Ignite Me (Shatter Me #3) – Tahereh Mafi [Opinião]

21920669Publicação: Novembro-2015 
Editor: HarperCollins 
ISBN: 9780062085580 
PVP: N/A – Variável de site para site – Compra-o em www.wook.pt
A minha classificação: 5/5 estrelas

[ATENÇÃO: Esta opinião pode conter spoilers para quem não leu os livros anteriores Shatter Me e Unravel Me]

Sinopse: With Omega Point destroyed, Juliette doesn’t know if the rebels, her friends, or even Adam are alive. But that won’t keep her from trying to take down The Reestablishment once and for all. Now she must rely on Warner, the handsome commander of Sector 45. The one person she never thought she could trust. The same person who saved her life. He promises to help Juliette master her powers and save their dying world . . . but that’s not all he wants with her.

Opinião: O final de uma série é sempre complicado. Queremos tanto saber como vai terminar, mas ao mesmo tempo não queremos que termine, e mesmo agora, alguns dias depois de terminar a trilogia “Shatter Me“, com o livro “Ignite Me”, continuo a querer mais. Esta trilogia começou por ser tão mais ou menos mas foi melhorando de livro para livro e é uma trilogia que adorei e que recomendo! Tenho esperanças que a autora possa vir a escrever mais um livro, principalmente agora que foi confirmada a adaptação dos livros para série de televisão, pela ABC (rezando para que não façam porcaria, como fizeram com Shadowhunters).

O final de Ignite Me poderia ser o final de apenas mais um livro da série e não o final. Sinto mesmo esperanças de que a autora escreverá um final mais conclusivo e não “em aberto”. Foi talvez este pequeno “erro” que me impediu de considerar este livro o meu favorito. Por isso “Unravel Me” continua a ser o meu livro favorito da trilogia.

A Juliette… uau, ela evoluiu tanto! No primeiro livro ela é uma espécie de “coitadinha”, que dramatiza demasiado, que não sabe se impor nem nada, mesmo tendo aquele poder dentro dela. Neste último livro, ela está muito melhor, mais decidida, um bocado badass, 51qiucgl8hl-_sy344_bo1204203200_5pois começa a aceitar o seu poder e o que pode fazer com ele.
Depois temos o Adam que… só foi me irritando de livro para livro e a novela dele não ajudou de todo. Não faço ideia qual era a ideia da autora, mas se era criar um personagem que todos os leitores detestassem, fez um ótimo trabalho, porque é um personagem com uma personalidade simplesmente irritante, que não contribui com nada para a história, excepto afastar a Juliette dele e aumentar as oportunidades de haver um romance entre a personagem feminina e o Warner (quem leu Unravel Me sabe disto, então não é um spoiler) e aqui ele continua com o fantástico trabalho dele.
O Warner só melhora, conquistando de capítulo para capítulo. É um personagem que adorei conhecer. Sem ele, esta trilogia não teria sido a mesma coisa. Kenji é outro personagem fantástico, que merece um spin-off, por issoTahereh Mafi… esperamos por um livro só dele, porque não me importo nada de me rir mais um pouco com este personagem “invisível” hahaha

15823541_937275606405729_1819320203447551318_nAchei que este livro teria guerra, imensa ação, mas não teve tanta assim. Não sei se isto é bom ou mau… mas eu gostei do resultado do livro, não achei-o aborrecido em momento algum, pelo contrário… É um livro muito bem escrito e a forma de escrita da autora é simples mas cativante, que acho que não importaria o rumo que a história tivesse… eu adoraria o livro na mesma.
Shatter Me é definitivamente uma introdução de 300 páginas para o que se segue, pois Unravel Me e Ignite Me são excelentes. Por isso, mesmo que não gostem muito de Shatter Me, insistam, pois é uma trilogia que vale muito a pena. E TEREMOS UMA SÉRIE. ❤

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Unite Me (Shatter Me #1.5, #2.5) – Tahereh Mafi [Opinião]

51qiucgl8hl-_sy344_bo1204203200_3Publicação: Agosto-2015 
Editor: Harper Collins 
ISBN: 9780062327963 
PVP: N/A Compra-o em http://www.wook.pt
A minha classificação: 4/5 estrelas

[Atenção: esta opinião pode conter spoilers para Shatter Me e Unravel Me, porém não darei spoilers sobre o livro em questão]

Sinopse (tradução pt-br aqui e aqui): Destroy Me tells the events between Shatter Me and Unravel Me from Warner’s point of view. Even though Juliette shot him in order to escape, Warner can’t stop thinking about her–and he’ll do anything to get her back. But when the Supreme Commander of The Reestablishment arrives, he has much different plans for Juliette. Plans Warner cannot allow. Fracture Me is told from Adam’s perspective and bridges the gap between Unravel Me and Ignite Me. As the Omega Point rebels prepare to fight the Sector 45 soldiers, Adam’s more focused on the safety of Juliette, Kenji, and his brother. The Reestablishment will do anything to crush the resistance . . . including killing everyone Adam cares about.

