Literatura | Novidades de 1 a 9 de Novembro — 2017

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Literatura | Aquisições de Outubro — 2017

Terminado o mês de Outubro, venho mostrar-vos os livrinhos que chegaram cá a casa ou que comprei!

Este mês comprei livros, algo que não contava fazer, mas foram tudo compras que queria há muito fazer e que foram feitas pela vinda dos respetivos autores: Nicholas Sparks e Anne Bishop. Mal posso esperar por os ler, principalmente o de Bishop, do qual falam imensamente bem!

Aproveito para agradecer às minhas parceiras que me enviaram todos estes livros fantásticos, alguns que já li, outros pelos quais estou bastante ansiosa por ler!

Quais foram as vossas aquisições por ai? Algum destes livrinhos está na vossa wishlist? 🙂

Eventos & Entrevistas | Festival Bang! 2017 e Anne Bishop [Saída de Emergência] — Parte 1

As últimas semanas têm sido cheias de eventos e desta vez tive a possibilidade de visitar o Festival Bang!, que teve a sua estreia no passado dia 28 de Outubro (Sábado). Este é um evento que me deixou bastante entusiasmada e curiosa desde que a editora Saída de Emergência o anunciou. Não me lembro de alguma vez ter ido a um evento deste tipo organizado por uma editora, nem de alguma vez ter ouvido falar de uma iniciativa destas, mas uma coisa vos garanto: o evento foi fantástico! E por isso, decidi partilhar convosco a minha experiência, assim como mais umas coisinhas que foram apresentadas durante este festival.

Foto de Edições Saída de Emergência.

Antes de mais, tenho que agradecer e dar os meus parabéns a toda a equipa responsável por organizar este evento, assim como aos autores presentes e parceiros, que todos juntos tornaram este dia marcante e especial! Foi de facto um dia muito bem passado, que soube a pouco, porque quando gostamos de algo, queremos sempre mais, certo? (hahaha) Foi já anunciada uma segunda edição do Festival Bang! para o próximo ano (2018), cuja a autora convidada desta vez será a Robin Hobb.
O evento estava extremamente bem organizado, algo que acredito que não tenha sido fácil de fazer e por isso a editora merece mesmo parabéns por tudo, principalmente porque é visível o empenho e carinho que puseram na criação deste momento para nós leitores.

Um ponto que acho importante mencionar é o valor. Não senti que 5€ tenha sido caro. Pagaria até mais porque de facto este festival foi algo que compensou, sobretudo para mim que vivo fora de Lisboa e que tive pequenas despesas como deslocação e alimentação, mas tudo isto é insignificante quando percebemos que tivemos um tempo divertido e único. Além disso, quem foi ao evento, teve direito a um vale de 5€ de desconto em livros no evento, que é o mesmo valor que pagamos pelo bilhete. Juntando também as promoções e ofertas que deram aos presentes no festival, é como se Foto de Edições Saída de Emergência.tivéssemos praticamente entrada livre. A sério, só tenho coisas positivas a falar sobre este evento (haha)! Mas não irei alongar-me muito mais e passarei ao que, certamente, vos interessará imenso:

Durante o Festival Bang! foram divulgados (alguns) dos livros que farão parte do catálogo da editora em 2018. Como é óbvio, apontei tudo para puder agora partilhar com vocês 🙂
Vão preparando um mealheiro, porque vêm ai novidades muito boas! Irei colocar nos respetivos títulos, os links da ficha de goodreadns com a sinopse em inglês ou português-brasil, não se tratando assim da sinopse oficial)

Parecem muitos livros, não é? E são! Mas a editora disse que estes são apenas alguns, então é impossível não sentir curiosidade com os restantes títulos da coleção Bang!, não concordam?

Foto de Edições Saída de Emergência.

