.

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Os aspetos negativos? Dois vilões (humanos) mal aproveitados. Um vilão (deus) ridículo. Se achavam que a Enchantress, de Suicide Squad, era ridícula, ainda não conheceram Ares, ou Sir Patrick (David Thewlis, o Remus de Harry Potter). Até ao momento em que se revela como sendo o Deus Ares, estava tudo a ir bem. Mas quando este se revela… O guião, os efeitos, a ação… Tudo neste vilão foi ridículo ao meu ver. Foi algo que me decepcionou imenso. Danny Huston (Ludendorff) teve um excelente desempenho e realmente adorei o vilão, mas do nada este morre, e é a partir dai, que o filme começa a cair como uma bola de neve: o desastre vai tornando-se maior e maior, com o aparecimento de um segundo vilão (ou terceiro, dependendo do ponto de vista) e com o desenrolar do drama que este traz consigo. Temos também a Dr. Manu (Elena Anaya) que era para mim a “segunda” vilã, mesmo não sendo a principal, e que foi também mal aproveitada, tal como Ludendorff. Ambos começaram por trazer ao filme um drama excelente mas do nada isso é posto de lado, de uma forma ridícula.

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Outro ponto negativo: aborrecimento. Grande parte deste filme pareceu-me simplesmente… aborrecido. Esperava ver mais das Amazonas, mais da Diana na sociedade. O trailer dava a sensação que teríamos imensos momentos cómicos dos comportamentos fora do comum entre outras mulheres da sociedade e isso foi algo que poderia muito ter melhorado este filme. Depois de ouvir tantas críticas positivas relativas a este filme, as minhas expectativas eram altíssimas e este filme quase que foi uma desilusão. Novamente, relembro que Gal Gadot e o pouco das amazonas que nos foi mostrado, foram as únicas razões para acabar por gostar deste filme, mesmo com as cenas finais que só vieram desiludir. O filme começou bem, com a ação no ponto, com o drama no ponto, com excelentes atuações e uma história com “os pés assentes na terra”. Mas do nada, isto torna-se num Poseidon, e fica tudo de “pernas para o ar” e o quase nexo nenhum.

Talvez volte a ver este filme de novo, pois da primeira vez, tinha realmente expectativas altas e agora que não tenho nenhumas, obviamente, quem sabe não dê por mim a gostar mais dele.

Trailer

[Filme] A Luz entre Oceanos (2016) – Opinião

Título original: The Light Between the Oceans
Gênero: Drama, romance
Data de lançamento: 29/12/2016
Elenco Principal: Michael Fassbender, Alicia Vikander, Rachel Weisz
A minha classificação: 10/10

Opinião: Há filmes, cujo o trailer dá-nos uma ideia, mas que no fim a história e o desenrolar desta é bastante melhor. Depois há trailers acabam por nos iludir e no fim o filme desilude. “The Light Between Oceans” encaixa-se neste primeiro caso, na perfeição, arrisco-me a dizer. É talvez o melhor exemplo, além de “Fantastic Beasts and Where to Find Them”, para este caso, em que o trailer é bom e cativa-nos, mas quando entramos no cinema e vemos o filme… É algo de outro mundo, que se não nos agarrou a 100% pelo trailer (ou livro – mas no meu caso, não o li), agarrá-nos nas telas de cinema, sem dúvida.

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É também um dos meus filmes favoritos de 2016 (de entre as estreias), não só pela sua história, e romance, que é única, fantástica, triste mas também muito bonita, mas também pelo seu elenco, que inclui uma atriz cujo o trabalho adoro: Alicia Vikander (A Rapariga Dinamarquesa, O Amante da Rainha, etc). Para mim, ela foi o maior destaque neste filme e acho que o filme não teria sido tão bom se não a tivesse a protagonizar como Isabel. Claro que Fassbender e Weisz fizeram um bom trabalho, mas Vikander é uma excelente atriz, pois consegue sempre interpretar as suas personagens com excelência, e neste filme, ela conseguiu tornar o drama ainda mais intenso e emocionante, sem dúvida.
Falando também do bebé que entra no filme: TÃO FOFO!! Não posso dizer que a criança está de parabéns pelo seu desempenho, porque é um bebé e não tem noção do que se passa… Mas não consigo deixar de suspirar *AWN* de cada vez que me lembro das cenas cheias de risos e sorrisos desta criança. E não fui a única! Foi o cinema inteiro a suspirar e rir-se com as várias cenas dele, acreditem!

15241999_1315183065210405_616472410249846183_nA imagem do filme é excelente, tal como os figurinos. Por momentos, senti-me transportada no tempo, não só pelas roupas, mas também por todo aquele sentimento de pós-guerra. Em termos de imagem (ou paisagem), não há muita variação: esta altera-se entre a ilha do farol e a aldeia, e vice-versa. Mas a montagem de todo aquele cenário e os locais de filmagem são tão bonitos, e isto é algo que considero fundamental num filme: uma boa imagem e um vasto leque de bons figurinos, porque para mim é realmente importante que o filme me envolva no total, e sem isto, o filme não passaria de um teatro certo? Porque afinal no teatro temos cenários mais pobres, menos investimento, mesmo que tenhamos um bom elenco, pois é assim que ele é.