Opinião: Vou já começar por explicar porque não dei 5 e sim 4 estrelas a este livro: Adam, Adam, Adam. O “conto” dele veio estragar um pouco o livro. Achei totalmente desnecessário. Não acrescentou nada à história. Não digo isto apenas porque sentir alguma antipatia com o personagem, mas porque é verdade. Não sou a única a achá-lo, aliás. Afinal, uma “novela” serve para acrescentar algo à história, ou no caso deste livro, serviria para vermos um personagem com outros olhos. Isto resultou em Destroy Me, que é a novela do Warner. Mas relativamente a Frature Me que é a novela do Adam? Não resultou de todo e não veio mudar a minha visão deste personagem. Por isso disse tudo relativamente à novela deste último.

Vamos passar ao que interessa: Warner, Warner, Warner ❤
Parece um pouco coincidência estar a elogiar o conto de um personagem que gosto, ao contrário do que faço com o personagem que não gosto tanto assim, eu sei. Mas como disse, a novela do Warner altera muita coisa, acrescenta imensos pontos nos “i” que foram no primeiro livro Shatter Me. Muita gente não adorava o Warner no primeiro livro, pois viam-no como alguém totalmente obcecado e “maluco”, mas digo-vos, que depois desta novela, só não gosta do Warner, quem não leu mesmo a novela, para ser sincera. Muitas ações do Warner, em Shatter Me, são explicadas neste livro. A forma como ele age, a forma como ele é, é explicada e justificada em Destroy Me. E se eu já gostava dele no primeiro livro, depois deste… O Warner está definitivamente no meu top 5 bookish boyfriends hahahaha Não acho que um leitor tenha o direito de falar mal do Warner ou se julgá-lo sem ler este livro… Quero dizer, não aprenderam nada com Beauty and the Beast? Dentro51qiucgl8hl-_sy344_bo1204203200_3.jpg um monstro, encontra-se sempre uma beleza interior. Vejamos… eu não gostei assim tanto do Adam no primeiro livro e é por praticamente 1/3 ou mais do livro ter tido só ele presente, que classifiquei Shatter Me com apenas 3,5 estrelas, mas não me meti a detestá-lo ou a julgá-lo e afins, sem antes de ler a novela dele, apesar de a minha simpatia por ele não ter crescido em Unravel Me.
Mas agora que li Fracture Me, já tenho direito a julgá-lo e a detestá-lo hahahahaha Dou passe livre a detestarem o Warner ou a julgá-lo, mas só depois de lerem a novela dele. No fim, ambas as novelas, isto é, Unite Me, é um “must”, algo que têm mesmo de ler. Mas infelizmente muitas pessoas não lêem novelas porque não consideram que sejam importantes, porque é o que acontece com muitas. Mas a sério, não deixem de ler estas duas novelas! “Destroy Me” antes de lerem Unravel Me e “Fracture Me” antes de lerem Ignite Me.

É um livro ótimo, que devorei (vá, só apenas a parte do Warner). Individualmente, classificaria as novelas com 5 estrelas para DM e 2 estrelas para FM, porque mesmo não tendo achado nada de necessário, não desgostei de todo, pois sempre tive um pouco mais de Kenji na história hahaha

 

9 Regras a Quebrar para o Conquistar (Love by numbers #1) – Sarah MacLean [Opinião]

51qiucgl8hl-_sy344_bo1204203200_3Título Original: Nine Rules to Break When Romancing a Rake
Publicação: Outubro-2016
Editor: Topseller
ISBN: 9789898849373
PVP: 18,79€ – Compra-o em www.wook.pt 
A minha classificação: 5/5 estrelas

Sinopse: Lady Calpurnia Hartwell sempre cumpriu as regras. Agora está decidida a ignorá-las para poder desfrutar plenamente da vida. Se a sociedade desconfiasse que a condessa Callie Hartwell, a bem-comportada herdeira do condado de Allendale, alberga em si desejos e pensamentos impróprios, que envolvem momentos escaldantes, locais e eventos exclusivos a homens, seria abalada por uma polémica sem igual.
A verdade é que Lady Callie descobriu finalmente o amor que sempre leu nos livros e encontrou o seu Mr. Darcy. Mas, para conquistar o coração do maior libertino de Londres, ela tem de ser capaz de tudo. E de viver o que nenhuma mulher viveu antes… Ela terá de mudar a sua vida com a ajuda de 9 regras:
1. Beijar alguém – apaixonadamente;
2. Fumar charuto e beber uísque;
3. Montar a cavalo como os homens;
4. Praticar esgrima;
5. Presenciar um duelo;
6. Disparar uma pistola;
7. Jogar às cartas (num clube de cavalheiros);
8. Dançar todas as danças num baile;
9. Ser considerada bonita. Uma vez.

Opinião: Apesar de ainda não ter concluído a primeira série de quatro livros que a Topseller publicou, desta mesma autora, decidi avançar com a leitura deste livro, pois para além de estar curiosa (pois adorei a escrita da autora em “Um Marquês Irresistível“), uma amiga minha NÃO PARAVA de insistir que tinha que ler. Então acho que devo agradecer-lhe pela insistência, pois li este livro e adorei-o! Cheguei a gostar muito mais deste do que “Um Marquês Irresistível”, honestamente. Tanto a história como os personagens são muito mais cativantes. E claro, a capa é muito mais bonita e traz certo mistério. Algo que gosto acerca desta capa e que não gosto tanto nas capas da outra série é o facto de não ter uma imagem da personagem feminina, pelo que posso ser eu a imaginá-la, o que definitivamente aconteceu com este livro e não com o anterior, da autora, que li.