De forma a não deixar o post muito grande, decidi dividi-lo em duas partes, sendo que na segunda falarei da presença de Anne Bishop no evento. 🙂

Um eventosaida de emergencia

Fotos: Facebook Edições Saída de Emergência, em https://www.facebook.com/edicoessaidadeemergencia/photos/

Eventos & Entrevistas | Nicholas Sparks em Portugal — Apresentação do novo livro “Só Nós Dois” [Edições ASA]

20171021_154117Duas horas depois de estar ao sol, numa fila enorme, começou então um evento que tantos leitoras portuguesas aguardavam: Uma entrevista, sessão de autógrafos e fotos com o autor de “O Diário de a Nossa Paixão” e “Dei-te o Melhor de Mim”.
Fátima Lopes foi a escolha feita pela editora para entrevistar o autor. Diga-se de passagem que caras como José Rodrigues dos Santos ou outras figuras da literatura portuguesa seriam melhores escolhas.

Mas falando do que interessa: como estive presente no evento, decidi trazer-vos algumas das respostas e palavras de Nicholas Sparks que mais considero importante. 🙂

Nicholas Sparks vê-se como alguém otimista, gosta de desafiar-se a si mesmo, gosta de viajar e ri-se muito. Não se vê como um famoso: apenas escreve, porque gosta de o fazer.

As suas personagens são criadas através de outras personalidades que o autor conhece. Nicholas diz que ao conhecer uma pessoa, rapidamente percebe se tal pessoa dará uma boa personagem. Todos os seus personagens vêm de algum lado. Nem todos são inspirados em si mesmo. Alguns são baseados em familiares e em amigos ou até mesmo em estranhos.

“A vida é acordares e saberes manter um equilíbrio entre tudo o que tens que fazer”. Isto a propósito de conciliar uma vida enquanto autor, pai e marido. Este considera que ser autor é difícil mas o mais importante para ele, entre estes dois papéis, “é ser pai, sem dúvida”.

O autor comentou ainda que tenta sempre escrever livros que pareçam reais.
Normalmente, sabe a quantidade de páginas que pretende escrever: até um máximo de 400 páginas. No entanto, com este último livro “Só Nós Dois”, Nicholas alcançou as 400 páginas e deu por si a chegar às 500 páginas.
Com o prazo de conclusão do livro, este confessa ter tido que trabalhar mais rapidamente, para terminar o livro. Nicholas admite ainda que sentiu-se aliviado e exausto, ao terminar o livro, devido a toda esta pressão e pressa por causa do prazo.

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Apesar de ter achado esta entrevista curtinha e com perguntas muito mais gerais do que especificas, dado a dimensão de fãs que este autor tem em Portugal e que certamente esperavam algo mais desenvolvido, gostei desta tarde. Poderia ter havido uma melhor organização mas sei que não é fácil organizar um evento deste tamanho. Adorei realmente voltar a reencontrar este autor por cá, mas desta vez enquanto leitora e fã dos seus livros (antes, fui só acompanhar a minha mãe hahaha era eu ainda criança!). Nicholas Sparks é alguém simples, muito simpático, sempre com um sorriso fantástico, cuja imaginação para novas histórias (e para nos fazer chorar) é infinita e fantástica.
Agora é esperar que o autor volte em breve a Portugal com um novo livro, não acham?

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Literatura | “Espada de Vidro” (Rainha Vermelha #2) de Victoria Aveyard — Opinião

21557639_1612301158792994_729993383922515208_nPublicação: 20 de Outubro de 2017
Editora: Saída de Emergência
ISBN: 9789897730818
PVP: 18,80€ — Compra-o em www.saidadeemergencia.com ou em www.wook.pt
A minha classificação: 3 em 5 estrelas

Sinopse: O novo e eletrificante capítulo da série Rainha Vermelha intensifica a luta de Mare Barrow contra a escuridão que cresceu na sua alma…

O sangue de Mare Barrow é vermelho mas a sua capacidade Prateada, o poder de controlar os relâmpagos, transformou-a numa arma que a corte real tenta controlar. A coroa acusa-a de ser uma farsa, mas quando ela foge do príncipe Maven – o amigo que a traiu –, Mare faz uma descoberta surpreendente: ela não é a única da sua espécie.
Perseguida por Maven, Mare parte para descobrir e recrutar outros combatentes Vermelhos e Prateados que se juntem à batalha contra os seus opressores. Mas Mare encontra-se num caminho mortífero, em risco de se tornar exatamente no tipo de monstro que está a tentar derrotar.
Será que ela vai ceder sob o peso das vidas exigidas pela rebelião?
Ou a traição e a deslealdade tê-la-ão endurecido para sempre?

