Literatura | “O Amor que Nos Une” de Megan Maxwell — Opinião

Resultado de imagemTítulo Original: Desde donde se domine la llanura
Publicação: 6 de Junho de 2017
Editora: Editorial Planeta
ISBN: 9789896579449
PVP: 18,85€ — Compra-o em www.wook.pt 
A minha classificação: 4 em 5 estrelas

Sinopse: Segundo volume da série As Guerreiras Maxwell, que tem como protagonistas mulheres com um intrépido espírito guerreiro, que perseguem os seus ideais e conjuga o romance histórico com o erotismo.

Gillian é conhecida entre os membros do seu clã, como a Desafiadora. Apaixonada por Niall desde a infância, viveram uma linda história de amor que acabou quando ele partiu para a guerra sem se despedir dela. Gillian jurou que jamais o perdoaria. Niall, no entanto, é tão teimoso e orgulhoso como a amada. Agora que regressou, voltam a encontrar-se, mas nenhum está disposto a dar o braço a torcer. Mas a vida é caprichosa e a paixão começa a apoderar-se outra vez deles. Serão capazes de resistir?
Uma história de amor bastante forte com a componente erótica própria deste género e que fará as delícias das leitoras mais românticas.

Opinião: Confesso que atrasei muito a leitura deste livro pois o primeiro livro que li de Megan Maxwell, “Desejo Concedido” (que é por acaso o primeiro desta série), não foi bem o que eu esperava. Porém “O Amor que Nos Une” é muito melhor em vários aspetos.

Gillian e Niall são, sem qualquer dúvida, muito mais interessantes e bem desenvolvidos do que o par do livro anterior. Há uma certa essência do livro anterior que ronda este, é verdade, mas noto que este novo casal não parece tolo de todo ou exagerado como o outro. Porém, havia momentos em que Niall não se parecia com ele mesmo. Este é descrito como sendo bem humorado mas há certas atitudes que este tem ao longo do livro que simplesmente… não parecem dele. Já Gillian foi uma personagem que adorei do inicio ao fim, cuja personalidade e essência a autora conseguiu manter desde a primeira página.
Um personagem que não posso deixar de mencionar é Kieran. Adorei-o e mesmo tendo poucos momentos com este, foram esses os meus momentos favoritos de toda a história!

O que já esperava e receava encontrar neste livro eram as múltiplas complicações que surgem conforme a história se vai desenvolvendo. Parece que a autora não sabia simplesmente o que escrever a certo ponto, então acabava por criar problemas e problemas e com isso, a história ia tornando-se extremamente aborrecida e enrolativa. Apesar disto, notei alguma melhoria, dado que adorei por completo a primeira metade do livro. Mas como se diz: o que é demais enjoa…

Este livro é mais do mesmo, sinceramente, mas notam-se certas melhorias, principalmente a nível de personagens e de ação, por isso mesmo decidi dar-lhe as 4 estrelas. Gostei muito mais deste segundo livro, por essas mesmas melhorias mas não sei se esta será uma autora que continuarei a seguir. Falavam tão bem dela e dos seus livros e depois deparo-me com uma narrativa e desenvolvimento de história deste género. Este e o livro anterior estariam ótimos se fossem reduzidos para metade do tamanho de história, sem dúvida.

Uma leitura com o apoio dePlaneta

Anúncios

Literatura | Literatura | Novidades de 10 a 16 de Setembro — 2017

Dia 18

Dia 19

5.2350x (2)

 

 

 

 

 

 

Dia 20

Dia 21

350x20684603_851732131656650_1704122418_o

hvbj

 

 

 

 

 

 

Dia 22

Literatura | “Carry On” de Rainbow Rowell

20800315_1574406335915810_3443559956093174044_nTítulo Original: Carry On
Publicação: 15 de Setembro de 2017
Editora: Saída de Emergência
ISBN: 9789897730764
PVP: 17,70€ – Compra-o no site da editora em www.saidadeemergencia.com  ou em www.wook.pt
A minha classificação: 5 em 5 estrelas

Sinopse: Esta é a história de Simon Snow, a personagem fictícia que povoava a vida e imaginação de Cath em Fangirl, o fabuloso romance de Rainbow Rowell

Na famosa Escola de Magia de Watford, Simon desempenha um papel especial: ele é o Escolhido, aquele que irá salvar todos do Mal. Mas a verdade é que, metade das vezes, Simon não consegue fazer a sua varinha funcionar, e, na outra metade, pega fogo a tudo. O seu mentor evita-o, a sua namorada deixou-o, e existe um monstro que se alimenta de magia e que utiliza o rosto de Simon. Para piorar as coisas, Baz, a némesis irritante de Simon, desapareceu. Só pode estar a preparar alguma!
Carry On – A História de Simon Snow está repleto de fantasmas, amor, mistérios. Tem exatamente a quantidade de beijos e de conversa que seria de esperar numa história de Rainbow Rowell – mas muito, muito mais monstros.