A história é definitivamente melhor: a linha que segue, o “plot”, os seus personagens. É uma história divertida e, como disse, cativante, que me agarrou. Mas Sarah MacLean é assim mesmo. Se não tivesse que dormir e comer, certamente que não tinha largado este livro e tinha-o devorado em horas.
Callie cativou principalmente por ser alguém que gosta de ler e que nos seus momentos mais stressantes, só consegue se acalmar ao re-arrumar a sua biblioteca. Acho que isto me soa familiar… Ah pois é, eu sou assim! hahaha Mas também o facto de ela não ser linda de morrer, de uma beleza irresistível e única no meio de tantas outras raparigas na sociedade aristocrática, ajudou-me a gostar dela, porque não gosto muito que uma autora torne a heroína perfeita e pronto. É um cliché, então gostei de Callie por ser uma personagem um pouco fora do que estamos habituados em ver em livros deste tipo. Mas Sarah MacLean tem este talento, de criar uma história bonita, romântica, viciante, mas sem tornar tudo 100% perfeito, com um toque de realidade.
Gabriel Raston é misterioso, intrigante. Apesar de ter acabado por me sentir mais curiosa em relação ao irmão dele, Nick, gostei também de Gabriel, que ajuda Callie nas suas aventuras e na sua lista, tornando este livro ainda melhor e mais engraçado. Também a irmã destes é adorável e adoraria ver um livro dela em breve, pois o misterioso homem da loja deixou-me com muitas questões e curiosidades!

Claro que não podia deixar de fora, nesta opinião, a minha regra favorita, que acabou por ser o momento em que esta foi realizada: Praticar Esgrima. Adorei também a parte do clube de cavalheiros, mas a 4ª regra foi sem dúvida a minha favorita e a mais divertida de todas pelo atrevimento e ousadia de Callie, que me rendeu muitos risos.

Não esperava menos de um livro de Sarah MacLean, como é óbvio. Fui até surpreendida por encontrar uma história com um humor extra. Gostei realmente deste livro e é até agora o meu favorito da autora, tanto em termos de capa (parabéns Topseller pelo excelente trabalho!), como de história e personagens. É um livro ótimo para ler em qualquer altura, principalmente naqueles dias em que sentimos vontade de ler algo mais leve e divertido!

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Queen of Shadows (Throne of Glass #4) – Sarah J. Maas [Opinião]

18006496Publicação: Dezembro-2015 
Editor: Bloomsbury 
ISBN: 9781619636040 
PVP: N/A – Variável de site para site – Compra-o em www.wook.pt
A minha classificação: 5/5 estrelas

[Atenção: Esta opinião contém spoilers para quem não leu o “Throne of Glass”, “Crown of Midnight”, “The Assassin’s Blade” e “Heir of Fire” porém não darei spoilers deste livro em questão]

Sinopse (tradução pt-br aqui): Everyone Celaena Sardothien loves has been taken from her. But she’s at last returned to the empire-for vengeance, to rescue her once-glorious kingdom, and to confront the shadows of her past… She has embraced her identity as Aelin Galathynius, Queen of Terrasen. But before she can reclaim her throne, she must fight. She will fight for her cousin, a warrior prepared to die just to see her again. She will fight for her friend, a young man trapped in an unspeakable prison. And she will fight for her people, enslaved to a brutal king and awaiting their lost queen’s triumphant return. Celaena’s epic journey has captured the hearts and imaginations of millions across the globe. This fourth volume will hold readers rapt as Celaena’s story builds to a passionate, agonizing crescendo that might just shatter her world.

Opinião: Continuo a perguntar-me… Como é possível uma série tornar-se melhor de livro para livro? Não que este ultrapasse The Assassin’s Blade para mim, em termos de favorito, mas é sem dúvida o melhor da série em termos de qualidade num todo. Novamente: Não é porque é o melhor, que tem que ser o meu favorito, e vice versa. Então, até agora, Queen of Shadows é o melhor da série, pois ainda não li Empire of Storms e não sei quando o farei. Esta dúvida persiste pois o 6º e final livro da série seria publicado em Setembro deste ano, portanto tinha decidido ler só em Agosto, porém, devido a problemas de saúde da autora, a publicação do livro final foi adiada para Maio de 2018. Triste não é? Por isso, desisti de estabelecer uma data para ler isto, mesmo sabendo que termina num cliffhanger horrível (não sei é qual é, ufa, ainda bem). Mas bom, não é disto que vim falar hoje. Só achei que deveria partilhar a notícia, pois se estão a ler esta opinião, é porque são fãs da SJM, de certeza!

