Novas presenças confirmadas na Feira do Livro de Lisboa deste ano – Grupo Porto Editora

No segundo dia da Feira, a 2 de junho, Luís Pedro Nunes lança Suficientemente bom, desprezivelmente mau, o livro do “tipo que fala no Eixo, escreve no Expresso e faz o Inimigo” e que reúne algumas das melhores crónicas do autor.

João Pedro Marques estará no espaço do Grupo Porto Editora nos dias 3 e 18 de Junho com o seu mais recente livro, Vento de Espanha. Este é um romance sobre amor, coragem, arrependimento e expiação e será, certamente, o mote para várias conversas com os leitores.

A escritora cubana Karla Suárez lançou, no início do ano, Um lugar chamado Angola e agora é tempo de se reencontrar com os leitores, a 3 de junho, na Feira do Livro de Lisboa.

Pensar. Sentir. Viver. é o livro de Judite Sousa e Diogo Telles Correia que aborda o estigma da doença e do sofrimento mental e que procura demonstrar que estes não são obstáculos insuperáveis. A jornalista e o psiquiatra têm presença confirmada a 3 e 15 de junho, no espaço do Grupo Porto Editora.

Augusto Cury é um reconhecido psiquiatra, psicoterapeuta e cientista e os seus livros são autênticos fenómenos a nível mundial. O Homem Mais Inteligente da História é a obra mais recente do investigador brasileiro que desenvolveu teorias sobre o funcionamento da mente e a construção do pensamento e das emoções. Os visitantes do espaço Autores que nos unem terão a oportunidade única de conhecer o autor a 4 de junho.

O poeta, sacerdote e professor José Tolentino Mendonça tem, também, encontro marcado com os leitores a 4 de junho. Teoria da Fronteira é o seu novo livro que será lançado brevemente.

O jornalista João Céu e Silva é o autor de Fátima – A profecia que assusta o Vaticano, um livro que procura explicar o milagre ao incluir depoimentos de teólogos portugueses e estrangeiros, bem como de responsáveis do próprio Santuário. O autor estará na Feira do Livro a 10 de junho.

Também confirmadas estão as presenças de Luís Cardoso, autor de Para onde vão os gatos quando morrem?, Cristina Carvalho, que publicou As Fabulosas Histórias da Tapada de Mafra e ainda Mário Vilhena da Cunha e Fortunato da Câmara que reuniram as histórias d’ A Vida e as Receitas Inéditas do Abade de Priscos.

Novas confirmações do Grupo Porto Editora na Feira do Livro de Lisboa!

De 1 a 18 de junho, muitos são os eventos que vão levar os leitores de todas as idades até ao espaço Autores que nos unem, no Parque Eduardo VII, em Lisboa, para conhecer escritores portugueses e estrangeiros, participar em workshops,assistir a tertúlias e showcookings ou conhecer uma obra em primeira-mão, no respetivo lançamento.

Numa altura em que faltam poucas semanas para o arranque da 87.ª edição da Feira do Livro de Lisboa, o Grupo Porto Editora desvenda mais algumas das presenças confirmadas.

José Luís Peixoto, Mário de Carvalho, Richard Zimler e Teolinda Gersão estarão no espaço do Grupo Porto Editora para autografar muitas das obras que, ao longo das suas carreiras, alcançaram grande sucesso junto do público. O romancista José Luís Peixoto estará na Feira do Livro no dia 11 de Junho, o escritor luso-americano marca presença nos dias 10 e 11 e Mário de Carvalho e Teolinda Gersão marcam presença nos dias 3 e 18 de Junho.

NOVAS OBRAS EM DESTAQUE

Gonçalo M. Tavares levará A Mulher-sem-cabeça e o Homem-do-mau-olhado à Feira do Livro de Lisboa, no dia 15 de junho. Este é o primeiro livro do universo das Mitologias em que o autor, recorrendo ao universo narrativo da oralidade e do fantástico, explora brilhantemente aquilo que é a natureza humana. Hoje Estarás Comigo no Paraíso é o novo livro de Bruno Vieira Amaral que resulta de uma investigação num registo autobiográfico e será o destaque da presença do escritor português nos dias 10, 11 e 17 de junho.