Opinião: Tinha começado a ler o livro em inglês, quando soube que o livro seria lançado em Portugal, algo que foi totalmente inesperado devido ao tempo que havia passado desde o lançamento do primeiro livro. Mas o que conta é que chegou finalmente ao nosso país!

E que mix feelings este livro criou em mim. Se por um lado, o inicio deste e parte da ação da história é desenvolvido exageradamente de forma lenta, por outro lado, o final deste livro foi ótimo, o que compensou um pouco os capítulos iniciais deste.

Devo dizer que esperava encontrar guerra, imensa ação, mas todo o “plot” girou em torno dos sanguenovos. Teria sido ótimo se a autora tivesse decidido abordar outros pontos da história, dado o potencial que este segundo livro tinha, depois dos acontecimentos finais de “Rainha Vermelha”. Mais de metade do livro pareceu um labirinto sem fim. Algumas coisas no livro confundiram-me também, principalmente algo que acontece mais para o final, que posso dizer (sem mencionar nomes) que trata-se da morte de um personagem. Senti que faltava algo e ao reler imensas vezes essa “declaração” de morte, fiquei sem entender como é que tal personagem morreu, dado que não vemos este acontecimento descrito por Mare. Foi como se esse “algo” tivesse sido cortado.

O romance entre Cal e Mare era algo que gostava de ter visto aparecer mais pontualmente, mas parece que livros deste género literário seguem sempre este padrão, de focar-se na revolução e na protagonista, então não vejo isto como um ponto fraco mas algo normal em livros de fantasia. É, no entanto, algo que espero ver mais desenvolvido no terceiro e quarto livro da série (este último ainda irá ser lançado) pois são um casal que adoro.

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Gostei bastante deste livro, ao mesmo tempo. A ação final é mesmo muito boa e deixou-me completamente agarrada ao livro até o terminar. Adorei ver os poderes de sanguenovos que foram surgindo ao longo da história. Algo que reparei é que muitos leitores não sentem empatia por Mare mas eu gosto bastante dela. Acho que é uma personagem real. Tem defeitos e tem virtudes, como qualquer pessoa. Não foi a típica protagonista que consegue tudo e que é adorada por todos, pormenor que gostei neste livro, por torná-la diferente de heroínas como Katniss (The Hunger Games) e Tris (Divergente).
Neste livro temos ainda mais mortes, algumas que me entristeceram, outras que me alegraram (muahaha) mas neste ponto, “Espada de Vidro” foi equilibrado e os capítulos finais são realmente bons. Só espero que o terceiro livro seja realmente melhor que este, como dizem. Se tivermos uma ação inteira como estas páginas finais, será de certeza o meu livro favorito.

Mal posso esperar pelo lançamento do terceiro livro por cá, que já se encontra publicado lá fora pelo nome de “King’s Cage” (“A Prisão do Rei” no Brasil). Com este final, a curiosidade para o que se sucede é muita, sem dúvida.

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Literatura | “O Bibliotecário de Paris” (Hugo Marston #6) de Mark Pryor — Opinião

22046098_1624478194241957_2471165114858968800_nTítulo Oríginal: The Paris Librarian 
Publicação: 11 de Outubro de 2017
Editora: Clube do Autor
ISBN: 9789897243912
PVP: 17,50€ — Compra-o em www.wook.pt
A minha classificação: 4 em 5 estrelas

Sinopse: A morte de um oficial nazi durante a ocupação de Paris pode ser a chave para resolver um mistério do presente.

O diretor da Biblioteca Americana em Paris é encontrado morto numa sala trancada. A polícia conclui que o homem morreu de causas naturais, porém o responsável pela segurança da Embaixada dos EUA tem a certeza de que algo errado se passou. A sua investigação leva-o até à cena do crime cometido durante a Segunda Guerra e as suas descobertas vão surpreender tudo e todos.

