Séries | “La Casa de Papel”, 1ª e 2ª temporada (2017) — Opinião

poster-la-casa-de-papel-cedula-serie-42x29cm-D_NQ_NP_772787-MLB26687967543_012018-FCriador por: Álex Pina
Produtores: Alejandro Bazzano (diretor), Miguel Ángel Vivas (diretor), Álex Pina (roteiro)
Emissora: Antena 3 (distribuição internacional por Netflix)
Género: Drama, Suspense
Data de lançamento (piloto): 2 de Maio de 2017
Elenco Principal: Álvaro Morte, Itziar Ituño, Úrsula Corberó, Alba Flores, Miguel Herrán, Pedro Alonso, Jaime Lorente López, Enrique Arce, Paco Tous, María Pedraza, Darko Peric
A minha classificação: 10 em 10 estrelas

Opinião: Acho que poderia passar o dia inteiro a falar desta série e mesmo assim não seria suficiente. ‘Vou só ver o primeiro episódio’ foi o meu lema desde o momento em que decidi experimentar ver a série. Claro que não foi isso que aconteceu, considerando que só nesse dia, vi sete episódios de uma só vez. E numa semana, tinha a série vista, para infelicidade minha pois agora não tenho mais nada para ver desta história que me conquistou completamente.
Sempre a franzir o nariz a séries com outro idioma que não o inglês (UK/US), de episódio para episódio fui-me habituando ao idioma original desta (espanhol, acho). Estranho ao inicio mas aos poucos dei por mim a adorar que assim o fosse, pois tal detalhe dava ainda mais destaque à série.

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‘Money Heist’, título inglês, é uma série excelente. Aliás, atrevo-me a dizer que é uma das melhores séries alguma vez produzidas. Se estão relutantes quanto ao pormenor de que os 15 episódios (originalmente transmitidos em Espanha, no ano anterior) acompanham o assalto todo e de que tal pode tornar-se uma ‘seca’, não estejam: cada episódio é mais viciante que o antecessor, sem dúvida. Este pormenor é tudo menos cansativo, uma vez que vemos a história de várias perspetivas, para além de termos a narração da Tókyo do que se sucede ao longo dos episódios.

Encontramos em ‘La Casa de Papel’ uma história extremamente bem construída, pensada ao pormenor, sem quaisquer pontas soltas. Quando pensamos que a polícia está um passo à frente dos assaltantes, estes relevam-se preparados, já estando dois passos à frente desta primeira. É de facto o assalto perfeito! Para além disto, temos um elenco com atuações fantásticas e memoráveis. Obviamente que não posso deixar de indicar os meus personagens favoritos: Rio, Denver, Nairóbi e El Profesor. Eu sei, são muitos e já é complicado escolher apenas alguns, quando gosto de todos os personagens (menos o Arturito — que alma chata), mas acreditem que cada personagem é genial e as suas personalidades irão conquistar-vos quando menos esperarem. Penso que ter passado a série toda a torcer pelos assaltantes diz tudo.

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Se tivesse que descrever a série em três palavras, ‘perfeita’, ‘intensa’ e ‘única’ seriam essas palavras. Nunca vi nada igual, nem nunca nenhuma série me deixou no estado em que esta me deixou com o seu final: totalmente triste por não ter mais deste mundo. Mas ainda tenho esperança que venha a haver um terceira temporada (e mais, quem sabe haha)

‘Game of Thrones’ é e sempre será a minha série favorita de todos os tempos, mas ‘La Casa de Papel’ ocupa já um lugar nas séries que mais marcaram a minha vida. É uma série sem igual, esculpida na perfeição, que irá agradar qualquer um, absolutamente!

Trailer e sinopse
(retirada do site Adoro Cinema)

Oito habilidosos ladrões se trancam na Casa da Moeda da Espanha com o ambicioso plano de realizar o maior roubo da história e levar com eles mais de 2 bilhões de euros. Para isso, a gangue precisa lidar com as dezenas de pessoas que manteve como refém, além dos agentes da força de elite da polícia, que farão de tudo para que a investida dos criminosos fracasse.