Opinião: “Carry On” chegou finalmente a Portugal e este facilmente tornou-se o meu livro favorito da autora (parte de mim já esperava isto)! Muitos de vocês certamente que conheceram “Carry On” em “Fangirl” como sendo a fanfic que Cath escreve. Lá temos acesso apenas a pequenas partes, dado que não é o principal factor do livro e ao contrário dessas poucas cenas que encontramos no livro, com uma narrativa aborrecida, confesso, este livro, agora melhor desenvolvido, acaba por ser totalmente diferente do que esperava. Esqueçam o que leram em “Fangirl”, pois esta história é totalmente diferente do que lá encontraram. A narrativa é muito melhor, assim como os personagens, que acabam por ser mais bem desenvolvidos, e o mundo que tem um toque mais mágico e viciante que nos agarra por completo desde a primeira página.

Baz foi o personagem de quem mais gostei, pelo quão engraçado este era. Para mim, ele é decididamente um “Draco Malfoy” moreno, com dentes de vampiro, mas cujo lado bom é também nos revelado e adorei imenso conhecer este vampiro-feiticeiro. Desde do momento em que este entra em cena no livro, que o vicio tornou-se ainda maior e não consegui pousar o livro. Em horas, tinha-o lido!
O Simon é decididamente uma espécie de “Harry Potter” em todos os sentidos. É corajoso, bom e leal, mas tem também momentos que me fazem suspirar de desespero ou desinteresse. O Simon que conhecemos, enquanto este encontra-se perto de Baz, é um Simon muito mais interessante e impossível não adorar, no entanto, então acabamos por ter um equilíbrio. Também a sua melhor amiga é bastante engraçada, com um estilo de “Hermione” mas que quebra um pouco as regras hehe

Tratando-se de Rainbow Rowell, não esperava de todo encontrar um livro com perigos e vilões de “meter medo” e agradou-me que a autora não tivesse mudado esta essência dela que encontramos nos seus livros: personagens apaixonantes, assim como as suas histórias.

Gostei de Carry On sobretudo pelo romance, porque é impossível não adorar Baz e Simon e a relação que estes têm um com o outro. É impossível não sorrirmos e ficarmos entusiasmados com cada cena destes dois juntos, seja a discutir ou não. Eu certamente que fiquei bastante entusiasmada com estes dois e com as suas aventuras assim como com o mundo que Rowell nos mostra.
“Carry On” é um livro de leitura obrigatória para os fãs de Harry Potter e de Rainbow Rowell, sem dúvida!

Uma leitura com o apoio desaida de emergencia

Literatura | Aquisições de Agosto – 2017

Terminado mais um mês, alguns dias depois, trago-vos as minhas aquisições de Agosto!

Na viagem que fiz ao Porto, acabei por comprar dois livrinhos: “Peter Pan”, uma edição lindíssima em capa dura por apenas 10€, e “Game of Thrones Coloring Book” que me ficou a metade do preço, dado que usei o bilhete da Lello no ato de pagamento.

Comprei também uma caixa de Harry Potter, da qual falarei em breve, que trouxe a edição de Slytherin em paperback. Agora, tenho esta edição lindíssima em ambos os formatos, paperback e hardcover! ♥

Como foi o mês de Agosto por ai? Muitos livrinhos? 😉

Literatura | “Um Mais Um — A Fórmula da Felicidade” de Jojo Moyes — Opinião

21105787_1586402101382900_1650251908781187522_nTítulo Original: One Plus One
Publicação: 18 de Setembro de 2017
Editora: Porto Editora
ISBN: 9789720030023
PVP: 17,70€ – Compra-o em www.wook.pt 
A minha classificação: 5 em 5 estrelas