Sobre este 4º livro… BLOODY FANTASTIC. Será que a imaginação e talento desta mulher não tem fim? Bom, realmente não quero saber. Só quero que ela não pare de escrever, porque as ideias, a história, tudo é fantástico, mas uma boa história só é bem transmitida se o autor souber pô-la em palavras de uma forma fantástica. E é isso que a SJM faz, MAIS UMA VEZ!
Este livro foi tão tão bom. Depois da dificuldade que Heir of Fire foi, Queen of Shadows foi
uma leitura fácil… Já me sentia mais habituada ao novo mundo, aos novos personagens (Aedion, Rowan, Manon <3). E o melhor que tudo? Temos personagens de The Assassin’s Blade de volta a este livro e foi tão bom revê-las mas ao mesmo tempo, TÃO DOLOROSO. Heir of fire foi mais complicado por ser uma expansão do que conhecíamos, por termos que assimilar muita coisa. Este quarto livro foi mais fácil, melhor, mil vezes melhor, porque temos a Aelin/Celaena de volta a Adarlan, assim como muitos outros personagens. Temos muito mais perigo, ação. Temos muitas descobertas, muita coisa a acontecer e… Ainda estou a tentar assimilar algumas coisas, mesmo após quase um mês de ler este livro… Havia coisas que simplesmente não esperava. Coisas boas e coisas más. Coisas surpreendentes e chocantes. Coisas que simplesmente cairam como bomba atrás de bomba. Mas a ação? Foi sem dúvida a melhor parte deste livro. E o final? FANTÁSTICO *Aplausos para a imaginação de talento da SJM*51qiucgl8hl-_sy344_bo1204203200_3

Mas este livro foi doloroso, porque temos tantos pormenores relacionados a The Assassin’s Blade, dai ter dito que o deveriam ler pelo menos antes deste quarto livro. O Sam… Oh Sam *cries*. Dei por mim a chorar uma vez mais, porque sim, eu emociono-me imenso com livros, principalmente quando se tratam dos meus personagens favoritos, e passar pelo processo de luto uma vez mais… Mas digamos que a história em relação a ele tem um desfecho tão lindo e heartbreaking neste livro e não poderia ficar mais feliz pelo que a SJM escreveu em relação a ele. Mas paremos de falar do Sam Cortland, porque já deu para perceber a minha obsessão por este personagem. </3

Cada livro da série tem sido melhor que o seu anterior e por isso as minhas esperanças para Empire of Storms são altas, apesar de Queen of Shadows ser o favorito de todos, por motivos compreensíveis, pois afinal temos muitos reencontros, muitos personagens de regresso, muita coisa a acontecer. E claro, quase me esquecia de uma parte que tornou este livro ainda melhor: As bruxas. Em HoF não percebi muito bem o papel delas na história mas neste livro… Adorei-as imenso, principalmente Manon que é uma personagem fantástica e badass. Aliás, todas as personagens femininas de ToG são badass, à sua maneira.
Heir of Fire falhou um pouco em certos pontos, mas Queen of Shadows veio corrigir e melhorar tudo o que falhou e eu adorei. É com orgulho que digo que esta é sem dúvida uma das minhas autoras favoritas, assim como a série (ACOTAR ocupa também o mesmo lugar).

The Assassin’s Blade (Throne of Glass #0.5) – Sarah J. Maas [Opinião]

18594430Publicação: Março-2014
Editor: Bloomsbury
ISBN: 9781619633612
PVP: N/A – Variável de site para site – Compra-o em www.wook.pt  
A minha classificação: 5/5 estrelas

Sinopse (versão pt-br aqui): Discover where Celaena Sardothien’s thrilling saga began
Celaena Sardothien is her kingdom’s most feared assassin. Though she works for the powerful and ruthless Assassin’s Guild, Celaena yields to no one and trusts only her fellow killer-for-hire, Sam.
When Celaena’s scheming master, Arobynn Hamel, dispatches her on missions that take her from remote islands to hostile deserts, she finds herself acting independently of his wishes—and questioning her own allegiance. Along the way, she makes friends and enemies alike, and discovers that she feels far more for Sam than just friendship. But by defying Arobynn’s orders, Celaena risks unimaginable punishment, and with Sam by her side, he is in danger, too. They will have to risk it all if they hope to escape Arobynn’s clutches—and if they fail, they’ll lose not just a chance at freedom, but their lives…
A prequel to Throne of Glass, this collection of five novellas offers listeners a deeper look into the history of this cunning assassin and her enthralling—and deadly—world.
Included in this volume: The Assassin and the Pirate Lord; The Assassin and the Healer; The Assassin and the Desert; The Assassin and the Underworld; The Assassin and the Empire

Opinião: Não sei por onde começar, sinceramente… A seguir a ACOMAF, este é o meu livro favorito da autora e, assim, da série Throne of Glass (ainda me falta ler o 5º livro, Empire of Storms). Se estão a ler esta opinião, não a leiam caso não tenham lido Throne of Glass pois contém spoilers que são conhecidos no primeiro livro da série! Apesar de tratar-se de uma prequela e de ter sido publicado antes de Heir of Fire, por recomendação de uma amiga minha, decidi lê-lo após este último e antes de Queen of Shadows (irão entender porquê na minha opinião de QoS). Mas este livro pode ser lido no momento em que quiserem, no entanto devem lê-lo antes de QoS. Mas agora falando do livro em si…

Não era isto que esperava. Esperava que fosse uma história “corrida”, apenas focada na Celaena e na sua vida antes de ser presa, onde teríamos em destaque o seu romance com o Sam Cortland, outro assassino. Mas então soube que este livro era dividido em 5 contos, pelo que esperei que as histórias fossem mesmo isso… contos, individuais, sem ligações propriamente. Porém, após mil e uma ideias que tive deste livro, ao lê-lo, dei por mim a adorá-lo mil vezes mais do que esperava gostar. Os “contos” acabam todos por ter alguma ligação entre si, uns mais que outros. Posso desde já dizer que os meus favoritos são os últimos dois contos “The Assassin and the Underworld” e “The Assassin and the Empire”, mas os outros três anteriores, apesar de não serem tão bons, foram divertidos e adorei-os também. Há vezes em que sentimos que x momento de um livro ou x conto é desnecessário, que não precisava de estar ali… e, bom, em “The Assassin’s Blade” é impossível pensar isto seja de qual conto for, porque considerei-os todos importantes de alguma forma.