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Séries | “Lucifer”, 1ª e 2ª temporada (2016) — Opinião

Resultado de imagem para luciferCriador por: Tom Kapinos
Produtores: Alex Katsnelson, Michael Azzolino, Erik Holmberg, Nathan Hope
Emissora: Fox Broadcasting Company 
Gênero: Drama, Ficção, Fantasia, Crime, Comédia dramática
Data de lançamento (pilot): 25 de Janeiro de 2016
Elenco Principal: Tom Ellis, Lauren German, Lesley-Ann Brandt, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Rachel Harris
A minha classificação: 8 em 10 estrelas

Opinião: Já estou para fazer esta opinião há quase dois meses, que foi quando decidi dar uma segunda oportunidade a Lucifer. Não porque a série seja má, mas porque antes seguia quase 40 séries (sim, uau!) e então tive que reduzir essa lista para metade… Mas com todo o falatório que esta série tem gerado, decidi continuar a segui-la e o resultado? Se a primeira temporada é boa, a segunda então é simplesmente viciante e incrível!

Lucifer, o personagem, é alguém de que é impossível não gostarmos. É um personagem direto e sincero (às vezes demasiado sincero para o bem dele), cómico, e eu adoro-o incondicionalmente, assim como Maze e Linda. Estas duas últimas são mulheres com o seu lado engraçado mas com um lado de guerreiras, fortes, embora sejam personagens muito diferentes uma da outra. Mas é a parte de guerreiras que mais gosto, dai se terem tornado em personagens favoritas.
Os restantes personagens secundários são personagens que adoro e sem os quais esta série não seria a mesma. Continuar a ler

Série | Outlander, 3×01 — Opinião (com e sem spoilers)

outlander-season-3-key-art-posterDirector: Brendan Maher 
Escrito e desenvolvimento por: Ronald D. Moore 
Data de lançamento: 10 de Setembro de 2017
Elenco: Caitriona Balfe (Claire Randall/Fraser), Sam Heughan (Jamie Fraser), Tobias Menzies (Frank Randall), Sam Hoare (Hal Grey), Grant O’Rourke (Rupert Mackenzie)
A minha classificação: 10 em 10 estrelas

Opinião: Mal podia acreditar quando vi o meu nome no resultado de um passatempo de Outlander que garantiu um lugar na ante-estreia da nova temporada de Outlander. Fiquei completamente eufórica em saber que seria uma das primeiras pessoas do mundo a ver o primeiro episódio da terceira temporada!! 

Falando de uma forma geral, o episódio alcançou as expectativas. Foi um episódio lindíssimo e absolutamente emocionante, com um “clima” negro e triste, sendo que falava do pós-batalha, principalmente. A imagem e efeitos deste episódio estão magnifícos, o que é normal nesta série, assim como o guião e a produção do episódio que adorei e que superou até o livro, na minha opinião, (Voyager — A Viajante) em muitos aspetos, principalmente no ambiente triste e negro que encontramos na visão de um dos personagens.

SPOILER ALERT!
Serão dados vários spoilers, mas se leram os três primeiros livros pelo menos, não haverá qualquer problema 😉

As duas visões, assim como acontece no livro, dividem-se entre Jamie e Claire. Vemos cada um deles no seu tempo. Vemos Claire grávida até ao parto, em 1948, e Jamie após a Batalha de Culloden, em 1746. A parte do Jamie foi sem dúvida a minha favorita e a que me emocionou imenso, pelo ambiente negro e triste que rodeia o protagonista. Este vê Claire por breves momentos (fruto da imaginação dele), quando caído entre os corpos de outros escoceses que pereceram mas a forma como puseram isso na série é simplesmente… bela. É impossível não ficarmos também emocionados com a execução dos restantes escoceses que fugiram e esconderam-se num estábulo, com Jamie resgatado por Rupert, cuja morte foi a que mais me entristeceu. O som dos tiros, as imagens dos vários clãs mortos em campo é tão triste e saber que foi real torna-o ainda mais triste. Felizmente, temos a entrada de um personagem que será a salvação de Jamie e mal posso esperar por conhecer o irmão desse personagem nos anos que passarão na série. Um ponto que não posso deixar de mencionar é a atuação de Sam e Tobias (Jamie e Jack Randall). Foram um dupla fantástica, mais uma vez, na breve luta entre os personagens, uma cena de arrepiar.