Sinopse: Uma mãe por conta própria
Jess Thomas faz o seu melhor, dia após dia. É difícil lutar sozinha.
E, por vezes, assume riscos que não devia. Apenas porque tem de ser…
Uma família caótica
Tanzie, a filha de Jess, é uma criança dotada e brilhante a lidar com números, mas sem apoio nunca terá oportunidade de se revelar.
Nicky, enteado de Jess, é um adolescente reservado, que não consegue sozinho fazer frente às perseguições de que é alvo na escola.
Por vezes, Jess sente que os filhos se estão a afundar…
Um desconhecido atraente
Ed Nicholls entra nas suas vidas. Ele é um homem com um passado complicado que foge desesperado de um futuro incerto. Ed sabe o que é a solidão. E quer ajudá-los…
Uma história de amor inesperada
Um mais um – A fórmula da felicidade é um romance cativante e original sobre duas pessoas que se encontram em circunstâncias difíceis.

Opinião: Mais um livrinho da autora de “Viver depois de ti” que chega a Portugal! É o primeiro livro dela que leio com personagens diferença, sendo que tinha lido apenas “Viver depois de ti” e a sua sequela. Tal como já esperava, adorei esta nova história por completo. Surpreendi-me imenso, pois por um lado esperava algo com um padrão idêntico ao dos outros livros que li, mas aqui encontramos algo mais leve, refrescante, sem pôr de lado o aspeto divertido que as histórias de Jojo Moyes têm sempre.

Adorei imenso acompanhar esta família e Ed na viagem por Inglaterra e Escócia, que foi uma aventura total, cheia de momentos que me fizeram rir imenso. Esta história é absolutamente deliciosa, com uma escrita leve e que nos faz ler página atrás de página até, sem darmos por isso, termos o livro lido. Tal aconteceu comigo, que assim que o recebi, comecei-o logo, devorando-o em horas. A sensação com que fiquei ao terminá-lo é que queria mais, tal foi a adoração que senti por “Um Mais Um”.
Não há nada de negativo que consiga apontar neste livro, pois gostei de absolutamente tudo. Dos personagens, do drama, da forma como tudo se desenvolveu e principalmente do romance que é lindíssimo. Jess é uma mulher corajosa e adorei-a simplesmente, assim como Ed, mas para mim, a personagem que me conquistou desde o inicio foi Tanzie, com a sua inteligência e paixão pela matemática. É impossível também não adorar Nicky e Norman, o cão, que tiveram a sua importância na história e adorei-os também, principalmente o cão, pois afinal quem é que não gosta de encontrar num livro o típico cão preguiçoso mas leal, que nos faz rir com as coisas?
No fim, senti vontade de continuar a fazer parte da vida destes personagens e acompanhá-los em quaisquer aventuras futuras que estes tivessem.

Nunca pensei que houvesse algum livro de Jojo Moyes que me conquistasse da mesma forma que “Viver depois de ti” conquistou mas depois de ler este novo romance, fiquei completamente rendida e apaixonada por “Um Mais Um”. Não tem uma história forte, de nos fazer deitar lágrima após lágrima mas é igualmente viciante e apaixonante, sem dúvida, e é na verdade bom o facto desta ser uma história mais leve pois vem trazer alguma quebra no que podia ser um padrão e ninguém gosta de padrões certo? Jojo Moyes tem, sem dúvida, uma fórmula única, pois é impossível não adorarmos os seus livros!

Adoraria que a autora escrevesse uma continuação deste livro pois esta é uma história que merece um segundo livro, por sentir que existem ainda muitas mais aventuras destes quatro personagens a serem contadas. Achei este romance pitoresco por ter uma essência própria, que nos entretém e cativa desde a primeira página, com personagens que nos conquistam facilmente com as suas personalidades alegres, provocando-nos várias gargalhadas. Sabem quando lêem um livro e sentem uma felicidade enorme por estar a lê-lo? Este livro fez-me sentir isso, enquanto o lia, e é por isso que o adorei ainda mais do que esperava. Tenho a certeza que irão adorar este nova história de Jojo Moyes, na mesma intensidade com que eu a adorei!

Uma leitura com o apoio degrupo_porto_editora_novo

Literatura | “Mulheres Perigosas” de George R.R. Martin e outros autores — Opinião

20597123_1557061097650334_7468927554201386317_nTítulo Original: Dangerous Women
Publicação: 8 de Setembro de 2017
Editora: Saída de Emergência
ISBN: 9789897730740 
PVP: 18,80€ – Compra-o no site da editora em www.saidadeemergencia.com ou em www.wook.pt
A minha classificação: 5 em 5 estrelas

Sinopse: Antologia de contos editada por George R. R. Martin com personagens femininas ao estilo do melhor da Guerra dos Tronos

Atenção: o perigo está à espreita perto destas mulheres!