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Um ponto que é muito importante para mim, e que na minha opinião foi o ponto alto deste livro, são os personagens. Arobynn, Sam Cortland, Celaena (óbvio) e os vários personagens que vão aparecendo ao longo da história são todos fantásticos, tão bem desenvolvidos, que fiquem um tanto triste de não puder ter conhecidos alguns. Mas sobre os três primeiros que mencionei… São sem dúvida os principais deste livro. Arobynn… um personagem muito MUITO bem criado, que adoro, sinceramente, e odeio ao mesmo tempo… É possível odiar e adorar? Bom, quem leu este livro ou a série, deve estranhar eu adorá-lo. Não adoro a pessoa. Odeio a pessoa. Mas em termos de adorar… É o personagem, a personalidade, a criação em si, que achei genial, e para mim ele é um ótimo vilão, que mereceria um livro só dele. Passemos ao Sam Cortland… Como é possível conhecer um personagem durante tão pouco tempo e adorá-lo com esta força? A morte dele destroçou o meu coração de fã. Sou e serei sempre #Samlaena. É um personagem que nos agarra, que é impossível não adorar. Mas a dona Sarah J. Maas decidiu que não faria mal matá-lo e assim deixar centenas de fãs a chorar. MY HEART STILL HURTS. A Celaena é e sempre será a minha personagem favorita da série, mas o Sam Cortland ocupa um lugar muito idêntico para mim… Apesar de ele ter aparecido pouco ao longo do livro, ao contrário do que pensei que aconteceria, o personagem marca presença na história e na vida de qualquer fã da série, sem dúvida.51qiucgl8hl-_sy344_bo1204203200_5

Talvez este não seja o melhor livro da série, mas é o meu favorito pelos personagens que apresenta, principalmente pelo Sam Cortland. Após escrever esta opinião, chego a esta conclusão, afinal um livro favorito não tem que ser favorito apenas ou pela qualidade! Para mim, basta que haja um personagem ou um leque deles que me agarrem, como o Sam e o Arobynn me cativaram, para tornar esse livro o meu favorito. 

Leituras de Janeiro [2017] – Wrap-Up

E assim começa mais um ano e devo dizer que o comecei em grande, pois ultrapassei o meu recorde anterior de 11 livros lidos por mês e alcancei os 13 este mês!! Mas duvido que tal acontecimento volte a acontecer… Vamos ver hahaha

Este mês foi especialmente dedicado à Sarah J. Maas, que é a minha mais recente autora favorita… arrisco-me a dizer que é mesmo a minha autora favorita de todas, pois não é à toa que decidi investir imenso nos livros dela em hardback/capa dura. Mas isto é conversa para o book haul.

O meu ano de 2017, em termos de leituras, começou bastante bem, pois li muita coisa e a maioria eram livros que queria muito muito ler:

1. Shatter Me – Tahereh Mafi
2. A Court of Mist and Fury – Sarah J. Maas
3. Heir of Fire – Sarah J. Maas
4. The Assassin’s Blade – Sarah J. Maas
5. Queen of Shadows – Sarah J. Maas
6. O Protector – Jodi Ellen Malpas
7. Uma Nova Esperança – Nora Roberts
8. A Luz Entre Oceanos – M. L. Stedman
9. Unravel Me – Tahereh Mafi
10. Unite Me – Tahereh Mafi
11. Ignite Me – Tahereh Mafi
12. Gravar as Marcas – Veronica Roth
13. 9 Regras a Quebrar para o Conquistar – Sarah MacLean

Alguns destes livros ainda não têm opinião, mas em breve publica-las-ei, por isso irei atualizando este post à medida que o for fazendo! 😉

Como sempre, não posso deixar de eleger os meus favoritos: A Court of Mist and Fury (SJM), The Assassin’s Blade (SJM) e Ignite Me (Tahereh Mafi) apesar de ter adorado Gravar as Marcas e Queen of Shadows quase tanto como os outros três que mencionei!

Heir of fire (ToG #3) – Sarah J. Maas [Opinião]

20613470Publicação: Setembro-2014 
Editor: Bloomsbury 
ISBN: 9781619630659 
PVP: N/A – Variável de site para site – Compra-o em www.wook.pt 
A minha classificação: 5/5 estrelas

[Atenção: Esta opinião contém spoilers para quem não leu o “Throne of Glass” e “Crown of Midnight”, porém não darei spoilers deste livro em questão]

Sinopse (versão pt-br aqui): Celaena has survived deadly contests and shattering heartbreak―but at an unspeakable cost. Now, she must travel to a new land to confront her darkest truth . . . a truth about her heritage that could change her life―and her future―forever. Meanwhile, brutal and monstrous forces are gathering on the horizon, intent on enslaving her world. Will Celaena find the strength to not only fight her inner demons, but to take on the evil that is about to be unleashed?