Quanto à visão de Claire: Claire sem o Jamie não é a mesma coisa, mas vê-la sofrer pelo homem que ela pensa ter perdido é comovente. Facilmente fiquei com lágrimas nos olhos quando ela discute com o Frank sobre Jamie ou quando no final a enfermeira pergunta a quem é que o bebé (Brianna) saiu para ter cabelo ruivo. Há vários momentos assim, uns engraçados, outros tristes, mas todos com o Jamie presente nos pensamentos de Claire ou em algumas menções deste (indiretamente) de outros personagens.

Adorei por completo este episódio. Não sei sequer pôr em palavras o quão gostei dele, sinceramente. É Outlander. A imagem assim como os figurinos e o elenco continuam fantásticos, como sempre. Não se esqueçam da vossa caixa de lenços, porque vão precisar dela enquanto estiverem a ver este episódio!

Sinopse do episódio: Depois de lutar na Batalha de Culloden, Jamie vê-se à mercê dos implacáveis vencedores britânicos, até que uma ligação do seu passado oferece a única esperança de sobrevivência. Entretanto, Claire, grávida, tenta adaptar-se à vida moderna de Boston em 1948 — e a uma vida com Frank.

Trailer

Séries | Orphan Black, 1ª e 2ª temporada (2013) — Opinião

Orphan-Black-Season-1-Promo-PosterData de lançamento: 30 de Março de 2013
Elenco Principal: Tatiana Maslany, Jordan Gavaris, Kristian Bruun, Dylan Bruce, Maria Doyle Kennedy, Ari Millen, Kevin Hanchard, Évelyne Brochu
Gênero: Ficção Científica, Thriller, Ação, Drama
Produtores executivos: Ivan Schneeberg, David Fortier, Graeme Manson, John Fawcett
Emissora original: BBC America, Space
País: Canadá
Idioma: Inglês
A minha classificação (classificação das 2 temporadas vistas): 8,5 em 10 estrelas

Opinião: Estava eu sem fazer nada, quando decidi experimentar uma série nova. Após ter ponderado um pouco, decidi ver então o pilot de Orphan Black. A ideia era ver um ou dois episódios, e depois passar o resto da noite a ler. Mas o vicio foi total e não consegui parar de ver a série. Há imenso tempo que não sentia tamanho vicio como este que “Orphan Black” me faz sentir. Ultimamente, parece que nada me agarrava o suficiente. Vejo o pilot e um ou outro episódio de uma série, mas parece que não sinto muito entusiasmo suficiente para continuá-la, mesmo gostando dela. Tal não aconteceu com Orphan Black, que adorei sem dúvida. Das duas temporadas que vi até agora, a primeira foi sem dúvida a minha preferida.

1ª temporada: Toda esta história de clones era extremamente intrigante mas o que mais gostei de ver nesta temporada foi a “atuação” de Sarah Manning enquanto Beth Childs (ambas clones uma da outra). Prendeu a minha atenção à série desde os primeiros momentos em que esta rouba a identidade da detetive. Adorei também o desenvolver da relação entre Sarah e Paul. Adorei a química entre ambos, assim como adorei Paul que além da Sarah (a agir como Beth) foi o meu personagem favorito. A maioria dos episódios foram mesmo ótimos, sem nenhum ponto negativo. O final da temporada foi ótimo também, mas senti que faltou algo nele. Mas esta primeira temporada foi, sem dúvida, a minha favorita até agora, por toda a ação e mistério. Adorei toda esta história do “clube de clones”!

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2ª temporada (contém spoilers, para quem não viu a primeira temporada): Começo por mencionar o que me deixou um pouco desanimada, que neste caso foi a ligação que vemos desenvolver, na primeira temporada, entre Paul e Sarah, que nesta nova temporada parece desaparecer do nada. Senti falta de os ver juntos. Senti também falta de todo o mistério que houve na primeira temporada. Mas foi uma temporada que adorei, de um modo geral, embora tivesse achado ligeiramente mais “fraquinha” quando comparada à anterior. Na primeira temporada, os maiores destaques, para mim, foram Paul e Sarah mas nesta segunda Helena conquistou-me por completo. Tornou-se a minha clone favorita de todas as que surgiram. Considero-a uma personagem extremamente fascinante e peculiar. Alison Hendrix foi outra clone que evoluiu imenso ao longo destes 20 episódios, enquanto que Sarah e Cosima permaneceram neutras. A ausência do meu casal favorito foi compensada pela presença de um outro (Cosima e Delphine), que simples adoro.