Se procura um livro em que mulheres infelizes ficam a choramingar de pavor enquanto o herói masculino combate o monstro ou choca espadas com o vilão, este livro não é para si. Aqui encontrará mulheres guerreiras que brandem espadas, intrépidas pilotos de caças, formidáveis super-heroínas, femmes fatales astutas e sedutoras, feiticeiras, más raparigas duronas, bandidas e rebeldes, sobreviventes endurecidas em futuros pós-apocalípticos, rainhas altivas que governam nações e cujas invejas e ambições enviam milhares para mortes macabras, mulheres que não hesitam em assumir a liderança para defenderem aquilo em que acreditam.

Com organização de George R. R. Martin, que assina igualmente um conto passado no mundo de Westeros, e de Gardner Dozois, esta é uma antologia que cruza géneros literários e mistura todos os tipos de ficção, desde Megan Abbott a Brandon Sanderson.

Opinião: “Mulheres Perigosas” é um livro que reune 11 autores no total. Alguns deles já conhecia, outros não. Mas adorei o livro, pelo facto de me dar a conhecer um pouco de cada autor em curtos contos. Os únicos cuja escrita conhecia eram Brandon Sanderson e George R.R. Martin e adorei por completo os seus contos. Melinda M. Snodgrass e Lawrence Block foram, de entre os que não conhecia, os autores de que mais gostei sem dúvida.
Mas falando melhor sobre cada conto e autor…

“Completamente Perdida” de Joe Abercrombie: Apesar de demasiado descrito, o que torna a ação ligeiramente confusa ao inicio, o conto tem uma protagonista interessante. Assim que a ação se tornou mais clara, passei a adorar este conto e a querer saber mais sobre Shy e o mundo de Abercrombie.

“Ou o Meu Coração Está Destroçado” de Megan Abbott: Os personagens e a ação são ligeiramente confusos, difíceis de compreender, mas acho que essa é a graça do conto, sendo que se trata de um conto de crime. Gostei bastante do tema que Abbott aborda aqui e a escrita manteve-me presa, fazendo-me ficar curiosa com o desfecho da história.

“As Mãos que Não Estão Lá” de Melinda M. Snodgrass: Adorei a história deste homem e da mulher com quem este se envolve. Foi realmente viciante ler este conto. O final foi surpreendente, com um “plot twist” que não esperava mas que adorei e que me fez querer ver mais deste mundo.
“Raisa Stepanova” de Carrie Vaughn: Gostei imenso da parte histórica em que se insere o conto e da protagonista mas o final não foi o que esperava, não sendo digno do que encontramos ao longo do conto. Esperava um pouco mais para uma protagonista corajosa como Raisa.

“Eu Sei Escolhê-las a Dedo” de Lawrence Block: Talvez o meu segundo ou terceiro conto favorito, pela fluência da história e pelo desfecho. Adorei o personagem principal, mesmo este sendo um homem e não a “mulher perigosa”, sendo um personagem complicado (“messed-up” em inglês) e com um passado extremamente intrigante.

“Sombras para Silêncio nas Florestas do Inferno” de Brandon Sanderson: O meu conto favorito de todos (a competir um pouco com o de George R.R. Martin). Adorei o mundo, as personagens e o perigo que as rodeia. Tudo nesta história foi incrível, surpreendente e adoraria conhecer melhor este mundo repleto de sombras.

“Uma Rainha no Exílio” de Sharon Kay Penman: Achei um pouco extenso este conto mas gostei imenso dele, sobretudo da parte final que mostra a coragem de Constança, que era uma mulher perigosa pela sua força e inteligência.

“A Rapariga no Espelho” de Lev Grossman: Gostaria de ver este mundo e história expandidos num livro, sem dúvida. A viagem da Plum poderia ter sido menos descritiva e extensa, mas de resto adorei e adoraria saber o que aconteceu após a sua vingança.

“Dar Nome à Fera” de Sam Sykes: Excepto uma pequena cena ou outra, achei este conto extremamente confuso e foi talvez o que menos gostei.