Francisco Louçã estará no espaço Autores que nos unem com os coautores deAs Classes Populares, Lígia Ferro (no dia 4 de junho) e João Teixeira Lopes (a 15 de junho). Esta é uma obra que procura compreender a sociedade atual, como se formaram as classes populares e como vivem.

Sérgio Godinho é outro dos destaques do Grupo Porto Editora nesta 87.ª edição da Feira do livro de Lisboa. O cantor e compositor publicou recentemente o seu primeiro romance, Coração Mais Que Perfeito, e estará na feira no dia 10 de junho.

Também confirmadas estão as presenças de Anabela Mota Ribeiro, autora de A Flor Amarela, nos dias 4 e 17 de junho, e de Manuela Gonzaga, autora de André e a Esfera Mágica, a 10 de junho. Alberto S. Santos, autor de romances históricos como A Escrava de Córdova e Para Lá de Bagdad, estará no espaço Autores que nos unem nos dias 10, 11, 15, 17 e 18 de junho.

PARA ALÉM DAS SESSÕES DE AUTÓGRAFOS

O Grupo Porto Editora tem apostado na diversidade da sua programação na Feira do Livro de Lisboa e esta edição não será exceção. Para já, o destaque vai para Francesc Miralles que vai desvendar os segredos dos centenários do Japão para uma vida longa e feliz. O escritor espanhol é um dos autores de Ikigai – viva bem até aos cem, onde partilha alguns truques e dicas para refletir e aplicar no dia a dia.

E porque este é um evento para toda a família, nos fins de semana, feriados e no Dia da Criança, os mais novos terão a animação da mascote Alfa e vários outros eventos a anunciar em breve.

Grupo Porto Editora divulga as primeiras presenças na 87.ª Feira do Livro de Lisboa

Como já devem saber a Feira do Livro de Lisboa (FLL) deste ano irá realizar-se entre 1 e 18 de Junho. Como costume, esta contará com a presença de vários autores!

Além da Paula Hawkins, confirmada pela Topseller, não se sabia que outros autores viriam à FLL. Esta tarde, o grupo Porto Editora revelou alguns autores muito conhecidos que marcarão presença na FLL deste ano!

Autores que nos unem define o posicionamento e a presença do Grupo Porto Editora na edição deste ano da Feira do Livro de Lisboa. A programação está a ser trabalhada desde há alguns meses com o objetivo de contribuir para a celebração do livro e da leitura, reunindo escritores portugueses e estrangeiros e organizando lançamentos, sessões de autógrafos, atividades para crianças, tertúlias, showcookings, workshops e muitas outras ações que, à semelhança das edições anteriores, vão levar milhares de leitores ao Parque Eduardo VII, em Lisboa e que serão conhecidas ao longo das próximas semanas através do site http://www.autoresquenosunem.pt e de outros meios.

AS PRIMEIRAS CONFIRMAÇÕES

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Para já, destacam-se as presenças do escritor chileno Luis Sepúlveda que lança, na próxima semana, o romance O Fim da História, e da italiana Sveva Casati Modignani que, para além dos seus inúmeros êxitos, fará a apresentação do seu mais recente livro Como Vento Selvagem. Os dois romancistas estarão no espaço Autores que nos unem no fim de semana de 10 e 11 de junho.

O tradutor, escritor e professor universitário Frederico Lourenço, responsável pela nova tradução da Bíblia, cujo segundo volume foi recentemente publicado, e José Eduardo Agualusa estão também confirmados para esta 87.ª edição da Feira do Livro de Lisboa. O escritor e jornalista angolano terá oportunidade de autografar muitas das suas obras premiadas ao longo da sua carreira e também A Sociedade dos Sonhadores Involuntários, uma fábula política e satírica que será lançada em maio.

O jornalista Mário Augusto estará, também, no espaço Autores que nos unem e promete conduzir todos os presentes numa viagem ao passado, através de uma revisitação do seu livro A Sebenta do Tempo. Também confirmadas estão Ana Maria S. A. Rodrigues, Manuela Santos Silva e Ana Leal de Faria, investigadoras que coordenaram a equipa de autores da obra Casamentos da Família Real Portuguesa e Luísa Schmidt, autora de Portugal: Ambientes de Mudança .