Em termos de argumento, a 1ª temporada contém um ingrediente extra que vicia, enquanto que esta 2ª temporada pareceu-me mais lenta em certos momentos.
Num geral, a série é bastante boa. Tatiana Maslany é uma excelente atriz, com um talento único, na minha opinião, pois eu, como espectadora, chego a acreditar que estou a ver várias atrizes iguais na série em vez de uma só. São tantas personalidades diferentes, tantas manias, tantas formas de agir, que uma pessoa dificilmente acredita que é tudo obra de uma só atriz hahahaha “Orphan Black” é daquelas séries que faz-nos questionar “Como é que eu esperei tanto tempo para a ver?”. O bom de tê-la começado a ver agora é que esta teve o seu último episódio exibido ontem (12/Agosto/2017), pelo que não terei que passar por todo aquele tormento que é esperar meses por uma nova temporada.
Irei começar hoje a terceira temporada e, mesmo já sabendo de algumas coisas que acontecem e que não são do meu agrado, espero gostar tanto dela como gostei das antecedentes.

Trailer (legendado)

 

Série | Victoria (2016) – Opinião

Vic1Data de lançamento: 28 de Agosto de 2016
Elenco Principal: Jenna Coleman, Tom Hughes, Rufus Sewell, David Oakes, Peter Bowles 
Gênero: Drama 
Produtores executivos: Daisy Goodwin, Dan McCulloch, Damien Timmer 
Emissora original: ITV Studios
Idioma: Inglês
A minha classificação: 10/10 estrelas

Opinião: Hoje foi divulgado o lançamento do livro “Victoria” em português, pela Editorial Presença, escrito pela produtora executiva de “Victoria”, Daisy Goodwin. Não poderia ficar mais feliz com esta notícia, pois adoro a série e há imenso tempo que queria ler este livro! Infelizmente, a versão inglesa é caríssima, por isso a oportunidade surge apenas agora. E como “comemoração” de tal lançamento, decidi trazer-vos hoje a minha opinião sobre “Victoria”, que foca-se na ascensão de Victoria a rainha e do seu reinado e vida.

A primeira temporada, que estreou há já quase um ano atrás, tem um total de 8 episódios. Cada episódio é único e viciante, de uma forma inexplicável. Quando vi o primeiro episódio já só faltava ser lançado o 8º episódio, felizmente porque o vicio foi certo desde os primeiros minutos. Vi a série num só dia e adorei! É hoje uma das minhas séries históricas favoritas de sempre.

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Nesta primeira temporada, conhecemos Victoria, dias antes da sua ascensão a rainha de Inglaterra. Vemos como é que ela torna-se rainha e como foram os primeiros tempos desta em tal “papel”. Há um romance, na minha opinião, que se desenvolve entre a rainha e o seu primeiro ministro, mas temos também a presença de Albert, o futuro marido de Victoria, criando um breve triângulo amoroso, que aos poucos vai desaparecendo, até ser apenas Victoria e Albert. A série, pelo que me lembro, acaba com o nascimento do primeiro herdeiro.

Admito que adorei ambos os romances que surgem na série. Não sei apontar um favorito, pois o elenco e a produção foram fantásticos ao desenvolver tais casais. É mesmo impossível “shippar” apenas Albert ou apenas Melbourne. Mas, claro, que o romance real é o de Victoria e Albert e é o “ship canon”. Adorei ver toda a história e todo o desenvolvimento em torno dos primeiros tempos de casamentos entre estes dois personagens.

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A imagem é fantástica, assim como os figurinos e o elenco. É uma série que recomendo para os mais ávidos por história ou até mesmo a quem gosta de ver séries, porque fãs de história ou não, esta série conquista qualquer um.
Felizmente, a série foi renovada para uma segunda temporada, cuja data não foi ainda divulgada. Espero que tal decisão de renovação não seja alterada. É aguardar!

Trailer (legendado)

 

Séries | O que ando a ver

Chegado o verão, pelo menos por aqui é sempre a mesma coisa: a vontade de ler é pouca, enquanto que a vontade de ver séries só aumenta. Chill and Netflix, como se diz. Também porque este ano já li quase 70 livros, o cansaço de ler tanto, acaba por acumular-se e precisa-se sempre de algum tempo para recuperar tal vontade e o ritmo de ler tantos livros como tenho lido nos últimos meses.