“As Mentiras Que a Minha Mãe Me Contou” de Caroline Spector: Foi o único conto que não terminei, pois toda a história de super-heróis e o mundo é me desconhecido. Após alguma pesquisa, conclui que este trata-se mais ou menos de um conto baseado num mundo já criado. E a história não cativou de todo, infelizmente.

“A Princesa e a Rainha ou Os Negros e os Verdes” de George R.R. Martin: Já esperava encontrar um conto extenso e bastante descritivo (na minha opinião, este conto estaria perfeito se reduzido por 20 páginas) mas é impossível não nos agarrarmos ao mundo que George Martin nos mostra. Adorei conhecer este passado de Westeros, onde existem vários dragões em que os Targaryens são os “donos” do trono dos sete reinos, lutando entre si por ele. Este conto foi quase como uma segunda oportunidade dada ao autor e após terminá-lo, decidi que irei dar uma nova oportunidade aos livros de “A Song of Ice and Fire”, sem dúvida!

Uma leitura com o apoio desaida de emergencia

Literatura | Rentrée do Grupo BertrandCírculo — 2º Semestre de 2017

Resultado de imagem para bertrand editoraFicção:
“Nada” de Janne Teller (Setembro) 
“Nenhuma Verdade se Escreve no Singular” de Cláudia Cruz Santos. (Setembro) 
“O Apelo Selvagem” de Jack London (Setembro) 
“Origem” de Dan Brown (3 de Outubro) 
“Chegada a Hora” de Jeffrey Archer (Outubro) 
“Despertar” de Stephen King (Novembro) 
“As Cores” e “As Formas” da coleção Toca, Criança — para bebés (Novembro) 
“Saído de um Conto de Fadas”, a sequela de «Entre as Linhas» de Jodi Picoult e Samantha Van Leer

Não-Ficção:
“A Economia Mais Forte do Mundo” de Joseph E. Stiglitz (Setembro) 
“Laëtitia — Ou o Fim dos Homens” de Ivan Jablonka (Setembro) 
“Portugal Visto pela CIA” de Luís Naves (14 de Setembro) 
“Creta 1941” de Antony Beevor (Outubro) 
“Sombras — A Desordem Financeira na Era da Globalização” de Franciso Louçã. (Outubro) 
“Caderno Diário da Memória” de Mário Augusto (Novembro) 
“Da Lusitânia a Portugal: Dois mil anos de história” de Diogo Freitas do Amaral (Novembro) 
“Lápidas Partidas” de Aquilino Ribeiro (Novembro) 

Imagem relacionada“Você Pode Falar com Deus” de Pedro Siqueira (8 de Setembro) 
“Longevidade com Felicidade” de Américo Baptista (Setembro) 
“Ser Feliz no Alasca” de Rafael Santandrey (Outubro) 
“Autocontrolo” de Augusto Cury (Outubro) 
“De Mãos Dadas com os Anjos” de Lorna Byrne (Novembro) 

Resultado de imagem para arte plural editora“Uma Pastelaria em Casa” de Rita Nascimento (Outubro)

Logo 3“7 Lições para Ser Feliz” de Luc Ferry (Setembro) 
“A Internacionalização da Economia Portuguesa” de Nuno Crespo e Maria João Tomás (segunda quinzena de Setembro) 
“A Invenção da Ciência” de David Wootton (segunda quinzena de Setembro) 
“Tempo de Raiva” de Pankaj Mishra (Outubro) 
“Moda e Feminismos em Portugal — O Género Como Espartilho” de Cristina L. Duarte (Outubro) 
“O Caso da PIDE/DGS – Foram julgados os principais agentes da ditadura portuguesa?” de Irene Flunser Pimentel (28 de Outubro)
“Contra o Vento – Portugal, o Império e a Maré Anticolonial (1945-1960)”  de Valentim Alexandre (Outubro) 
“A Estranha Ordem das Coisas” de António Damásio (31 de Outubro) 
“Livro Português das Fábulas” de José Viale Moutinho (Novembro) 
“À Lei da Bala – Terrorismo e Violência Política em Portugal no Século XX” de António Luís Marinho e Mário Carneiro

Resultado de imagem para círculo dos leitoresLançamento exclusivo das Obras Pioneiras da Cultura Portuguesa, Biblioteca fundamental da língua e da cultura portuguesa.