Em suma, é isto: Adorei o filme, recomendo-o, para qualquer tipo de pessoa: homem, mulher, de qualquer idade, porque é um filme poderoso, cheio de personagens e cenas intensas, com uma história que toca qualquer um. Recomendo-o principalmente para quem viu “A Troca” (Angelina Jolie), pois acho que o tema que ambos abordam, por um lado, é idêntico.
Espero que este filme possa receber algum Óscar, pois merece!

Trailer

Cinema | “Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los” (2016) – Opinião

Resultado de imagem para monstros fantásticosTítulo original: Fantastic Beasts and Where to Find Them 
Gênero: Fantasia, Aventura 
Data de lançamento: 17.Nov.2016 
Elenco Principal: Eddie Redmayne, Katherine Waterston, Colin Farrel, Ezra Miller, Dan Fogler, Alison Sudol, Carmen Ejogo.
A minha classificação: 9,5/10 Estrelas

Opinião: Não é Harry Potter, mas também não era o que eu esperava. Talvez porque me habituei a ver o mundo mágico através de adolescentes e este filme só nos apresenta feiticeiros já formados, todos adultos. De certa forma, este ponto agradou-me bastante. Por não ser o que eu esperava, não significa que esteja a dizer que é mau. Porque este filme é “bloody fantastic”!! Não esperava nada disto e por isto, a minha classificação é alta: porque o filme surpreendeu-me mais do que esperado, apresentando um elenco fantástico, assim como os seus efeitos especiais e criaturas. Mas tendo a mão de J.K. Rowling é de esperar que saiamos sempre maravilhados pelos filmes que provém dos seus livros.

Começando pela melhor parte, além dos efeitos especiais (mas lá chegamos), que foi o elenco. Não tinha visto sequer fotos do filme e já conseguia sentir que este seria ainda melhor do que o esperado, só pela confirmação de Eddie Redmayne como Newt Scamander. É um ator fantástico. Na minha opinião, supera atores como Leonardo Dicaprio e chega mesmo a ser tão bom quanto Heath Ledger (que marcou Hollywood com a sua atuação como Joker, na minha opinião). Já o tinha visto em outros filmes como “A Rapariga Dinamarquesa” e “Os Miseráveis”, e mesmo assim o ator conseguiu superar as minhas expectativas. Não imagino ninguém melhor para o papel de Newt. É uma pena que este personagem não venha a ser o principal nos próximos filmes (vi esta notícia algures na internet).
Também Colin Farrel esteve fantástico, ao encarnar Percival. O resto do elenco esteve igualmente bem, mas não senti que se destacaram tanto como estes dois atores.
Há também um ator, confirmado para os próximos filmes, que aparece no final, mas não direi mais nada, porque seria quase como se estivesse a dar spoiler.

FANTASTIC BEASTS AND WHERE TO FIND THEM

Sobre os efeitos especiais… Foram outro ponto alto no filme. Mas é este ponto que também não me faz dar a 10 estrelas, porque adorava dá-las… só que senti que faltou alguma coisa. E essa coisa foram os momentos de magia, em cenas de ação, e é aqui que entram os efeitos especiais, porque está tudo ligado. Gostava que tivessem colocado mais cenas de ação com estes efeitos fantásticos. Mas tirando este ponto, o filme foi completamente PERFEITO, principalmente nas cenas de “Aparatar” (fui pesquisar ao google hahaha é aquele teletransporte que o Harry e o Dumbledore fazem no inicio do 6º filme) que foram muitas e que tornaram a ação mais divertida. Quanto a magia, 10 estrelas nos efeitos. Só continuo sem perceber porque é que não usam o “Avada Kedavra”. É mau blá blá. Mas pronto, seria mais fácil usar este feitiço para eliminar grandes ameaças, não? Juro que pensei que iriam utilizá-lo numa cena a meio do filme (quando verem, irão perceber a que cena me refiro). Mas eu sou Slytherin (sempre fui, mesmo antes do Pottermore me ter escolhido hehe) e acho que acaba por ser normal pensar assim… hahahaha

Num geral: É fantástico. É maravilhoso. É perfeito. É tudo o que esperava e que não esperava. É uma total surpresa, recheada de cenas marcantes assim como o elenco e personagens. E sobre aquela mala que o Newt traz consigo? Espero que aqueles que vão ver o filme num futuro, fiquem tão maravilhados quanto o eu com o seu interior. Acho que até optaria por viver lá, em vez de Hogwarts, e Hogwarts é Hogwarts… hahahaha E quanto ao final… QUE FINAL!!! Adorei e espero encontrar aquele personagem no próximo filme, principalmente porque é intrepertado por um dos meus atores favoritos de sempre!

Deixo-vos aqui um gif com um dos meus efeitos especiais favoritos do filme (e o trailer, mais abaixo):

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Trailer