Opinião: Apesar de ser o sexto livro na série, não senti em momento algum que isso fosse uma barreira à leitura deste livro. Obviamente que existem pequenos pormenores que se relacionam com outros livros, pelo que a história dá a entender, mas foi nada que me impedisse de compreender a história e de entrar nesta.

Mesmo tendo lido poucos thrillers e livros de suspense-crime, parece-me que é normal que ache sempre este tipo de leitura mais lento, afinal existem imensos detalhes a serem absorvidos e, dependendo do quão bom um autor seja, há sempre aquela parte de nós, enquanto leitores, que irá assumir o papel do protagonista, passando assim parte do tempo a tentar desvendar mistérios. Por estes motivos, sinto que a leitura é mais lenta, e não por ser chato, algo que este livro de certeza que não é, com todo o mistério e ação!

Mark Pryor traz uma narrativa absorvente, detalhada, que nos faz avançar na leitura aos poucos, pelo papel de detetive que assumimos em conjunto com Hugo que foi um personagem que adorei conhecer.
Inesperado foi o final, em que o vilão era alguém que nunca me passou pela cabeça. Gosto de livros que sejam imprevisíveis e foi isso mesmo que esse livro foi. (Acho que) isto deve-se também ao facto de não ter lidos os livros anteriores, então talvez me tenha faltado certos pormenores dos volumes anteriores que neste livro teriam-me ajudado a terminar este “puzzle” mais cedo, mas adorei o mistério, sem dúvida!

Este foi um livro (e autor) que adorei, principalmente pela forma como, este último, desenvolve os seus personagens e ação. A escolha de cidade é também um ponto que me fez gostar ainda mais do livro. Afinal, quem não gostas de Paris? Os “porquês” dos crimes cometidos foi talvez a minha parte favorita de “O Bibliotecário de Paris”, por ser totalmente inesperado.

Um livro que recomendo, sem dúvida, mesmo que não tenham lido os volumes anteriores!

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Literatura | “Mulher-Maravilha, Dama de Guerra” (DC Icons #1) de Leigh Bardugo — Opinião

21617999_1614767448546365_4383650118130776551_nTítulo Oríginal: Wonder Woman
Publicação:
2 de Outubro de 2017
Editora:
Topseller

ISBN: 9789898869265
PVP: 18,79€ — Compra-o em www.wook.pt 
A minha classificação: 4 em 5 estrelas

Sinopse: Todas as lendas têm um início. Diana tornar-se-á uma lenda, mas primeiro deverá enfrentar uma jornada (i)mortal!

Diana: Filha de Imortais

Da ilha das imortais Amazonas, a princesa Diana apenas pode observar o Mundo dos Homens, sem interferir. Mas no momento em que assiste a um naufrágio, e a vida de uma rapariga corre perigo, o instinto da princesa fala mais alto. Ao socorrer e trazer uma mortal para a ilha, viola uma das regras sagradas e arrisca-se a ser exilada. Pior ainda, esta não é uma rapariga qualquer e, ao salvá-la, Diana pode ter condenado o mundo.

Alia: Filha da Morte
Depois de o barco explodir, Alia Keralis luta pela vida. Não sabe que a tentam matar. Não sabe quem é aquela jovem misteriosa e incrivelmente forte que aparece em seu auxílio. E não sabe que ela própria é uma Dama da Guerra, descendente direta de Helena de Troia, uma linhagem condenada a trazer a guerra ao mundo.

Irmãs de Armas
Enquanto todos procuram assassinar Alia, a Dama da Guerra, para evitar que o mundo tenha um fim trágico, a princesa Diana sabe que há outra solução. Mas para isso terá de abandonar a sua ilha, entrar no Mundo dos Homens e enfrentar perigos inimagináveis. Uma verdadeira demanda que exigirá a confiança e a coragem de ambas para, como irmãs, enfrentarem as forças da guerra.