Por isso, hoje venho falar de séries, em vez de livros. Venho falar um pouco resumidamente das séries que tenho visto durante este verão.

a10109d9-8b06-4d98-a3a3-571082b3895f.pngShadowhunters (2ª temporada) – FreeForm
Como grande fã de Cassandra Clare (Mortal Instruments/Infernal Devices/Dark Artifices), esta série desilude-me. Porém como costumo dizer, é melhor ver isto do que nada, já que decidiram não continuar com a adaptação no cinema. Mesmo assim, fechando os olhos ao facto de isto ser uma adaptação de uma série, “Shadowhunters” até que entretém, principalmente durante esta fase do ano, em que poucas séries estão ativas (de entre as que vejo).
Esta segunda temporada está decididamente a melhorar um pouco, comparada à anterior, mas acho que isso deve-se sobretudo à mudança de diretores e também à introdução do meu personagem favorito (Sebastian) e do ator que o interpreta, que é um ator que adoro: Will Tudor (Game of Thrones). Mas o resto do elenco continua com atuações fracas, assim como os argumentos dos episódios que são confusos e cheios de misturas de acontecimentos dos vários livros.

f8b355681f460689fef74b0d3d1eca4cGame of Thrones (7ª temporada) – HBO
Uma das minhas séries favoritas de todos os tempos. Tenho visto cada novo episódio em stream, ou seja, no momento em que estes estreiam nos EUA. Ficar até às 2h da manhã acordada para ver uma série que posso ver na SyFy no dia seguinte, parece algo que só uma pessoa maluca faria não? Pois… Mas eu sou definitivamente uma dessas pessoas malucas, porque não aguento. A curiosidade vai aumentando de episódio para episódio e agora que a guerra está finalmente ai, a vontade de esperar por legendas é nula. Ainda só foram ao ar 2 episódios, mas ambos foram fantásticos. Este último então, “Dragonstone”, foi um “tiro” atrás de outro. A ação e o sangue são cada vez mais, e mal posso esperar por ver o encontro entre Daenerys e Jon Snow, já no próximo episódio, que acredito que será épico. As minhas apostas estão em Daenerys, que duvido muito que morra nesta temporada, ao passo que Cersei, que na minha opinião, será uma das muitas mortes que acontecerão nesta temporada.

255502Glow (1ª temporada) – Netflix
Comecei por ver o pilot, que me agradou. Ao ver o segundo episódio, dei por mim a ficar um pouco aborrecida, pois a série acabou por ser um pouco diferente do que esperava. Por isso, fui saltando cenas e vendo a série um pouco ao estilo “zapping” nos minutos de cada episódio, até chegar ao final, que foi igualmente aborrecido. Foi uma série que mostrava tratar-se de algo “colorido”, vivo, cheio de ritmo, o típico da época em que se passa a série, mas não o foi, então não é uma série que irei continuar a seguir.

 

sherlock-series-4-iconic-maxi-poster-1.34Sherlock (1ª temporada) – BBC One
Ainda só vi o primeiro episódio, mas tendo como atores principais os atores que esta série tem, não resisti em ir “cuscar” o primeiro episódio. Adorei, sem dúvida. Um dos personagens principais, o próprio Sherlock Holmes, é um personagem com uma personalidade fantástica. É simplesmente genial e prendeu-me totalmente ao episódio, mesmo este tendo uma duração de 90 minutos, o que para mim é novo, pois 90 minutos de um só “tema” enjoa-me na maioria das vezes (e é por isto, que raramente vejo filmes). Mas esta série é sem dúvida uma que vou começar a seguir.

 

 - Fear the Walking Dead _ Season 3, Key Art - Photo Credit:  AMCFear the walking dead (3ª temporada) – AMC
Vi 3 ou 4 episódios e desisto. Por enquanto, desisto de ver este spin-off de The Walking Dead, que é ainda mais aborrecido que sua sucessora em termos cronológicos de história. Estou a achar esta temporada muito mais parada em relação às outras e nada interessante. Mesmo tendo um ator que adoro (Daniel Sharman), não sinto qualquer vontade de continuar, por agora, a ver esta série. Quem sabe mais tarde. Mas no momento, prefiro dar atenção a outras séries.

 

 

Falarei de outras séries num futuro, mas por agora decidi mencionar as principais que tenho visto.
E vocês? O que têm andado a ver, por esse lado?