Mais informações serão divulgadas em breve!

Evento de Lançamento “Gravar as Marcas” – HarperCollins Portugal

Subindo umas escadas e depois entrando numa sala cujo o teto é redondo, sentamo-nos em cadeiras inclinadas de modo a que possamos mais tarde admirar não o anterior teto mas sim o universo, enquanto ouvimos em primeira mão o inicio de “Gravar as Marcas”. Foi assim que começou uma noite marcante e única: a apresentação e lançamento do novo livro da autora de Divergente, Veronica Roth, traduzido e publicado em Portugal pela HarperCollins Ibérica (Triângulo das Bermudas).

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Foto Triângulo das Bermudas, facebook

A minha felicidade, quando fui convidada pela HarperCollins Portugal e Triângulo das Bermudas a ir ao evento de apresentação e lançamento do novo livro de Veronica Roth, foi imensa, e o evento não desiludiu. Muito pelo contrário, foi algo único, muito bem pensado e organizado até ao último pormenor, que me surpreendeu imenso pois nunca antes tinha 15683391_1570501299644016_203028667_nestado presente em algo assim! Como já devem ter percebido, o evento realizou-se no Planetário de Lisboa, junto ao Mosteiro dos Jerónimos (Belém) e não sei porque demorei tanto tempo a perceber o porquê do lançamento ocorrer lá… Até que todos nós, convidados, fomos conduzidos até à sala principal do Planetário, que é linda, linda.
Desde pequena que lá não ia e foi para mim fantástico puder desfrutar daquela sala e da sua “magia”, observando o universo e as suas infinitas estrelas. E surpresa das surpresas? Enquanto observamos aquele espectáculo, tivemos direito a ouvir, em primeira mão, o primeiro capítulo do livro “Gravar as Marcas”, penso que narrado pela Luísa Barbosa, da rádio Comercial. Foi uma experiência muita gira e única, e tenho que dar os meus parabéns a toda a equipa que organizou isto para os seus convidados e fãs da autora Veronica Roth. Para além desta parte do evento, que foi a parte principal, pela qual todos nós esperávamos curiosos (e ansiosos), foi também criado um espaço, onde aguardamos pelo “espectáculo” em si, com fumo, luzes azuis, e claro, como não podia faltar, um barman que serviu alguns cocktails que de certa forma combinavam com o tema do livro. Infelizmente não tive oportunidade de tirar fotos as esses cocktails… Mas pelo que me disseram, estavam bastante bons. Eu não provei pois esqueci-me, tal era a ansiedade de ver a surpresa que a editora tinha para nós hahahahaha

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Basicamente, foi este o evento, mas foi um evento único e os meus parabéns novamente a toda a equipa que trouxe-nos todas estas surpresas, para além do lançamento mundial.
No fim do evento, foi entregue uma “pequena lembrança”… Vá, uma fantástica lembrança! Fica mais abaixo uma foto da última surpresa da noite, oferecida a todos os que marcaram presença no evento 😉

Irei já lê-lo (devorar, tenho a certeza) este mês, como é óbvio, por isso poderão contar com uma opinião muito em breve!

[Divulgação] Brandon Sanderson em Portugal!!

É já no próximo dia 7 de Novembro que os fãs do autor e da saga Mistborn, irão puder conhecê-lo! A sessão com os fãs terá lugar na Fnac Colombo (Lisboa), pelas 19h30, e a editora espera contar com a presença de muitos fãs, afinal… Não é sempre que temos autores estrangeiros em Portugal certo? E assim, podem ter os livros de Mistborn autografados hehe 😉

E sendo a Saída de Emergência uma editora cheia de surpresas, trouxe-nos um passatempo fantástico para os fãs de Brandon Sanderson, cujo o prémio do vencedor será conhecer o autor pessoalmente no dia 8 de Novembro (o dia seguinte ao evento). Podem encontrar o passatempo no seguinte link: https://www.facebook.com/edicoessaidadeemergencia/posts/1306454949386671