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Opinião: Quem viu o filme, certamente irá notar que existem certas parecenças entre ele e o livro, apesar de ambos terem argumentos um pouco diferentes, dado que não são baseados um no outro. Temos momentos parecidos como a apresentação de Diana a alguém, o facto desta salvar um humano (neste caso, temos uma Alia, em vez de um Steve), Diana a combater um vilão (que diga-se de passagem que acaba por ser tão chato e forçado como o do filme). Foram várias as parecenças que encontrei e a mim estas agradaram-me e muito, pois excepto um ou outro pormenor, eu gostei do filme, então era-me impossível não adorar este livro!

Depois de se ler alguns capítulos, facilmente nos sentimos envolvidos pela ação. Diana é uma personagem que até mesmo na literatura é divertida, com uma personalidade bastante cativante e característica. É a minha personagem favorita da DC, sem dúvida, então podem imaginar o meu entusiasmo para ler este livro.
Apesar de não achar que Leigh Bardugo é todo aquele “fantástico” que dizem, gostei da escrita dela e da forma como ela foi desenvolvendo a história, sem nunca esquecer a verdadeira essência de Diana.

O final foi bom, exatamente como eu esperava, mesmo tendo uma reviravolta que não me agradou muito, mas isto deu-se principalmente por eu gostar de determinado personagem e do futuro que este poderia ter na vida de Diana. Esperava realmente um pouco mais de romance (influências do filme), mas adorei a amizade de Diana e Alia, que foi algo que compensou imenso a falta de romance. É uma amizade lindíssima, forte, que nos faz querer mais aventuras entre esta humana e a princesa amazona

Mal posso esperar por ler os títulos seguintes desta coleção (“Batman” por Marie Lu e “Catwoman” por Sarah J. Maas), pois este primeiro foi excelente!

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Literatura | Novidades de 25 a 31 de Outubro — 2017

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Eventos & Entrevistas | Meeting com Monica James, autora de “Viciado no Pecado”, e fãs [Editorial Planeta]

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Depois de Audrey Carlan, foi a vez de Monica James vir a Portugal. Tal comparação, pois são ambas autoras, de romances-eróticos, que adoro, claro. Obviamente que fiquei entusiasmada por conhecer Monica, pessoalmente, pois conversava por vezes com a mesma e sempre me pareceu uma pessoa extremamente querida e simpática. Claro que após os primeiros minutos deste encontro, a minha opinião manteve-se. Monica James é uma pessoa também muito divertida, que ri-se imenso, algo que é ótimo. Afinal, quem é que não sente sempre aquele receio de que um autor seja mais sério e fechado só porque é a “figura principal” do momento? Monica é alguém que adorei conhecer, bastante querida e mais simples do que imaginava, no sentido em que pude conversar com ela sobre outras coisas, além dos seus livros. Este foi um encontro que adorei e por isso tenho que agradecer à Editorial Planeta por este “miminho” 🙂

Como devem calcular, não vim só falar da minha experiência. Vim também trazer-vos algumas coisinhas que a autora foi nos dizendo nesta nossa conversa entre ela e outras bloggers, como eu.
[Dado que isto acabou por ser mais uma conversa e não uma entrevista formal, escolhi ir-vos falando do que a autora foi dizendo, em vez do típico formato de pergunta-resposta.]

Monica diz que o seu personagem favorito, dos seus livros, é Hunt, por este ser o melhor amigo do Dixon. Hunt é aquele personagem que está sempre aberto/pronto para tudo. Ao perguntar também se planeia escrever um livro sobre Juliet (e redenção desta), a autora respondeu que talvez, pois na cabeça dela, a história de Juliet está formada. Com o final aberto de “Hunt” (um livro a ser lançado no final do mês, 30 de Outubro), poderemos ver um pouco de Juliet.

 

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Os autores que a inspiraram a escrever a duologia, “Viciado no Pecado” e “Empurrado para o Pecado” foram J.R. Ward, Sylvia Day, além de que estas são autoras cujos os livros Monica gosta, para além de outros autores.