Opinião: Depois de ter lido até Queen of Shadows (estas opiniões estão um pouco atrasadas), percebo que adorei este livro, porém tive alguns problemas com ele, o que mais uma vez não me impediram de lhe dar as 5 estrelas. Por isso começando por esses problemas: Não fui a única a sentir alguma dificuldade a entrar no mundo que nos é apresentado, pois existem imensas alterações em relação ao mundo simples e sem magia que pensávamos não existir nos dois livros anteriores. Foi como cair de para-quedas de repente neste livro… Ao inicio senti-me confusa, sem entender muito bem, por estar habituada ao que conheci durante dois livros, não apenas durante algumas páginas. Também a entrada de bruxas neste livro e todo o seu plot deixou-me confusa e um pouco aborrecida ao inicio, pois não percebia. Após algumas pesquisas, percebo que não sou a única que se sente assim. Muitos outros fãs de SJM sentiram-se assim com Heir of Fire. Novamente: estes pontos não fazem deste livro mau. Para mim, não é melhor que Crown of Midnight (Coroa da Meia-Noite – mas sou suspeita para falar, pois adorei este livro, sendo o meu terceiro favorito da série), mas encontra-se mais ou menos ao mesmo nível.

Mas chega de falar do negativo e vamos ao que interessa: Como é possível que a série vá melhorando de livro para livro? Senti evolução em termos do plot da história, dos personagens, principalmente de Celaena que melhora ainda mais após chegar a Wendlyn. Mas quanto ao ponto de demorara-se a entrar, pela apresentação de novos seres e um mundo pouco mencionado anteriormente: Assim que conseguimos absorver tudo isto, a escrita torna-se ainda mais viciante e não conseguimos parar. Foi isto que senti, pois não consegui evitar terminar o livro e não ir pegar nos seguintes, inclusive li-o em 2 dias, por isso, isto diz tudo, certo?
Em ToG e CoM tivemos praticamente os mesmos personagens, mas em Heir of Fire (tradução literal – Herdeira do Fogo) conhecemos novos personagens, todos fantásticos, muito bem criados e que não esperava encontrar, pois são tudo excepto “normais” quando comparados com Chaol e Dorian… eu adoro-os, mas os novos personagens… conquistaram-me. Manon, Rowan e Aedion (imagens abaixo, respetivamente), são alguns nomes de novos personagens que vieram tornar este livro ainda melhor. Mais não direi, excepto na opinião do próximo livro!
Quanto ao ponto das bruxas… Foi aborrecido, em certos momentos, sim, porque não se percebia muito bem o sentido deste plot na história, mas interiormente, o que acontecia, principalmente a parte das montadas… UAU, quanta ação! Adorei conhecer as Blackbeaks, principalmente Manon e o seu grupo “mais intimo”.

Throne of Glass introduziu-nos um mundo e durante dois livros habituamos-nos a esse mundo e de repente, Heir of Fire veio expandir-nos esse mundo, como se ToG e CoM fossem uma duologia-prólogo para o que viria mais para a frente. É assim que me sinto quanto a HoF. Apesar da dificuldade em entrar na história, acho que isto deve-se ao “prólogo” prolongado que acompanhámos, mas isto não é uma coisa má, claro. Por isso, vocês, que estão a ler esta opinião, não desanimem nem percam as expectativas, porque este livro é ainda melhor que os anteriores!

Gravar as Marcas (Duologia sem nome #1)- Veronica Roth [Opinião]

15241999_1315183065210405_616472410249846183_nTítulo Original: Carve the Mark
Publicação: 17-Jan-2017
Editor: HarperCollins Portugal (Ibérica)
ISBN: 9788491391111 
PVP: 16,60€ – Compra-o em www.wook.pt ou em www.harlequinportugal.com
A minha classificação: 4/5 estrelas

Sinopse: CYRA é a irmã do tirano cruel que governa o povo de Shotet. O dom-corrente de Cyra confere-lhe dor e poder, que o irmão explora, usando-a para torturar os seus inimigos. Mas Cyra é muito mais do que uma arma nas mãos do irmão; é resistente, veloz e mais inteligente do que ele pensa.
AKOS é filho de um agricultor e do oráculo de Thuvhe, a nação-planeta mais gelada. Protegido por um dom-corrente invulgar, Akos possui um espírito generoso e a lealdade que dedica à família é infinita. Após a captura de Akos e do irmão, por soldados Shotet inimigos, Akos tenta desesperadamente libertar o irmão, com vida, custe o que custar.Então, Akos é empurrado para o mundo de Cyra, onde a inimizade entre ambas as nações e famílias aparenta ser incontornável. Ajudar-se-ão mutuamente a sobreviver ou optarão por se destruir um ao outro?
Da autoria de Veronica Roth, Gravar as Marcas é um retrato deslumbrante do poder da amizade e do amor, numa galáxia repleta de dons inusitados.

Opinião: Depois de Divergente, que foi excelente, e dos seus dois volumes seguintes que foram mais fraquinhos, não sabia o que esperar deste novo livro da autora Veronica Roth. O facto de ter visto uma trilogia com muito potencial foi desperdiçado aos poucos, de livro para livro, fez-me entrar neste livro sem quaisquer expectativas. Também o género de fição-cientifica e histórias que se desenrolem no espaço, não é algo que ajude muito. Então, comecei este livro sem quaisquer expectativas… apenas bastante curiosa, pelo tema que aborda, que me fez lembrar de “A Maldição do Vencedor” e “Shatter Me” (Marie Rutkoski e Tahereh Mafi, respetivamente), e não foi que ADOREI? Adorei mesmo. É totalmente diferente de Divergente, em termos de mundo, de personagens.
O mundo é complexo, esse é um pouco que gostei mas que não gostei, ao mesmo tempo, porque demorei imenso tempo a entrar nele, a assimilar os termos e tudo mais. Porém, quando se entra… Assim que entrei no mundo de Shotet, Thuvhe e de dons-corrente, perdi-me totalmente nesta história e dei por mim a não conseguir largar o livro, sempre querendo saber mais e mais.