Têm até amanhã (3 de Novembro), para participar!! Ganha a foto mais criativa, por isso toca a participar, para ganharem esta oportunidade única! 🙂

“Por ocasião da visita de Brandon Sanderson a Lisboa, a Saída de Emergência vai promover um passatempo especial destinado aos fãs da saga Mistborn. Para participar, basta que cada leitor publique uma foto sua com um ou mais livros do autor (aceitam-se apenas as edições portuguesas da Saída de Emergência) na caixa de comentários deste post até dia 3 de novembro. O autor/a da foto mais criativa irá ter a possibilidade de conhecer pessoalmente Brandon Sanderson no dia 8 de novembro. Só será aceite uma participação por pessoa. Contamos com a vossa criatividade!”

https://www.facebook.com/edicoessaidadeemergencia/posts/1306454949386671

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[Entrevista] Audrey Carlan – Autora da série “A Rapariga do Calendário”


Como alguns de vocês devem ter visto no facebook, eu fui uma das bloggers que esteve com a autora Audrey Carlan, na passada segunda-feira (19/Set), num simples, divertido e agradável cocktail. E como é óbvio, não podia deixar escapar a oportunidade de fazer uma entrevista ao autora dos livros “A Rapariga do Calendário” (uma aposta Planeta).

Antes de mais, tenho que referir que adorei conhecer a autora, que foi fantástica! É sem dúvida uma pessoa fácil de se gostar e muito divertida. E tenho que agradecer à Planeta pela oportunidade que me deram de conhecer a Audrey Carlan. Também a agente dela, Meire Dias, foi fantástica e adorei conhecê-las ambas! Obrigada Planeta, principalmente um enorme obrigada à representante da editora que me fez o convite e com quem tenho falado ao longo destes três meses, que tem sido impecável e bastante simpática comigo!

Esta entrevista foi feita em grupo, com outras quatro bloggers dos blogues: Algodão Doce para o Cérebro (Ne e Mafi), Os Livros Nossos (Isabel) e Esmiuça o Livro (Sónia)
(As perguntas apareceram com o nome do blogue responsável por essa mesma pergunta.)

Algodão Doce para o Cérebro: Qual é o teu personagem masculino favorito?
Audrey: Por acaso, gosto do Alex. Porque ele é Francês, é sexy e para ele, tudo é sobre como gostarmos de nós mesmos e gostarmos das pessoas, e eu aprecio isto nele.

Algodão Doce para o Cérebro: Do ao inicio ao fim, sempre gostaste do Alex? Ele foi sempre o teu favorito ou houve alguma mudança?
Audrey: Eu não me apaixono pelos meus personagens… Mas apaixono-me pelos20160803_131334 personagens de outros autores, porque para mim, os meus personagens são os meus melhores amigos. Eles não são os meus companheiros. Eles não são as minhas crianças. Não são as minhas crianças porque eu escrevo-os para terem sexo. Então, eu não os vejo dessa forma, como algumas pessoas diriam “Oh, eles são como se fossem os meus filhos”. Os meus têm sexo, por isso eles não são como meus filhos. E também não os vejo como um interesse amoroso, porque fui eu que os escrevi.

Algodão Doce para o Cérebro: Escreveste todos os meses de uma só vez? 
Audrey: Não. Escrevi mês a mês. Eu sabia onde queria que a Mia fosse, na maioria dos meses. Sabia onde queria que ela fosse, como “Ok, em Março, quero-a em Chicago e ela estará com uma família italiana. E a seguir, eu queria que ela fosse para Maimi, onde encontraria uma estrela de hip-hop. Em Maio, queria que ela fosse uma modelo XL. Apenas pensei nestes pontos, mas não dos detalhes por trás disso. Eu sentava-me e apenas pensava “Ok… Quem é esta pessoa? Porque é importante? Porque será ela importante para a jornada da Mia? Qual seria a reação dela com ele? Como é que isso iria afetar a vida dela?