[Série] The White Princess (2017) – Opinião

p13709518_b_v8_adData de lançamento: 16 de Abril de 2017 
Elenco Principal: Jodie Comer, Jacob Collins-Levy, Michelle Fairley, Essie Davis, Vincent Regan, Joanne Whalley, outros 
Gênero: Drama, histórico 
Produtores executivos: Emma Frost, jamie Payne, Colin Callender, Scott Hugg, Michelle Buck 
Emissora original: Starz 
Idioma: Inglês
A minha classificação: 8,5/10 estrelas

Opinião: “The White Princess” é a continuação da tão conhecida série “The White Queen”. Assim como a anterior, esta é também baseada no romance histórico de Philippa Gregory, intitulado com o mesmo nome. Por sorte, li este livro há uns dois anos, ou seja, antes da série, então isto permite-me comparar ambos, série e livro. Até à data, a série vai no seu sexto episódio, que estreou no Domingo (22/Maio), tendo já os visto a todos. Mal sai um episódio novo, logo que consiga, vejo-o. Isto explica basicamente o quão apaixonada e viciada estou por esta série.

A série estaria perfeita se tivesse alguns elementos do elenco trocados. Apesar de gostar de Michelle Fairley (Margaret Beaufort), conhecida pela sua atuação em Game of Thrones, gostaria que tivessem escolhido uma atriz que a nível físico fosse… diferente, talvez menos rígida. No entanto, a nível de atuação está fantástica. O mesmo acontece com Essie Davis (Elizabeth Woodville) que é excelente em interpretar a sua personagem, embora no caso desta seja mais um caso de preferência a nível de fisico, pois adorava Rebecca Ferguson, que foi quem interpretou Elizabeth Woodville em The White Queen. Por outro lado, gostei muito mais da alteração de atores para os papéis de Henry Tudor e de Princesa Elizabeth Woodville (o casal principal). Obviamente que há outros atores que vieram substituir outros atores de The White Queen, mas estas são para mim as principais alterações que me impedem de classificar esta série com um 10… Isto relativamente às duas primeiras atrizes mencionadas, claro!

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Quanto à adaptação: adorei a sua antecessora, The White Queen mas esta nova série é tão boa ou até mesmo melhor que a anterior em muitos aspetos. Do que me lembro do livro, sei que a série têm seguido fielmente a história deste. No entanto, algo que muitas pessoas não sabem (e que eu não sabia até à pouco tempo), é que o romance, que é apresentado tanto no livro como na série, é diferente da história real. O primeiro rei Tudor e a filha do rei York amavam-se realmente. Nunca houve o ódio inicial como é mostrado na série. Contudo, acabo por adorar esta alteração, este toque de drama e de ódio que vai-se transformando em amor. Inclusive, no final de cada episódio, é indicado de que algumas coisas foram alteradas de forma a resultarem melhor numa série, o que é compreensível. Resumindo: mesmo não sendo uma série que é fiel ao que realmente aconteceu, a nível de romance, não deixa de ser boa. Mas esta foi mais uma curiosidade. Apesar de estar a adorar o romance, gostava que mostrassem um pouco mais dele, principalmente de Lizzie pois o título da série é exatamente a “alcunha” dela, então faria sentido que se tivessem focado um pouco mais na primeira rainha Tudor.

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Apesar destes dois pontos a nível de elenco e romance, estou a adorar a série! Esta tornou-se, obviamente, uma das minhas favoritas de sempre, e mesmo tendo noção de que a possibilidade de haver uma segunda temporada é mínima ou até mesmo nula, gostaria que tal acontecesse, pois a série está quase perfeita a todos os níveis. O guarda-roupa é simplesmente fantástico, assim como cada episódio, que mesmo não desenvolvendo os acontecimentos de forma detalhada, mostra o essencial e talvez isto seja o que a torna ótima, pois até à data, não houve um único minuto que me deixasse aborrecida, afinal isto é suposto ser uma série histórica e não um documentário e nisto, os produtores estão de parabéns: por manterem o balanço certo entre o entretenimento e a parte histórica. Não é atoa que isto é uma série Starz (a mesma produtora de Outlander)! Agora é rezar para que peguem também no romance seguinte de Gregory, “Catarina de Aragão”, e o adaptem para uma série, que neste caso seguiria o rei sucessor ao da série em questão.

Trailer (s/ legenda)