Os personagens são ótimos. Não digo fantásticos, porque muitos deles só deverei conhecer melhor no segundo livro, mas Akos e Cyra são personagens que adorei. Cyra então é fantástica, uma badass à maneira dela, que me faz muito lembrar a Tris, de Divergente, em termos de coragem, e dai gostar tanto dela também. Achei que mesmo aqueles personagens que pouco apareceram, estavam bem desenvolvidos. Neste mundo não há personagens perfeitos a nível físico e isso agradou-me: Todos têm a sua marca (não as marcas que são gravadas na pele), e adoro mesmo que um autor crie personagens que não são intocáveis, nem invencíveis.
Quanto ao título, não conseguia perceber se todo o porquê dele, mas depois de avançar na história, rapidamente percebi e adorei! Adoro o povo Shotet. Não no sentido de adorar-adorar. É um tipo de adorar em termos das suas tradições e história. Adoro a “tradição” deles de gravar uma marca por cada pessoa que matam. É um povo bastante interessante e que espero a vir conhecer melhor no próximo livro.
Num geral, o que me impediu de dar as 5 estrelas é que demorei um pouco a entrar neste mundo, mas isso é também um mal meu, pois não sou muito fã de livros de fição-cientifica, como os de Amie Kaufman. Mas tirando este pormenor, o livro é muito muito bom, e tenho esperança de que venha a ser melhor que a trilogia de Divergente. Penso que o próximo livro (que será o último, pois isto é uma duologia) sairá em 2018, ou então 2019, e mal posso esperar para ver o que se segue!!

Uma leitura com o apoio de15683391_1570501299644016_203028667_n

A Court of Mist and Fury (ACOTAR #2) – Sarah J. Maas [Opinião]

51qiucgl8hl-_sy344_bo1204203200_Publicação: Maio-2016
Editor: Bloomsbury
ISBN: 9781619634466
PVP: N/A – Variável de site para site – Compra-o em www.wook.pt 
A minha classificação: 5/5 estrelas

[Atenção: Esta opinião contém spoilers para quem não leu o primeiro livro, porém não darei spoilers deste livro em questão]

Sinopse: The stunning sequel to Sarah J. Maas’ “New York Times “bestselling “A” “Court of Thorns and Roses.”Feyre survived Amarantha’s clutches to return to the Spring Court–but at a steep cost. Though she now has the powers of the High Fae, her heart remains human, and it can’t forget the terrible deeds she performed to save Tamlin’s people.Nor has Feyre forgotten her bargain with Rhysand, High Lord of the feared Night Court. As Feyre navigates its dark web of politics, passion, and dazzling power, a greater evil looms–and she might be key to stopping it. But only if she can harness her harrowing gifts, heal her fractured soul, and decide how she wishes to shape her future–and the future of a world cleaved in two.With more than a million copies sold of her beloved Throne of Glass series, Sarah J. Maas’s masterful storytelling brings this second book in her seductive and action-packed series to new heights.

Opinião: Parem de ler esta opinião e vão ler ACOMAF! Acho que isto diz tudo, certo? hahahaha Mas não parem, podem continuar a ler, porque preciso mesmo de partilhar o quão, quão, quão bom foi este livro. Digamos que esta é a minha leitura favorita de Janeiro e de TODO. O. SEMPRE. Como é possível um livro tornar-se o favorito de sempre? Adoro Harry Potter, adoro Outlander, adoro Trono de Vidro, adoro Cassandra Clare… Mas A Court 13417381.jpgof Mist and Fury… superou tudo, TUDO mesmo, não só por ser tão viciante, intenso, mas porque basicamente não me sai da cabeça… e já o li há quase um mês.
Eu adorei ACOTAR, principalmente por ser um re-telling de Beauty and the Beast, mas tenho que concordar com algo que vi na internet “ACOTAR é um como um prólogo, um prólogo muito longo, e o verdadeiro livro é ACOMAF”. Porque é mesmo. ACOTAR não é nada comparado a ACOMAF. ACOMAF é simplesmente FANTÁSTICO, intenso, viciante. Agarrou-me de uma forma como nunca nenhum outro livro me agarrou (digo isto, porque isto é um livro de 600 e tal páginas, um calhamaço, que li em dois dias… haha), e pelo que ainda a ver em grupos de discussão, não fui a única a ficar em casa, sem sair, totalmente agarrada a esta história fantástica. Por isso, sim, podem ver o quanto o adorei e o quanto o recomendo. Mas claro, convém ler o primeiro livro “A Court of Thorns and Roses”…