Algodão Doce para o Cérebro: Já visitaste os lugares do teu livro? 
Audrey: A maioria. Alguns deles fazem parte da minha vida. Visitei todos os lugares de Maio. Eu e o meu marido fomos algumas vezes ao Hawai e fomos a todos os lugares que referi no livro. Vimos a dança do fogo, e foi ai que soube da tatuagem. Depois, fiz imensa pesquisa sobre a cultura Samoana. A cultura Samoana é única, com as suas tatuagens. Só obtens-nas com alguém. Fiz imensa pesquisa, porque não queria desrespeitar de alguma forma a cultura deles.

The Girl Who Reads Books [eu]: Qual é o teu mês favorito? 
Audrey: Tenho diferentes meses favoritos. Adorei Fevereiro porque a mensagem, da Mia aprender a amar-se a si mesma, foi importante. Quero que todas as mulheres aprendam com isso. Não podemos amar mais ninguém, se não soubermos amar-nos a nós próprias. Maio foi o mais fácil de escrever. Escrevi em 5 dias apenas. Setembro e Outubro foram os mais difíceis, porque quando és tão ligado aos teus personagens, eles tornam-se parte da tua família. Por isso, quando tens que os pôr sobre situações complicadas, é difícil para ti, escrevê-las. Adorei imenso Agosto, porque gosto de surpreender os fãs.

Os Livros Nossos: Qual foi o teu objetivo ao mostrar aos leitores uma cena de violência? 
Audrey: Nos estados unidos, uma em cada quatro mulheres são sexualmente atacadas. Não sei como são as coisas aqui em Portugal, mas na minha vida, tenho quatro melhores amigas e duas delas passaram por situações destas e a minha mãe foi vítima de violência doméstica. Por dar muito importância aos direitos das mulheres, sobre violência doméstica e como ultrapassar este tipo de situações, queria que a Mia passasse por isso, pois o que ela faz pode ser considerado perigoso ou um risco. Tu não sabes o que pode acontecer. Ela não sabia com que tipo de pessoas ela poderia estar. Quero que as pessoas saibam que mesmo passando por uma situação destas, uma pessoa consegue sobreviver, consegue superar. E depois de escrever e publicar Junho, recebi muitas mensagens de mulheres que passaram por situações destas, como violência doméstica ou violação, a agradecer-me por escrever sobre isto, por mostrar como a Mia se comportaria perante tal situação. Ela fez uma escolha, apesar de tudo o que passou, e isso funcionou para ela. E é isto que eu quero que as pessoas percebam: Independentemente da situação porque uma pessoa passa, a forma como irá reagir pertence a essa pessoa e só a ela.

The Girl Who Reads Books [eu]: Achas que a Mia deveria ser um exemplo para muitas mulheres no mundo? O facto de ela lutar pelo que quer, em vez de aceitar a ajuda do Wes, de alguma forma, deveria ser um exemplo? 
Audrey: Eu não a criei para ser um exemplo. Eu escrevi-a para ser uma personagem com quem algumas mulheres se pudessem conectar. Mas posso dizer que ela é, sem dúvida, uma personagem que respeito e gosto bastante.
Eu tive imensas pessoas no Brasil a perguntarem-me “Porque é que ela não aceitou a ajuda do Wes?”. Se ela tivesse aceitado, não teria havido história, obviamente. Se aceitasse o dinheiro, qual seria o sentido de escrever os livros? Tudo isto é sobre ela fazer algo por ela, afinal é a família dela. É o pai dela. É a irmã dela. Ela sentia-se responsável pelo que era dela. E muitos de nós, acabamos por sentir um pouco disto também.

Os Livros Nossos: Algures leitores portugueses disseram-me algumas vezes que estranham a relação entre a Mia e a melhor amiga dela, de chamarem-se nomes. 
Audrey: É uma relação única, só delas. É complexo porque elas cresceram juntas e é uma linguagem só delas. Em algumas amizades minhas, às vezes chamamos-nos nomes também. Não é um problema, porque é amizade, é amor. É único, porque pertence só a elas. E elas cresceram em Las Vegas, e são novas, por isso… A Mia está ainda a sair da altura da secundária, e ainda tem muito a aprender. Mesmo assim, ela tem sido quase como uma mãe para a irmã dela e tem crescido imenso.