logo“Os Corpos” de Rodrigo Magalhães (Setembro) 
“O Pequeno Caminho das Grandes Perguntas” de José Tolentino Mendonça (Setembro) 
“O Caminho Imperfeito” de José Luís Peixoto” (Setembro) 
“O Livro de Emma Reyes — Memória por Correspondência” de Emma Reyes (Outubro) 
“Bibilia Volume III — Antigo Testamento: Os Livros Proféticos” com tradução de Frederico Lourenço (Outubro) 
“Silêncio na Era do Ruído” de Erling Kagge (segunda quinzena de Outubro) 
“Detetives Selvagens” de Roberto Bolaño
“Sonetos de Petrarca” com tradução de Vasco Graça Moura

A Quetzal prossegue as belíssimas reedições dos romances de José Eduardo Agualusa, podendo os leitores contar com mais quatro títulos da bibliografia do autor, cada vez mais relevante, principalmente após a recente eleição em Angola.

logo “História e Desenvolvimento da Inquisição em Portugal — Tomo III” de Alexandre Herculano (Setembro) 
“Valquírias” de Paulo Coelho (Outubro) 
“Papillon” de Henri Charrière (Outubro) 
“Onde Estão as Crianças” de Mary Higgins Clark (Outubro) 
“Receitas da Felicidade” de Deepak Chopra (Novembro) 
“O Regresso de Sherlock Holmes” de Arthur Conan Doyle (Novembro) 

Com mais de 80 títulos previstos até ao final do ano, o Grupo BertrandCírculo tem livros para todos os gostos. É ler para querer.

Série | Outlander, 3×01 — Opinião (com e sem spoilers)

outlander-season-3-key-art-posterDirector: Brendan Maher 
Escrito e desenvolvimento por: Ronald D. Moore 
Data de lançamento: 10 de Setembro de 2017
Elenco: Caitriona Balfe (Claire Randall/Fraser), Sam Heughan (Jamie Fraser), Tobias Menzies (Frank Randall), Sam Hoare (Hal Grey), Grant O’Rourke (Rupert Mackenzie)
A minha classificação: 10 em 10 estrelas

Opinião: Mal podia acreditar quando vi o meu nome no resultado de um passatempo de Outlander que garantiu um lugar na ante-estreia da nova temporada de Outlander. Fiquei completamente eufórica em saber que seria uma das primeiras pessoas do mundo a ver o primeiro episódio da terceira temporada!! 

Falando de uma forma geral, o episódio alcançou as expectativas. Foi um episódio lindíssimo e absolutamente emocionante, com um “clima” negro e triste, sendo que falava do pós-batalha, principalmente. A imagem e efeitos deste episódio estão magnifícos, o que é normal nesta série, assim como o guião e a produção do episódio que adorei e que superou até o livro, na minha opinião, (Voyager — A Viajante) em muitos aspetos, principalmente no ambiente triste e negro que encontramos na visão de um dos personagens.

SPOILER ALERT!
Serão dados vários spoilers, mas se leram os três primeiros livros pelo menos, não haverá qualquer problema 😉

As duas visões, assim como acontece no livro, dividem-se entre Jamie e Claire. Vemos cada um deles no seu tempo. Vemos Claire grávida até ao parto, em 1948, e Jamie após a Batalha de Culloden, em 1746. A parte do Jamie foi sem dúvida a minha favorita e a que me emocionou imenso, pelo ambiente negro e triste que rodeia o protagonista. Este vê Claire por breves momentos (fruto da imaginação dele), quando caído entre os corpos de outros escoceses que pereceram mas a forma como puseram isso na série é simplesmente… bela. É impossível não ficarmos também emocionados com a execução dos restantes escoceses que fugiram e esconderam-se num estábulo, com Jamie resgatado por Rupert, cuja morte foi a que mais me entristeceu. O som dos tiros, as imagens dos vários clãs mortos em campo é tão triste e saber que foi real torna-o ainda mais triste. Felizmente, temos a entrada de um personagem que será a salvação de Jamie e mal posso esperar por conhecer o irmão desse personagem nos anos que passarão na série. Um ponto que não posso deixar de mencionar é a atuação de Sam e Tobias (Jamie e Jack Randall). Foram um dupla fantástica, mais uma vez, na breve luta entre os personagens, uma cena de arrepiar.

Quanto à visão de Claire: Claire sem o Jamie não é a mesma coisa, mas vê-la sofrer pelo homem que ela pensa ter perdido é comovente. Facilmente fiquei com lágrimas nos olhos quando ela discute com o Frank sobre Jamie ou quando no final a enfermeira pergunta a quem é que o bebé (Brianna) saiu para ter cabelo ruivo. Há vários momentos assim, uns engraçados, outros tristes, mas todos com o Jamie presente nos pensamentos de Claire ou em algumas menções deste (indiretamente) de outros personagens.