Monica disse ainda que já escreveu vários livros, principalmente livros de romance-suspense e, antes de iniciar a história de Dixon, ela sentiu vontade de escrever algo diferente. Ao escrever o primeiro livro da duologia, o seu principal objetivo era fazer com que os seus leitores adorassem e detestassem Dixon, ao mesmo tempo. Na minha opinião, ela conseguiu fazê-lo, não acham? É impossível não sentir ambas as coisas! hehe

Falando sobre a sua vida enquanto escritora, Monica diz que escrever quando quer, sem ter um horário, um plano para o fazer. Os personagens são o primeiro ponto, em que esta se foca mais. Já a localização onde se passa as histórias que cria, vêm de inspirações, de lugares que visitou, como Hunt, em que o francês (penso que a nível de língua, e não espaço-fisico) está um pouco presente.

Conversamos sobre muitas outras coisas e foi um fim de tarde muito agradável, sem dúvida! Fiquei a saber, que sou das poucas leitoras da autora que gosta de Juliet e que acredita no seu lado bom haha Quanto aos recentes livros que Monica lançou lá fora, adoraria que viessem para Portugal, pelo que estou a torcer para que a Editorial Planeta Portugal nos traga notícias boas no futuro, e vocês? 🙂

Obrigada mais uma vez à editora por este encontro e também um obrigada à autora que nos veio visitar a Portugal!

 

Cinema | “Os Passageiros” (2016) — Opinião

Resultado de imagem para os passageirosTítulo original: Passengers 
Gênero: Aventura, Ficção Científica
Data de lançamento: 22 de Dezembro de 2016 (em Portugal)
Elenco Principal: Christ Pratt, Jennifer Lawrence, Laurence Fishburne
A minha classificação: 9 em 10 estrelas

Opinião: Vi este filme no final de 2016, mas deixei o tempo passar e só agora “lembrei-me” de fazer uma opinião a este filme.
“Os Passageiros” passa-se num futuro em que várias pessoas, adormecidas em cápsulas, viajam numa nave até outro planeta, para lá viverem e construírem um novo mundo. Uma dessas pessoas é Jim Preston (Chris Pratt) que acorda antes do tempo, por falha do sistema da nave. Passam-se várias semanas e este começa a sentir-se solitário, até que após ponderar, decidi acordar Aurora (Jennifer Lawrence), uma jornalista. A história gira em torno deste par, que são os únicos seres humanos acordados na nave e que enfrentarão vários perigos, para garantir a sobrevivência da nave e dos que ainda nela hibernam.

Jennifer Lawrence (The Hunger Games) e Chris Patt (Guardiões da Galáxia) não desiludiram, assim como Laurence Fishburne (Underworld), que faz o papel de barman-robô, Arthur. São três atores que adoro e que estiveram fantásticos neste filme. Jennifer é para mim o destaque, o que não é de surpreender, tendo em conta o seu talento, afinal não é à toa que se recebe um Óscar de Melhor Atriz com o tempo de carreira que esta tem.

Mas falando sobre o principal: o filme. Adorei-o imenso, mesmo sendo de fição cientifica, que é um género a que torço um pouco o nariz. Os efeitos são simplesmente espetaculares, assim como todas as tecnologias inventadas/criadas para esta história. O design de tudo é lindíssimo e deu-me imensa vontade de um dia puder viajar numa nave assim. Mas só se fosse VIP, porque não aguentava beber café e comer cereais todos os dias como Jim (hahahahaha)

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A história é genial. Não é demasiado fantasiosa. Tem o equilíbrio ideal para o tipo de ficção que é. Gostei sobretudo do romance que se desenvolve, claro. A parte final do filme e o perigo que ambos enfrentam é de fazer qualquer prender a respiração, porque a conclusão não é previsível à primeira.
Gostaria de ver o mundo a que no final a nave chega, mas entendo que não o tenham feito, pois afinal o filme é sobre aquele par e a forma como ambos lidam com o facto de serem os únicos acordados 80 anos antes do previsto.

Tenho pena de não ter visto o filme em 3D no cinema, pois sei que os efeitos vistos desta forma teriam tornado o filme ainda melhor. Este é daqueles filmes que ficam na cabeça sobretudo pelos efeitos especiais e pela tecnologia existente na nave que é de fazer-nos sonhar com um futuro assim. Recomendo imenso este filme a todas as pessoas que gostem de um drama bem construído e com efeitos que nos prendem ao filme desde o inicio!

Trailer