Neste livro é nos apresentado um mundo mais detalhado, muitas mais personagens. Vamos além do mundo humano e da Spring Court. Temos também direito a conhecer a Night Court e Summer Court, e espero que no terceiro livro (CUJA CAPA JÁ FOI REVELADA!!! E é linda, e tudo mais… Deixo-a mais abaixo 😉 ) possa conhecer as outras Courts. Se achei o mundo Fae fantástico e mágico em ACOTAR, neste livro… superou as minhas expectativas. Esta é talvez um dos tipos de fantasia de que mais gosto. Mas claro, nada seria possível sem o talento da Sarah J. Maas que escreve de tal forma que nos transporta para Prythian da melhor forma possível. Acho que além de Hogwarts, não me importava mesmo nada de viver em Prythian, principalmente na Night Court hehehe
51qiucgl8hl-_sy344_bo1204203200_Mas sobre as personagens… Este livro foi repleto de personagens fantásticas, que me conquistaram totalmente. Cassian, Azriel, Mor, Amren são personagens que adorei conhecer. Mas o Rhysand… Bom, é o Rhysand e é o melhor personagem masculino que já conheci de todos os livros que li até hoje. Basicamente, o Rhysand é o meu personagem favorito e uma das principais razões porque AMEI este livro. Quanto à Feyre… nota-se uma enorme evolução entre livros. No primeiro, só simpatizava. Não gostava assim tanto dela, mas neste livro… Sem dúvida, que a adorei! Embora ela não ultrapasse a Celaena Sardothien, porque a Assassina de Adarlan é a personagem mais badass que já conheci.

Se eu fosse opinar sobre tudo o que achei deste livro, nunca mais sairia daqui e a opinião já está enorme…
Então, é isto, resumindo a meia dúzia de palavras hahahahaha ACOMAF foi “brutal”, foi viciante, foi intenso, e se eu não tivesse outros livros da Sarah J. Maas para ler, acho que a esta hora estaria a sofrer de uma ressaca literária, porque Sarah J. Maas é sem dúvida a melhor autora para nos pôr numa ressaca literária mas também para nos tirar dela. Posso já revelar que após este livro, li “Heir of fire“, “The Assassin’s Blade” e “Queen of Shadows“, por isso este mês será repleto de opiniões de Sarah J. Maas 🙂

E por fim, aqui fica a capa do terceiro livro, cujo o título já revelado é “A Court of Wings and Ruin”. I’m so excited!!!51qiucgl8hl-_sy344_bo1204203200_

Unravel Me (Shatter me #2) – Tahereh Mafi [Opinião]

18089977Publicação: Dezembro-2013 
Editor: HarperCollins 
ISBN: 9780062085542 
PVP: N/A – Variável de site para site – Compra-o em www.wook.pt 
A minha classificação: 5/5 estrelas

[Atenção: Esta opinião contém spoilers para quem não leu o primeiro livro, porém não darei spoilers deste livro em questão]

Sinopse (versão pt-br aqui): Juliette is still haunted by her deadly touch. But now that she has teamed up with other rebels with powers of their own, she’ll be able to fight back against The Reestablishment to save her broken world. With the help of these new allies, she’ll also finally learn the secret behind Adam’s and Warner’s immunity to her killer skin.

Opinião: Estamos de volta à tradição do “segundo livro é melhor que o primeiro”! haha E desde à umas quantas semanas, que não me sentia agarrada a um lado de tal forma que fiquei sem sono e li “Unravel Me” em menos de 24 horas. Praticamente, só parava para comer, porque não sou assim tão “maluca” hahahaha (Throne of Glass é outra história, para ser explicada depois).
Unravel me é o segundo livro, que procede Shatter Me. Gostei de Shatter me, mas não foi nada por ai além, pois apesar do potencial da história, esta só mesmo explorada neste segundo livro… e de que forma! ADOREI, ADOREI. Este livro foi um vicio desde a primeira página à última. Nem sei pelo tempo passar, tal como as páginas. A história foi tão bem desenvolvida, tal como os seus personagens, e claro, a escrita de Mafi é simples mas cativante e prende-nos, menos nos momentos mais parados do livro.
Vamos falar da Juliette, que aos poucos evolui. No primeiro livro, achei-a simplesmente irritante, assim como o Adam. Com este último, os meus sentimentos não mudaram. Ele continua irritante. Mas consegui suportar e até mesmo gostar um bocado mais da nossa protagonista, que deixou de ser a rapariga assustada e frágil do primeiro livro. Ainda vemos por vezes alguma insegurança por parte dela, mas sinto que em Ignite Me, que é o próximo e final livro, ela irá alcançar o seu auge em termos de personalidade. Neste livro, ela tornou-se um pouco “badass” em relação ao primeiro e adorei isso.
Warner é simplesmente… Ahhh, adoro este personagem, principalmente depois da novela dele Destroy Me, mas neste livro ele está fantástico e adorei-o, assim como Kenji que é divertido mas também um personagem sincero que era o que faltava para trazer a protagonista à realidade.
Confesso que como em Shatter Me, aqui em Unravel me, também houve este fase sem Warner, só com o Adam (do triângulo amoroso) presente, e essa fase foi um pouco parada, embora tenha gostado dessa fase neste segundo livro, ao contrário de em Shatter Me. A história foi repleta de descobertas surpreendentes, mas também de drama, um drama que ADOREI, pois está mesmo muito bem desenvolvido. O livro foi tão bom e tão viciante, que estou praticamente speechless! :p

Geralmente não sou muito fã de temas que envolvam guerra e militares e assim, só que esta trilogia está a ser fantástica e mal posso esperar para por as minhas mãos (olhos) em Ignite Me!