Adorei por completo este episódio. Não sei sequer pôr em palavras o quão gostei dele, sinceramente. É Outlander. A imagem assim como os figurinos e o elenco continuam fantásticos, como sempre. Não se esqueçam da vossa caixa de lenços, porque vão precisar dela enquanto estiverem a ver este episódio!

Sinopse do episódio: Depois de lutar na Batalha de Culloden, Jamie vê-se à mercê dos implacáveis vencedores britânicos, até que uma ligação do seu passado oferece a única esperança de sobrevivência. Entretanto, Claire, grávida, tenta adaptar-se à vida moderna de Boston em 1948 — e a uma vida com Frank.

Trailer

Literatura | “Mitologia Nórdica” de Neil Gaiman — Opinião

20620824_1557059874317123_2857072533084780972_nTítulo Original: Norse Mythologic
Publicação: 18 de Agosto de 2017
Editora: Editorial Presença
ISBN: 9789722360715
PVP: 14,90€ – Compra-o no site da editora em www.presenca.pt ou em www.wook.pt
A minha classificação: 5 em 5 estrelas

Sinopse: As lendas nórdicas sempre tiveram uma forte influência no universo de Neil Gaiman. Em Mitologia Nórdica, o multipremiado autor regressou às suas fontes para criar quinze contos relacionados com a grande saga dos deuses escandinavos, que inspiraram a sua obra-prima Deuses Americanos.

Da génese do mundo ao crepúsculo dos deuses e à era dos homens, eles readquirem vida: Odin, o mais poderoso dos deuses, sábio, corajoso e astuto; Thor, seu filho, incrivelmente forte mas turbulento; Loki, filho de um gigante e irmão de Odin, ardiloso e manipulador… Orgulhosas, impulsivas e arrebatadoras, estas divindades míticas transmitem-nos a sua apaixonante – e muito humana – história.

Opinião: Pouco sabia da mitologia nórdica e sendo Neil Gaiman um autor com tanto sucesso, fiquei bastante curiosa com este livro, que apresenta uma variedade de contos divertidos, com muita aventura incluída, sobre os deuses nórdicos e outros seres desta mitologia.

De entre todos os deuses, Loki é o meu preferido. Sempre o foi, mas após ler este livro, dei por mim a gostar ainda mais dele, dado que pude conhecê-lo melhor, da prespetiva da mitologia nórdica e não da Marvel. É um deus engraçado, esperto, que faz tudo o que quer para seu proveito, acabando por escapar-se (quase) sempre aos outros deuses. Ao contrário do que pensava, este não é filho de Odin, mas adorei ver a relação dele com Odin, Thor e outros deuses. A maneira como safa-se sempre de tudo é simplesmente divertida e os contos que o incluíam como um dos protagonistas foram os meus favoritos.

Neil Gaiman traz-nos um conjunto de contos que vêm revelar a origem de várias coisas, como o mundo, o martelo de Thor, entre outros. O conto de como o mundo foi criado, segundo a mitologia nórdica, é simplesmente incrível. Como alguém que não acredita em Deus e não pratica nenhuma religião, achei muito mais real e possível de acontecer a forma como os deuses nórdicos criaram o mundo.
Também a história do martelo de Thor é interessante. Loki poderia ser muitas coisas mas inteligência dele era incrível e foi graças a ele que muitas coisas aconteceram/surgiram, segundo estes contos, e é isso que o torna ainda mais intrigante.

Adorei imenso este livro! Foi a minha estreia com este autor e não podia ter ficado mais satisfeita. Neil Gaiman é simplesmente brilhante na escrita, na forma criativa e divertida como criou estes contos. O facto dos contos serem todos bem escritos e curtos facilitou ainda mais a leitura e tornou o livro ainda melhor, dado que não o conseguia largar. Para um livro ser bom, não basta ter os detalhes certos: há que ser tudo bem organizado e escrito, e Neil Gaiman conseguiu-o.
Recomendo imenso “Nord Mythologic” para quem nunca leu nada do autor ou para aqueles que, como eu, gostam de mitologia e de conhecer novos deuses!

Para mais informações sobre “Mitologia Nórdica”, clica aqui!

Uma leitura com o apoio depresença