The Girl Who Reads Books [eu]: Planeias escrever algum “spin-off” de algum personagem masculino? 
Audrey: O engraçado, é que os personagens dos quais talvez escrevesse um spin-off, seriam talvez aqueles de quem a maioria não quereria que eu escrevesse.
Tenho uma ideia de um livro inteiro sobre a Ginna. Eu poderia facilmente escrevê-lo. É uma personagem da qual não me importaria de escrever. Pelo que ela passa mais tarde, muda-a também, por isso… Tenho uma enorme ideia para ela. Deixei a história dela em aberto, para o caso de querer escrever um livro sobre ela.
O Brasil quer que eu escreva um “Calender Boy”. Eles querem um livro inteiro apenas na perspetiva do Wes. Mas não sei… O único livro que li, que era uma versão alternada do livro, foi “Grey” (E.L. James). Não costumo ler livros de perspetivas diferentes. Mas se as minhas editoras quisessem, seria fácil, claro. Porém, escrever os meses todos, na perspetiva dos homens com quem ela teve, seria mais interessante para mim, do que apenas na visão de um.

Os livros Nossos: E sobre outros trabalhos? 
Audrey: Estou a terminar a trilogia “Trinity”, que comecei a escrever antes de “A Rapariga do Calendário”. Estou também a escrever dois spin-offs de Body, mindy & Soul porque não acho que as histórias tenham terminado bem nos livros.
Se “A Rapariga do Calendário” tiver sucesso no final, talvez haja a possibilidade de publicar a trilogia “Trinity”. Mas depende tudo, principalmente dos fãs.

Algodão Doce para o Cérebro: Esperavas todo este sucesso? 
Audrey: Não. Nem esperava que os livros fossem publicados. Eu era uma autora independente, antes de tudo isto.

Os livros Nossos: E tiveste muitas ofertas de editoras? 
Audrey: Sim. Eles ligaram-me do nada. Viram-me na Amazon, viram o sucesso que tinha. Leram os meus livros e gostaram deles. Comecei por vender poucas cópias por mês e pouco tempo depois vendia imensas. Quando publiquei Junho, vendi cerca de um milhão de cópias num mês.

A Autora mencionou ainda que se os livros fossem adaptados, gostaria que fosse a Netflix a responsável pela adaptação e que fosse produzida apenas uma temporada, com 12 episódios. Um episódio correspondente a cada mês. Relativamente aos atores que gostaria de ver como Mia e Wes: “Toda gente pergunta-me isto… Muitas pessoas mencionam a Milla Kunis. Megan Fox, também. Para o Wes, a maioria escolheria o Chris Hemsworth. Mas eu preferia que fossem pessoas desconhecidas a representarem os meus personagens.”

Não sou muito fã de tirar fotos, por questões de timidez haha mas lá tirei uma (não podia deixar de ter uma foto destas) e deixo aqui uma foto minha ao lado da autora: 

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Feira do livro de Grândola – 2015

Olá! Primeiro que tudo, bem-vindos ao meu blogue. 🙂 Não tinha a certeza sobre o que escreveria como primeira publicação, mas sendo que, no sábado anterior, fui à feira do livro de Grândola, tive a ideia de falar um pouco sobre isso. Como todo nós sabemos, uma feira do livro é um evento onde, a maioria, dos livros são vendidos a um preço mais baixo do que o costume, e é essa a razão porque lá fui. Não só por estar razão, claro, mas também porque este evento ocorre numa das minhas bibliotecas favoritas de Portugal. Esta feira, normalmente, decorre entre a última semana de IMG_20151202_174659Novembro e os primeiros dias de Dezembros. Até onde sei, todos os livros que lá estão disponíveis para venda, vieram da livraria portuguesa, Bertrand. Bom, e falando dos livros que comprei… Acabei por comprar quatro livros, enquanto a minha mãe ofereceu-me um como prenda adientada de Natal, o que no total faz cinco livros. Todos eles custaram-me menos vinte por cento do preço editor, o que é ótimo, não acham? Então, se és de Portugal, e vives perto de Grândola, não percas esta fantástica feira do livro! Esta estará aberta até dia 8 de Dezembro, se quiserem passar por lá!